Histórico de atualizações
  • O que se passou até agora

    • A cidade de Kharkiv, na Ucrânia, foi alvo de um ataque russo com drones que resultou na morte de duas pessoas e ferimentos em pelo menos 32, incluindo crianças. As equipas de resgate estão a trabalhar na localização de três pessoas que poderão estar sob os escombros.
    • O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, indicou que um cessar-fogo completo pode ser conseguido em semanas se os países ocidentais aumentarem a pressão sobre a Rússia. Apesar de algumas paragens temporárias dos ataques, o Kremlin tem resistido a um compromisso mais abrangente, havendo negociações privadas em curso entre a Rússia e os Estados Unidos sobre esta possibilidade.
    • Andrii Sybiha, ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia, reforçou o pedido para que os países ocidentais intensifiquem as sanções contra a Rússia. A pressão económica adicional é vista como um meio para forçar Moscovo a procurar uma resolução pacífica, prevenindo que a agressão russa se amplie para além das fronteiras da Ucrânia.
    • Os Estados Unidos retiraram-se do grupo internacional que investigava potenciais crimes de guerra cometidos pela Rússia na Ucrânia, devido a uma mudança de prioridades no Departamento de Justiça norte-americano.

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  • Bom dia,

    Arquivamos este liveblog que seguiu as últimas notícias sobre o conflito na Ucrânia. Pode continuar a acompanhar a nossa cobertura nesta nova ligação.

    Zelensky: “Diplomacia é uma palavra vazia” para a Rússia depois de ataque a central energética

  • Ataque russo a Kharkiv faz dois mortos e mais de 30 feridos

    A Rússia lançou esta noite um ataque com drones à segunda maior cidade da Ucrânia, Kharkiv. Duas pessoas morreram e pelo menos 32 ficaram feridas, escreve o Kyiv Independent, citando o presidente da Câmara de Kharkiv, Ihor Terekhov

    Um drone russo atingiu um edifício residencial no bairro de Novobavarskyi, na zona sudoeste da cidade, provocando um incêndio.

    Entre os 32 feridos, há várias crianças, segundo as primeiras informações.

    As equipas de busca estão a tentar localizar três pessoas que ainda poderão estar presas nos escombros.

  • Cessar-fogo pode ser alcançado "em semanas" se o Ocidente pressionar a Rússia, diz Zelensky

    Um cessar-fogo completo pode ser alcançado no espaço de semanas, se os países ocidentais exercerem suficiente pressão sobre a Rússia, defendeu esta quinta-feira o presidente ucraniano, durante uma visita a Chernihiv.

    “A questão agora é pressionar os russos a chegar lá. Acho que é possível fazer isso o mais rápido possível nas próximas semanas, talvez meses […] Um cessar-fogo completo é o passo certo e com o qual a Ucrânia concordou e apoiou”, disse o chefe de estado ucraniano, citado pelo Kyiv Independent.

    Até agora, o Kremlin tem recusado um cessar-fogo completo de 30 dias, proposto pela Ucrânia e pelos EUA, tendo apenas aceitado interromper o ataque às infraestruturas energéticas da Ucrânia e aos navios ucranianos no mar Negro.

    A Rússia e os EUA continuam a realizar negociações privadas sobre a possibilidade de um cessar-fogo completo, disse Volodymyr Zelensky.

  • Ministro dos Negócios Estrangeiros ucraniano pede aos países ocidentes mais sanções contra a Rússia

    O ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia, Andrii Sybiha, diz que os países ocidentais devem impor mais sanções à Rússia, de modo a forçar Moscovo a procurar a paz no conflito com a Ucrânia.

    “A questão não é se a Rússia quer atacar o resto da Europa – vejam quantos recursos eles colocam na sua máquina militar. A única questão é se estaremos preparados para isso ou não. Vamos parar a Rússia na Ucrânia e impedir mais agressão?”, questionou o ministro, citado pelo jornal Ukrainska Pravda.

    Sybiha acrescentou que a Rússia pode ser dissuadida de lançar mais agressões “se a pressão sobre Moscovo for aumentada e a Ucrânia for fortalecida”.

    O governante ucraniano este esta quinta-feira em Bruxelas, onde se encontrou com o secretário-geral da NATO, Mark Rutte.

  • Ucrânia recebe mais cinco mil terminais Starlink da Polónia

    O ministro da Transformação Digital da Ucrânia, Mykhailo Fedorov, disse que o país recebeu mais cinco mil terminais Starlink por parte da Polónia.

    “Os [terminais] Starlink vão ajudar moradores dos territórios da linha da frente a manterem-se em contacto: telefonar a familiares, chamar os serviços de emergência, ler as notícias”, notou o governante ucraniano, que é citado pelo jornal Kyiv Independent.

  • EUA retiram-se de grupo que recolhe provas de crimes de guerra russos

    Os Estados Unidos retiraram-se de um grupo internacional encarregado de coligir provas de possíveis crimes de guerra russos na Ucrânia, anunciou o diretor da instituição que o acolhe.

    O Centro Internacional para Acusação do Crime de Agressão à Ucrânia (ICPA) reúne investigadores de vários países europeus e dos Estados Unidos, sob a égide da Eurojust, agência da União Europeia (UE) para a Cooperação Judiciária Penal.

    O presidente da Eurojust, Michael Schmid, declarou à comunicação social em Haia: “Há algumas semanas, eles (os Estados Unidos) anunciaram que se retiravam (…) infelizmente devido a uma mudança de prioridades no seu Departamento de Justiça”.

    “Lamentamos o facto, claro, mas, ao mesmo tempo, vamos evidentemente continuar a trabalhar com os participantes” que ainda fazem parte do grupo, acrescentou Schmid.

  • Mais de 250 mil militares russos morreram desde o início do conflito na Ucrânia

    A Rússia sofreu quase um milhão de baixas militares desde o início da invasão do território ucraniano, em fevereiro de 2022, incluindo pelo menos 250 mil militares mortos em combate, apontou esta quinta-feira um responsável da NATO.

    A fonte da Aliança Atlântica revelou que desde 24 de fevereiro de 2022 pelo menos 250.000 militares morreram a combater na Ucrânia, de um total de cerca de 900.000 baixas no conflito.

    A divulgação deste balanço coincide com o início de negociações indiretas preliminares para alcançar um cessar-fogo, ainda que temporário e parcial, entre a Ucrânia e a Rússia, mediadas pelos Estados Unidos da América (EUA), e foi revelado no mesmo dia em que os ministros dos Negócios Estrangeiros dos 32 países da NATO estão em Bruxelas a discutir como apoiar mais a Ucrânia e reforçar as capacidades da organização político-militar.

  • Redução do exército ucraniano para alcançar paz? Zelensky diz que é "linha vermelha"

    Surgem agora mais declarações de Volodymyr Zelensky na reunião com os responsáveis pelo oblast de Chernihiv. O Presidente ucraniano enfatizou que o país não vai reconhecer os territórios ocupados como russos e avisou que não concordará em reduzir o seu exército para alcançar uma paz justa.

    “Um exército forte é uma prioridade para nós. Por isso, estas são linhas vermelhas — [não aceitamos] nenhuma redução na dimensão do nosso exército. Para ser sincero, faremos tudo o que pudermos para manter o exército nas mesmas condições em que se encontra atualmente. Um grande exército que é três vezes maior do que era no início da grande. Um exército que só pode ser modernizado”, defendeu Zelensky.

    Por outro lado, quanto ao possível reconhecimento dos territórios ocupados como russos, o líder ucraniano disse que esta é “uma das linhas vermelhas mais importantes para o país”. “Esses territórios estão temporariamente ocupados. Uma paz justa chegará quando todos os territórios forem recuperados”, afirmou.

  • Zelensky volta a defender cessar-fogo e diz que é preciso "exercer pressão" sobre a Rússia

    Volodymyr Zelensky voltou a dizer que a Ucrânia quer que a guerra termine “o mais rapidamente possível”, notando que o país está alinhado com os Estados Unidos e a União Europeia nesse sentido.

    “Na Arábia Saudita, concordámos com um cessar-fogo incondicional. Os russos ainda não concordaram com isso — conseguimos ver isso. No entanto, sabemos que estão a decorrer negociações entre os americanos e os russos sobre esta questão. Não são públicas, mas estão a decorrer”, começou por dizer o Presidente ucraniano, durante uma reunião com a liderança do oblast de Chernihiv, segundo o Pravda.

    “Atualmente, embora possamos ver algumas coisas de forma diferente, estamos absolutamente unidos com os americanos e os europeus — mesmo que cada um tenha os seus próprios interesses — na questão de acabar com a guerra o mais rapidamente possível”, continuou Zelensky.

    De seguida, o líder ucraniano disse que “a questão agora é exercer pressão sobre os russos” para alcançar o cessar-fogo. “Penso que isso pode ser conseguido nas próximas semanas ou talvez meses — as coisas podem evoluir de forma diferente. Isto aplica-se especialmente à fase quente da guerra. Um cessar-fogo total é o passo certo, com o qual a Ucrânia concordou e que apoia”, defendeu.

  • Dinamarca aprova novo pacote de ajuda militar para a Ucrânia

    O governo dinamarquês aprovou o 25.º pacote de ajuda militar para a Ucrânia, no valor de 6,7 mil milhões de coroas dinamarquesas (cerca de 970 milhões de dólares). O apoio será prestado ao longo dos próximos anos, até 2027, revelou o ministro da Defesa da Dinamarca, Troels Lund Poulsen, segundo o Kyiv Independent.

    O pacote que será enviado à Ucrânia inclui equipamento de defesa área, artilharia e apoio financeiro à Força Aérea ucraniana. Com o montante, a Dinamarca pretende sublinhar “o apoio à Ucrânia, tanto a curto como a longo prazo”, disse o governante.

  • Quem é Kirill Dmitriev, o conselheiro de Putin que está em Washington?

    A propósito da presença de Kirill Dmitriev em Washington, recuperamos um perfil desta figura, alumni de Stanford e Harvard, mas alvo de sanções norte-americanas, que não tem currículo no aparelho político do Kremlin, nasceu em Kiev, na Ucrânia, e tem grande proximidade aos Estados Unidos — e, mais especificamente, à administração de Donald Trump.

    Um diplomata, um banqueiro e um espião. Quem é a equipa de elite que Putin reuniu para negociar com Trump?

  • Marco Rubio chama “histeria” a ideia de que EUA sairão da Europa e da NATO

    O Secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, classificou como “histeria” a ideia de que os Estados Unidos da América (EUA) abandonarão a Europa e assegurou que o país “vai permanecer” na Aliança Atlântica.

    “O Presidente [Donald] Trump foi claro no apoio à NATO [Organização do Tratado do Atlântico Norte]. Nós vamos permanecer na NATO”, disse Marco Rubio, à entrada para uma reunião ministerial no quartel-general da organização político-militar, em Bruxelas, capital da Bélgica.

    Questionado sobre as críticas feitas pelo republicano Donald Trump à NATO e à discrepância entre aquilo que os EUA investem e o que os outros 31 países despendem para a Aliança Atlântica, Marco Rubio indicou que apenas foi feito um apelo para que os todos os países invistam mais em defesa, dedicando pelo menos 5% do Produto Interno Bruno.

    A ideia de que os EUA deixarão a organização e se retirarão da Europa “é uma histeria”, declarou.

  • Conselheiro de Putin acusa "numerosas forças" de tentar manter tensão entre Rússia e EUA. "Opositores temem um terreno comum", acusa

    Como noticiámos esta amanhã, Kirill Dmitriev, conselheiro de Vladimir Putin, está em Washington, nos Estados Unidos. “A pedido do Presidente russo Vladimir Putin, estou a reunir-me em Washington com representantes da administração do Presidente Donald Trump”, escreveu Dmitriev no seu canal pessoal do Telegram, dizendo que as conversações começaram na quarta-feira e continuariam na quinta-feira. A informação é reportada no The Moscow Times.

    Dmitriev escreveu ainda que o restabelecimento das relações bilaterais entre os EUA e a Rússia seria um “processo difícil e gradual” e acusou “numerosas forças” de tentarem manter as tensões entre os dois países. “Os opositores da reaproximação temem que a Rússia e os Estados Unidos encontrem um terreno comum, comecem a entender-se melhor e a construir uma cooperação tanto nos assuntos internacionais como na economia”, afirmou.

    O enviado especial de Trump, Steve Witkoff, convidou Dmitriev para os EUA na semana passada e a Casa Branca instruiu o Departamento de Estado a emitir uma licença de curto prazo para permitir que Dmitriev entrasse no país, informou a Reuters, citando funcionários anónimos familiarizados com o assunto.

    Dmitriev escreveu no Telegram que iria fazer “breves comentários” sobre as reuniões em Washington mais tarde.

  • Organização europeia revela complexa rede de desinformação da Rússia

    As campanhas de desinformação da Rússia são um complexo sistema “onde as vozes pró-Kremlin mais altas são apenas um ponta visível, apoiada por um vasto e oculto sistema”, revelou a organização EUvsDisinfo.

    De acordo com uma investigação, “as operações de manipulação e interferência de informações estrangeiras (FIMI) da Rússia dependem de uma arquitetura grande, bem financiada e construída para esse fim, composta de partes visíveis e obscuras”.

    Na ponta do “iceberg” da FIMI estão os canais mais abertos e transparentes sobre as suas conexões com o Kremlin — os canais oficiais do Estado, incluindo o governo russo, as suas instituições e representantes que refletem a voz oficial da Rússia e os seus valores.

    “Ao longo dos anos, o Kremlin e autoridades como o ministro das Relações Exteriores ou o chefe da agência de espionagem da Rússia estiveram entre as vozes mais proeminentes da desinformação”, acrescentando que em muitos casos estes foram os responsáveis por amplificar informações falsas.

    Outra camada do “iceberg” são os veículos controlados pelo Estado, que são financiados, administrados e controlados editorialmente pelo Estado ou por órgãos nomeados pelo Estado, pois a maioria dos canais de televisão federais da Rússia, como a RT e a Sputnik, enquadram-se nesta categoria.

    Muitos destes órgãos de comunicação foram sancionados pela União Europeia (UE) depois da invasão da Ucrânia, em fevereiro de 2022.

  • Rússia continua a utilizar munições com agentes químicos proibidos

    As forças russas na Ucrânia continuam a utilizar munições equipadas com agentes químicos proibidos pela Convenção sobre as Armas Químicas, denunciam militares ucranianos, citados pelo The Independent.

    As forças ucranianas registaram 767 casos em março de forças russas que utilizaram lançadores de granadas K-51 e RG-VO, regulados para lançar munições contendo agentes químicos e munições contendo produtos químicos perigosos não especificados que são proibidos ao abrigo da CWC, disseram os militares. Também informaram que as forças russas utilizaram agentes químicos proibidos um total de 7.730 vezes desde fevereiro de 2023.

  • Enviado de Trump para a Ucrânia diz que Rússia e Ucrânia estão quase a chegar a um acordo de cessar-fogo

    O enviado especial de Donald Trump para a Ucrânia, Keith Kellogg, afirma que a Ucrânia e a Rússia já estão a aproximar-se de um ponto de cessar-fogo. Em declarações à Fox News, Keith Kellogg diz que ambas as partes terão de fazer compromissos. “Nenhum dos lados vai conseguir tudo o que quer”, começou por dizer.

    “Sei que [Trump] está frustrado com Zelensky e Putin também, mas vamos chegar lá, o que temos que fazer é manter o foco, o ponto, para chegar onde queremos com o cessar-fogo. O que queremos é um cessar-fogo de 30 dias. Quando lá chegarmos, vai ser muito difícil começar a guerra. É nisso que acredito”, disse Kellogg.

  • Rússia lançou 39 drones contra a Ucrânia durante a noite

    A Rússia lançou 39 drones contra a Ucrânia durante a noite. A informação consta no britânico The Independent e cita a Força Aérea ucraniana, que diz ter abatido 28 drones e nota que outros sete não atingiram os seus alvos, afirmam em comunicado.

    A força aérea ucraniana não explicou o que aconteceu aos restantes quatro drones.

  • Rússia aberta a iniciativas de paz "realistas" na Ucrânia, reporta agência russa

    A Rússia está aberta a iniciativas de paz “realistas” para a resolução da guerra na Ucrânia e a “propostas de mediação que tenham em conta os interesses da Rússia”, afirmou o Ministério dos Negócios Estrangeiros russos numa declaração após uma reunião entre o Vice-Ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Mikhail Galuzin, e o Ministro Adjunto dos Negócios Estrangeiros chinês, Liu Bin. A informação é citada pela agência estatal russa, TASS.

    “A parte russa sublinhou que, para alcançar um acordo de paz abrangente, justo e duradouro, é necessário eliminar incondicionalmente as causas profundas do conflito, incluindo a dissolução das ameaças à segurança da Rússia que emanam do território da Ucrânia em resultado da expansão da NATO para leste, bem como pôr termo à violação por Kiev dos direitos da população de língua russa. Moscovo está aberto a iniciativas de paz realistas e a propostas de mediação que tenham em conta os interesses russos. Neste contexto, foram discutidas as atividades do Grupo de Amigos da Paz na Ucrânia, criado nas instalações da ONU”, afirmou o ministério.

  • Conselheiro de Putin está nos EUA para conversações com a administração de Trump

    O negociador russo Kirill Dmitriev chegou a Washington e deverá encontrar-se com a administração de Trump para conversações que procuram acabar com a guerra na Ucrânia, de acordo com duas fontes familiarizadas com os planos, reporta a CNN Internacional.

    A sua visita marca a primeira vez que um alto funcionário russo visita Washington, DC, para conversações desde que a Rússia invadiu a Ucrânia em 2022 e marca mais um passo nas relações entre os dois países desde que o Presidente Donald Trump regressou ao cargo em janeiro.

    Dmitriev é um conselheiro próximo de Putin e viajou com altos funcionários russos para Riade, na Arábia Saudita, em fevereiro, para começar a discutir um acordo para o fim da guerra na Ucrânia. Também trabalhou com Witkoff para libertar o professor norte-americano Marc Fogel da Rússia, o que a administração Trump saudou como um gesto de boa vontade.

    O governo dos EUA levantou temporariamente as sanções contra Dmitriev para permitir que o Departamento de Estado lhe concedesse um visto para ir para os EUA, disse uma das fontes à CNN.

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