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Histórico de atualizações
  • Vamos encerrar por aqui este artigo liveblog, que seguiu a atualidade relacionada com a instabilidade geopolítica internacional ao longo do dia de ontem, quinta-feira.

    Irão afirma ter atingido vários alvos em Israel e nos países do Golfo

    Continue, por favor, a acompanhar-nos nesta nova ligação. Muito obrigado!

  • O que aconteceu até agora?

    • Donald Trump afirmou que o Irão “deseja desesperadamente fechar um acordo” em relação ao conflito no Médio Oriente, mas que tem “medo de dizê-lo”, com receio de que os seus líderes sejam “mortos pelo próprio povo”.
    • Os representantes iranianos reiteraram que não há negociações com os Estados Unidos, negando as alegações do Presidente Trump de que haveria contactos em curso.
    • Ainda assim, para aceitar um acordo com os Estados Unidos, Teerão exigiu o encerramento de todas as bases dos Estados Unidos no Golfo e reparações pelos ataques sofridos, além de que o seu programa de mísseis permaneça sem negociações para limitação. Também foi exigido um novo regulamento para o Estreito de Ormuz que permita cobrar taxas. As condições incluem, igualmente, garantias de que a guerra não recomeçará e o fim dos ataques israelitas ao Hezbollah.
    • As Forças de Defesa de Israel realizaram ataques aéreos ao Irão, visando várias infraestruturas, incluindo a única instalação de produção de submarinos iranianos e unidades de fabrico de mísseis em Teerão. O governo israelita mobilizou até 400 mil reservistas para fortalecer a sua posição militar no conflito atualmente em curso.
    • António Guterres, secretário-geral da ONU, nomeou o diplomata francês Jean Arnault como enviado pessoal para liderar esforços de mediação na crise do Médio Oriente. O responsável da ONU condenou a continuação da guerra e instou os EUA, Israel e Irão a cessarem as hostilidades devido ao aumento das baixas civis e ao impacto económico global devastador.

  • "Irão deseja desesperadamente fechar um acordo, mas têm medo de dizê-lo", garante Trump

    Donald Trump acaba de afirmar que o Irão “deseja desesperadamente fechar um acordo” em relação ao conflito no Médio Oriente, mas que tem “medo de dizê-lo”, com receio de que os seus líderes sejam “mortos pelo próprio povo”. Fala aos jornalistas num evento de angariação de fundos em Washington. Volta, assim, a garantir que o Irão está a negociar com os EUA.

    O Presidente norte-americano acrescenta que os iranianos estão também com medo de serem mortos pelos EUA, referindo que não há cargo mais indesejado neste momento do que o de chefe de Estado iraniano.

  • 27 pessoas foram detidas pelas autoridades iranianas. Estão acusadas de pertencer a "grupos terroristas"

    As autoridades iranianas anunciaram a detenção de 39 pessoas, 27 delas foram descritas pelos serviços secretos iranianos como membros de dois “grupos terroristas”, cita a Sky News, com base num comunicado governamental.

    As acusações incluem fornecer informações sobre as forças de segurança ao “inimigo” e usar as redes sociais para incitar a desordem pública. Também terão sido apreendidos explosivos improvisados ​​e equipamentos para o fabrico de bombas.

  • Guterres volta a usar a rede social X e alerta para o "sufoco do fluxo de petróleo, gás e fertilizantes na época global de plantio"

    António Guterres volta a usar a rede social X esta quarta-feira para dizer que o encerramento prolongado do Estreito de Ormuz está a “sofucar o fluxo de petróleo, gás e fertilizantes num momento crítico da época global de plantio”.

    “Em toda a região e além, civis estão a sofrer graves danos e a viver sob profunda insegurança”, acrescenta.

    “A ONU está a trabalhar para minimizar as consequências da guerra. E a melhor maneira de minimizar essas consequências é clara: Acabe-se com a guerra – imediatamente”, apela ainda.

  • Rússia perto de concluir o envio de drones, medicamentos e alimentos ao Irão, avança o Financial Times

    A Rússia está perto de concluir o envio gradual de drones, medicamentos e alimentos para o Irão, de acordo com relatórios de serviços secretos ocidentais que detalham os esforços de Moscovo para manter seu parceiro em guerra, avança esta quarta-feira o Financial Times.

    O jornal detalha que o processamento das entregas começou no início de março e que a previsão era de que fosse concluído até o final do mês.

    Questionado sobre o envio de drones de Moscovo para o Irão, o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse que “há muitas notícias falsas a circular” e que a Rússia mantém o “diálogo com a liderança iraniana”.

    Publicamente, Moscovo tem destacado o fornecimento de ajuda humanitária desde o início do conflito, afirmando na semana passada que enviou mais de 13 toneladas de medicamentos ao Irão através do Azerbaijão e confirmando que planeia continuar a fazer chegar ajuda aos iranianos.

  • Rússia teme que EUA queiram "conquistar a Lua"

    A imprensa russa analisa os novos planos da NASA que ontem anunciou a construção de uma base lunar ainda esta década. Ainda a nova proibição de transporte de dinheiro vivo para fora da Rússia.

    Ouça aqui os destaques da imprensa russa na Guerra Traduzida

    Rússia teme que EUA queiram “conquistar a Lua”

  • Ucrânia bloqueia venda de drones para o Médio Oriente

    Perante o crescente interesse dos países árabes nos drones intercetores ucranianos, Kiev decide usar esse negócio como arma diplomática. Ainda a antevisão do duelo com a Suécia rumo ao Mundial 2026.

    Ouça aqui os destaques da imprensa ucraniana na Guerra Traduzida

    Ucrânia bloqueia venda de drones para o Médio Oriente

  • Duas pessoas morreram e oito ficaram feridas em ataque israelita no sul do Líbano

    A agência estatal de notícias iraniana, citada pela Aljazeera, avança que duas pessoas morreram num ataque aéreo israelita contra a cidade de Harouf, no distrito de Nabatieh, no sul do Líbano.

    O ataque aéreo também deixou oito pessoas feridas, segundo o mesmo relato.

  • Marcado encontro raro entre parlamentares russos e membros do Congresso dos EUA em Washington

    O The Kyiv Independent avança que um grupo de parlamentares russos vão reunir-se com membros do Congresso dos EUA e com uma delegação do governo federal americano durante uma viagem de dois dias a Washington. O jornal cita um funcionário norte-americano, em declarações prestadas esta quarta-feira.

    Destaca ainda que este é um raro encontro ao nível parlamentar entre os dois países. A iniciativa foi organizada pela deputada republicana Anna Paulina Luna, que tem uma posição pública contrária à ajuda dos EUA à Ucrânia.

    A visita está marcada mesmo com as sanções impostas pelos EUA a legisladores russos após a invasão em larga escala da Ucrânia pela Rússia.

  • EUA quer montar "drones assassinos" nas Lajes antes de os enviar para o Irão. Portugal pede esclarecimentos à embaixada norte-americana

    Os Estados Unidos da América (EUA) querem colocar “drones assassinos” Reaper MQ-9 na Base das Lajes, nos Açores, que deverão chegar nos próximos dias em contentores.

    Segundo avança a SIC Notícias, a Autoridade Aeronáutica Nacional pediu mais informações à embaixada norte-americana em Lisboa, ainda que não tenha obtido resposta.

    A Autoridade Aeronáutica Nacional quer saber mais detalhes e especificidades técnicas sobre os “drones assassinos” — que os Estados Unidos planeiam usar no Irão. Ao mesmo tempo, as autoridades nacionais desejam ter acesso aos certificados dos pilotos que vão operar as aeronaves e a área prevista para a amaragem.

    Em todo o caso, a SIC Notícias apurou que os bombeiros portugueses já receberam formação para alguma situação de emergência no manuseio dos drones assassinos.

    Com 20 metros de envergadura, os drones serão montados na Base das Lajes e depois deverão seguir para a Jordânia até 1 de abril.

    A Autoridade Aeronáutica Nacional deve primeiro dar luz verde aos Estados Unidos antes da chegada dos drones, ainda que a decisão final caiba ao Governo português.

  • EUA e Israel já atacaram mais de 10 mil alvos militares no Irão

    O comandante norte-americano, Brad Cooper, fez um vídeo a anunciar que os Estados Unidos e Israel já atacaram mais de dez mil alvos militares no Irão.

    Brad Cooper realça também que foi destruídas 92% das embarcações iranianas, enfatizando que o Irão perdeu capacidade de ter uma Marinha eficaz.

    No ar, os Estados Unidos mantêm a “superioridade aérea” e estão a “eliminar” a indústria militar iraniana, assim como a sua capacidade para a reconstruir.

  • Negociações em tempo de guerra? Diplomacia é "fluida", mas chegada a acordo entre EUA e Irão é improvável

    Insistência dos Estados Unidos na diplomacia pode ser estratégia para ganhar tempo antes de nova ofensiva. Irão continua a ver como melhor aposta estratégica o atual bloqueio de Ormuz.

    Negociações em tempo de guerra? Diplomacia é “fluida”, mas chegada a acordo entre EUA e Irão é improvável

  • Irão recusa proposta dos EUA. Grande derrota de Trump?

    “EUA estão a perder a guerra política” e Donald Trump não consegue atingir objetivos. Quem controla a narrativa e tem o poder de causar distúrbios mundiais é o Irão? A análise de Miguel Baumgartner.

    Ouça aqui o novo episódio de ‘Gabinete de Guerra’.

    Irão recusa proposta dos EUA. Grande derrota de Trump?

  • EUA voltam aos ataques contra o narcotráfico nas Caraíbas. Quatro homens morreram

    O comando sul dos Estados Unidos da América (EUA) anunciou no X que conduziu um “ataque letal” contra uma embarcação nas Caraíbas.

    De acordo com os militares norte-americanos, a embarcação fazia parte da rota de narcotráfico das Caraíbas. Quatro homens morreram na sequência do ataque à embarcação.

    Nenhuma força militar norte-americana ficou ferida.

  • Irão exige que Líbano faça parte das negociações

    O Irão disse aos intermediários das negociações que o Líbano deve ser incluído em qualquer acordo de cessar-fogo, avança o canal de televisão iraniano Press TV.

    Os iranianos pretendem que qualquer acordo com os Estados Unidos também termina com os conflitos no eixo de resistência no Médio Oriente.

  • Ex-primeiro-ministro de Israel acusa Guterres de ser um "porta-voz da Guarda Revolucionária"

    “Miserável.” O antigo primeiro-ministro de Israel, Naftali Bennett, deixou várias críticas à nota do secretário-geral da Organização das Nações Unidas, António Guterres.

    “Ele está a dizer que está bem se o Irão continue a matar cidadãos israelitas inocentes. Ele provou estar inadequado para o exercício do cargo e deve decidir se quer ser o porta-voz a Guarda Revolucionária ou do mundo livre”, acusou, no X, Naftali Bennett.

  • Teerão afasta negociações com EUA e vai “continuar a resistir”, diz Ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano

    O ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano declarou esta quarta-feira que abrir negociações de paz com os Estados Unidos nesta fase seria reconhecer uma derrota e avisou que a República Islâmica prefere “continuar a resistir”.

    Na primeira reação oficial de Teerão à oferta de conversações por parte de Washington, Abbas Araqchi disse, na televisão estatal, que a República Islâmica “não planeia nenhuma negociação” sobre o conflito desencadeado por Estados Unidos e Israel em 28 de fevereiro.

    “Falar em negociações agora seria o mesmo que admitir a derrota”, afirmou o chefe da diplomacia de Teerão, acrescentando que o Irão pretende “terminar a guerra nos próprios termos” e criar condições “para que nunca mais se repita”.

  • Trump terá rejeitado proposta de Netanyahu para convocar a população iraniana a sair à rua após mortes de Larijani e Soleimani

    Donald Trump terá rejeitado na semana passada uma proposta de Benjamin Netanyahu para convocar a população iraniana a sair à rua e a derrubar o regime durante a guerra contra o Irão, segundo informações de altos funcionários norte-americanos e de uma fonte israelita familiarizada com os detalhes, em declarações ao Canal 12, citadas pelo The Times of Israel.

    A conversa entre os dois líderes terá ocorrido na passada terça-feira, após os assassinatos, por Israel, de Ali Larijani, antigo secretário do Conselho de Segurança Nacional do Irão, e Gholamreza Soleimani, antigo chefe da Força Basij da Guarda Revolucionária Islâmica.

    Netanyahu tinha a intenção de aproveitar o momento de “destabilização” para potenciar a situação, mas Trump, no entanto, manifestou preocupação de que tal ligação pudesse levar a um derramamento de sangue em massa, uma vez que a Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) provavelmente reprimiria os manifestantes.

  • EUA e Israel retiram lista de alvos a abater ministro dos Negócios Estrangeiros e porta-voz do parlamento do Irão

    Os Estados Unidos da América (EUA) e Israel retiraram da lista de alvos a abater o ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araghchi, e o porta-voz do parlamento do Irão, Mohammad-Bagher Ghalibaf, de modo a poder negociar com os dois dirigentes do regime.

    Esses dois homens foram retirados da lista de alvos a abater durante quatro a cinco dias, avança o Wall Street Journal.

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