Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • O que aconteceu até agora:

    • O Presidente dos Estados Unidos anunciou a suspensão temporária do “Project Freedom”, que consiste na escolta de navios através do Estreito de Ormuz, para viabilizar a finalização de um acordo com o Irão. A decisão foi influenciada por pedidos de países como o Paquistão e justificada pelos sucessos militares e avanços nas negociações com representantes iranianos.
    • O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou que as forças americanas continuarão a adotar medidas defensivas na região para garantir a segurança dos navios comerciais.
    • As forças americanas dizem ter destruído lanchas rápidas iranianas, enquanto o Irão acusou os EUA de ter atacado embarcações civis, resultando na morte de cinco pessoas.
    • O Irão vai criar uma entidade para gerir o trânsito de navios em Ormuz e os EUA a mobilizar recursos adicionais para a proteção da navegação comercial.
    • As negociações em torno do conflito no Médio Oriente continuam a ser uma prioridade diplomática internacional, com o Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, e o Ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Sergey Lavrov, a discutirem a guerra no Irão e na Ucrânia por telefone. Rubio também enfatizou a necessidade de Teerão aceitar um acordo que traga estabilidade e prosperidade, afirmando que, sem um caminho diplomático, o Irão enfrentará isolamento e colapso económico.

    Este resumo foi gerado por IA e revisto por um jornalista do Observador.

    [Ao décimo dia em Nova Iorque dá-se o homicídio brutal. As últimas horas, o que aconteceu no quarto 3416 e a confissão de Renato sobre como matou Carlos Castro. O acesso aos ficheiros da investigação permite reconstituir toda a investigação ao crime. Ouça o quinto episódio de “Os ficheiros do caso Carlos Castro”, o novo Podcast Plus do Observador, narrado pela atriz Joana Santos, com banda sonora original de Júlio Resende. Pode ouvir aqui, no site do Observador, e também na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube Music. E pode ouvir também aqui o primeiro episódio, aqui o segundo, aqui o terceiro episódio e aqui o quarto episódio]

  • Este liveblog fica por aqui. Pode continuar a acompanhar os conflitos que marcam a atualidade internacional ao longo desta quarta-feira neste novo artigo em direto.

    Irão afirma que portos do país estão aptos para apoiar navios no Estreito de Ormuz

  • IDF fecharam principal rua de cidade próxima de Belém e disparam gás lacrimogéneo contra civis

    As Forças de Defesa Israelitas fecharam principal rua de uma cidade próxima de Belém e disparam gás lacrimogéneo e bombas de efeito moral, informou a agência de notícias palestiniana Wafa, segundo a Al Jazeera.

    A agência de notícias relatou que o encerramento da via dificultará a circulação dos residentes da Cidade Velha, bloqueará o acesso ao complexo escolar e à zona rural ocidental, e isolará a única entrada para as cidades de Battir e Nahalin, bem como para as aldeias de Husan e Wadi Fukin.

    Durante o encerramento, os soldados dispararam gás lacrimogéneo e bombas de efeito moral contra civis e veículos, embora não haja registo de feridos, de acordo com a emissora.

  • Rubio e Lavrov discutiram guerras no Irão e Ucrânia em conversa telefónica

    O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, e o seu homólogo russo, Sergey Lavrov, discutiram hoje, numa conversa telefónica, as guerras no Irão e na Ucrânia, divulgou o Governo norte-americano.

    “Discutiram a relação entre a Rússia e os Estados Unidos, a guerra entre a Rússia e a Ucrânia e o Irão”, indicou o porta-voz do Departamento de Estado, Tommy Pigott, em comunicado.

    Pelo menos 22 pessoas morreram hoje em ataques russos na Ucrânia, após os anúncios separados de tréguas entre os dois países, que, do lado de Kiev, já entrou em vigor.

    Em reação a estes bombardeamentos, o Presidente ucraniano Volodymyr Zelensky condenou o “puro cinismo” de Moscovo, depois de as autoridades russas terem anunciado unilateralmente um cessar-fogo nos dias 08 e 09 de maio para as comemorações do 81.º aniversário da derrota nazi na Segunda Guerra Mundial, celebrado anualmente com um grande desfile na Praça Vermelha, em Moscovo.

  • Donald Trump: "O Project Freedom (a circulação de navios através do Estreito de Ormuz) será suspenso por um curto período"

    Donald Trump anunciou que o Project Freedom, a circulação de navios através do Estreito de Ormuz, “será suspenso por um curto período para verificar se o acordo [com o Irão] pode ser finalizado e assinado”.

    O Presidente dos EUA afirmou, numa publicação na rede social Truth Social, que a decisão foi tomada tendo em conta o pedido do Paquistão e de outros países, bem como o que descreveu como o “enorme sucesso militar” da campanha contra o Irão e os “grandes progressos” alcançados nas negociações com representantes iranianos.

    Trump acrescentou ainda que o objetivo é criar condições para a eventual finalização e assinatura de um acordo definitivo.

    Truth Social/ @realDonaldTrump

  • Netanyahu entre líderes mundiais que telefonaram a Presidente dos Emirados Árabes Unidos

    O Presidente dos Emirados Árabes Unidos, Mohamed bin Zayed Al Nahyan, recebeu telefonemas de vários líderes mundiais, incluindo Benjamin Netanyahu. Condenaram os alegados ataques iranianos contra civis e infraestruturas civis no país, avança a agência de notícias estatal WAM, segundo o The Times of Israel.

    Os líderes “reafirmaram a solidariedade dos seus países para com os EAU e o apoio às medidas tomadas para salvaguardar a sua segurança e estabilidade e garantir a segurança dos seus cidadãos”, acrescenta a agência, citada pelo jornal israelita.

    Ainda não existem comentários do gabinete do primeiro-ministro sobre a chamada.

  • Rússia e Qatar defendem abandono do uso da força na crise do Estreito de Ormuz

    A Rússia e o Qatar concordam que qualquer tentativa de resolver a crise no Estreito de Ormuz através do uso da força deve ser abandonada.

    As declarações surgem após uma conversa telefónica entre os ministros dos Negócios Estrangeiros dos dois países, segundo um comunicado do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Qatar, divulgado na rede social X.

    O ministro russo Sergey Lavrov e o primeiro-ministro e ministro dos Negócios Estrangeiros do Qatar, Mohammed Jassim Al Thani, analisaram a situação no Estreito de Ormuz e nas suas imediações, uma via navegável estratégica que se encontra praticamente bloqueada desde o conflito envolvendo os Estados Unidos e Israel contra o Irão.

    Partilham ainda a opinião de que todas as partes interessadas devem unir esforços para uma solução sustentável, incluindo a garantia dos legítimos interesses de segurança de todos os Estados do Golfo e a defesa da liberdade de navegação.

  • Grécia investiga Israel Katz por crimes de guerra após denúncia da Fundação Hind Rajab

    Advogados gregos compareceram hoje em tribunal para prestar depoimento e apresentar provas contra Israel Katz, na sequência de uma queixa formal apresentada pela Fundação Hind Rajab, a 21 de janeiro, dirigida ao atual ministro da Defesa de Israel.

    A Fundação Hind Rajab, uma organização que move processos contra indivíduos acusados ​​de crimes de guerra em Gaza, terá afirmado em comunicado que “a queixa foi apresentada a propósito da visita de Katz à Grécia e expõe alegações referentes à sua potencial responsabilidade perante o direito internacional”, segundo a Al Jazeera.

    “Os denunciantes alegam que Katz pode ser responsabilizado, tanto como participante como instigador, por atos que supostamente constituem crimes internacionais graves, incluindo crimes de guerra, tortura, crimes contra a humanidade e genocídio, em relação à situação atual em Gaza”, pode ler-se no comunicado.

    A Fundação Hind Rajab acrescentou que o processo na Grécia se deve também a uma queixa apresentada em outubro passado por um membro da Flotilha Global Sumud, que alega que “cidadãos gregos a bordo foram detidos à força e ilegalmente presos”.

  • Cerca de 1600 navios retidos no Estreito de Ormuz

    Mais de dois meses após o início da guerra com o Irão, cerca de 1600 navios continuam retidos no Estreito de Ormuz, com aproximadamente 20 mil marinheiros a bordo, relata o The New York Times.

    Um navio norte-americano, operado por uma empresa sob controlo da Maersk, foi uma das poucas embarcações a conseguir atravessar o estreito de Ormuz, na segunda-feira.

  • Ataque aéreo israelita fez uma vítima mortal no sul do Líbano

    Um ataque aéreo israelita matou uma pessoa na cidade de Adshit, no sul do Líbano, segundo a agência de notícias estatal libanesa, escreve a Al Jazeera.

    Segundo a emissora, ocorreu poucas horas depois de a agência ter reportado outro ataque aéreo israelita que provocou mortos em Deir Kifa, também no sul do Líbano.

  • Síria afirma ter desmantelado célula do Hezbollah que alegadamente planeava assassinar autoridades governamentais

    As autoridades sírias anunciaram a detenção de uma célula ligada ao Hezbollah que, alegadamente, planeava assassinar autoridades governamentais. Grupo armado libanês nega as “falsas acusações”, segundo o The Times of Israel.

    O Ministério do Interior da Síria diz que realizou uma “série de operações de segurança simultâneas” na zona rural de Damasco, Alepo, Homs, Tartus e na província de Latakia.

    As operações, de acordo com o jornal israelita, levaram ao “desmantelamento de uma célula organizada ligada à milícia Hezbollah, cujos membros se infiltraram em território sírio após receberem treino especializado intensivo no Líbano”.

    As investigações preliminares revelam que a célula planeava “assassinatos seletivos contra autoridades governamentais de alto nível”, refere o comunicado do ministério, citado pelo The Times of Israel. Foram apreendidos equipamentos militares, incluindo dispositivos explosivos.

    O Hezbollah emitiu um comunicado que nega “as falsas acusações do Ministério do Interior sírio”.

    “A repetição destas alegações por parte das autoridades de segurança sírias, apesar das nossas repetidas declarações de que o Hezbollah não tem qualquer presença em território sírio levanta sérias dúvidas”, afirma o grupo apoiado pelo Irão.

  • Itália defende Papa Leão XIV contra críticas de Trump

    Itália volta a defender o Papa Leão XIV e o seu apelo à paz e ao diálogo na guerra com o Irão, contra as mais recentes críticas de Donald Trump.

    O ministro dos Negócios Estrangeiros, Antonio Tajani, afirmou numa publicação na rede social X esta terça-feira que
    os ataques do Presidente norte-americano “não são aceitáveis ​​nem contribuem para a causa da paz”.

    “Reafirmo o meu apoio a cada ação e palavra do Papa Leão; as suas palavras são um testemunho do diálogo, do valor da vida humana e da liberdade. Esta é uma visão partilhada pelo nosso governo, que está empenhado, através da diplomacia, em garantir a estabilidade e a paz em todas as áreas onde existem conflitos”, escreveu Tajani.

    Esta terça-feira, Trump voltou a criticar a mensagem de paz do Papa sobre a guerra com o Irão, e avisou que Leão XIV estava “a pôr em risco muitos católicos e muitas pessoas”.

    As críticas de Donald Trump, numa entrevista ao comentador conservador Hugh Hewitt, surgem numa altura em que o seu secretário de Estado, Marco Rubio, se prepara para visitar Itália e o Vaticano, numa tentativa de atenuar as tensões com Washington.

    Rubio deverá reunir-se com o Papa Leão XIV na quinta-feira, e com Tajani e a primeira-ministra Giorgia Meloni na sexta-feira.

  • Três palestinianos ficaram feridos na sequência de ataque de colonos na Cisjordânia

    Três palestinianos ficaram feridos na sequência de um ataque de colonos israelitas em Masafer Yatta, a sul da cidade de Hebron, na Cisjordânia, escreve a Al Jazeera.

    Os colonos atacaram a comunidade palestiniana de Rujum I’li. Os feridos, segundo a emissora, incluem um menor e foram todos identificados como membros do clã al-Adra.

    As IDF estavam presentes no local do ataque, e acabaram por deter outras três pessoas, incluindo dois membros da comunidade e uma ativista estrangeira.

    De acordo com a Al Jazeera, os colonos israelitas atacaram ainda pastores e tentaram roubar as suas ovelhas.

  • Hezbollah reivindica ataques contra veículos israelitas na região de Wadi al-Jamal, no sul do Líbano

    O Hezbollah afirma ter atacado veículos militares israelitas com projéteis de artilharia na região de Wadi al-Jamal, no sul do Líbano, informou a agência estatal de notícias do Líbano, segundo a Al Jazeera.

  • Irão diz ser "impossível" aceitar exigências dos EUA. Rubio defende que Teerão tem de "sentar-se à mesa e aceitar termos"

    O presidente do Irão, Masoud Pezeshkian, diz que o país continua a receber ameaças por parte dos EUA.

    E acusa o país de seguir uma política de pressão máxima, ao mesmo tempo que espera que o Irão ceda às “exigências unilaterais” dos norte-americanos. “Isso é impossível”, afirmou, citado pela agência Reuters.

    Em declarações esta tarde, por seu turno, o secretário de Estado dos EUA disse que a delegação dos EUA enviada para as negociações com o Irão está a “trabalhar arduamente”. “Se houver um caminho diplomático real — e continuaremos a procurá-lo — poderá levar o Irão à reconstrução, à prosperidade e a deixar de representar uma ameaça para o mundo”, afirmou Marco Rubio.

    Mas caso não seja possível percorrer este caminho diplomático, acrescentou, “a alternativa é o crescente isolamento, o colapso económico e, em última instância, a derrota total.”

    “O Irão tem de aceitar a realidade da situação, sentar-se à mesa de negociações e aceitar termos que são bons para o país e, em última análise, bons para o mundo.”

  • EUA destruíram 7 lanças do Irão e anunciam aumento de recursos em Ormuz. Já morreram 10 civis no Estreito

    O exército dos EUA terá destruído sete lanchas rápidas do Irão no Estreito de Ormuz, avançou também o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, em conferência de imprensa.

    O governante afirmou que as tropas norte-americanas irão continuar a dispar sobre sobre e embarcações que sejam consideradas uma ameaça dos EUA.

    Segundo Marco Rubio, os EUA vão mobilizar mais recursos para o Estreito de Ormuz, de forma a aumentar a “proteção defensiva” desta área.

    Para Marco Rubio, “esta não é uma operação ofensiva, é uma operação defensiva”. “O que isto significa é que não haverá disparos a menos que sejamos alvejados primeiro.”

    Os EUA continuarão a “desobstruir” a passagem pelo Estreito de Ormuz, garantiu ainda. E adiantou que, até ao momento morreram 10 marinheiros civis em virtude deste conflito em Ormuz.

  • "O Irão continua agressivo e pouco interessado em colaborar"

    Orlando Samões explica que o impasse entre os EUA e o Irão é grave, com Teerão a não parecer disposto a fazer concessões diplomáticas. O especialista vê ainda com ceticismo a trégua na Ucrânia.

    Ouça aqui o novo episódio de Gabinete de Guerra na Rádio Observador.

    “O Irão continua agressivo e pouco interessado em colaborar”

  • "Somos os únicos que podem abrir o Estreito de Ormuz", diz Marco Rubio

    O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, disse que os EUA terão recebido pedidos de alguns países para que ajudassem a retirar embarcações presas no Estreito de Ormuz.

    “O presidente Trump prontificou-se a responder a estes pedidos de ajuda”, disse agora em declarações na Casa Branca.

    Assim, nasceu o “Project Freedom”, uma operação de escolta de navios através do Estreito de Ormuz. Para Marco Rubio, este é o primeiro passo para reabrir o Estreito e pôr fim ao “último ato desesperado de incêndio económico e criminoso do Irão”.

    “Estamos a fazer isto não apenas porque nos pediram, mas porque somos os únicos que o podem fazer”, afirmou.

  • "Israel tem todo o direito" de atacar o sul do Líbano para combater Hezbollah, diz ministro alemão

    O ministro das Relações Externas da Alemanha, Johann Wadephul, reuniu-se esta tarde como seu homólogo israelita, Gideon Sa’ar, e nesse encontro o alemão disponibilizou apoio do país às operações israelitas a decorrer no Líbano.

    O governante israelita Gideon Sa’ar defendeu a continuidade dos combates no sul do Líbano, argumentando que Israel precisa de destruir o Hezbollah. E prometeu que “Israel não tem ambições territoriais”, escreve o Times of Israel.

    Em reação, o governante alemão Johann Wadephul apoiou a posição israelita e disse que a operação deste país no sul do Líbano é “necessária”. “Israel tem todo o direito de estar lá”, disse.

    Mas ressalvou: “O Líbano não se pode tornar um teatro de guerra onde os civis pagam o preço.” “Uma geração mais jovem a crescer no meio das ruínas das casas de seus pais” não vai tornar Israel mais seguro.”

  • Pelo menos 22 mortos em ataques russos na Ucrânia em vésperas de tréguas

    Pelo menos 22 pessoas morreram hoje em ataques russos diurnos na Ucrânia, após os anúncios separados de tréguas entre os dois países, que, do lado de Kiev, entra em vigor já na quarta-feira.

    Segundo um balanço preliminar, pelo menos 12 pessoas foram mortas em Zaporijia e uma em Nikopol, no sudeste da Ucrânia, e outras cinco em Kramatorsk, no leste do país.

    Posteriormente, o Presidente ucraniano adicionou quatro mortos em Dnipro.

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