Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • O que se passou até agora

    • A Rússia decidiu discutir a retoma dos voos diretos para os Estados Unidos durante a reunião em Istambul, numa tentativa de melhorar as relações bilaterais e facilitar as interações comerciais e pessoais entre os dois países. Os voos foram suspensos em 2022, na sequência da invasão russa da Ucrânia. O embaixador russo nos EUA considera que a retoma dos voos diretos pode estimular os negócios e beneficiar ambos os lados do Atlântico.
    • O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, revelou que 155 chineses estão a combater ao lado das forças russas na Ucrânia. A captura de soldados chineses pelas forças ucranianas intensificou a tensão diplomática, com a China a afirmar que as alegações de Zelensky são falsas e a reafirmar a sua neutralidade no conflito.
    • A ofensiva russa na primavera, segundo o chefe da Defesa ucraniana Oleksandr Syrskyi, já começou, com operações militares intensificadas nas regiões de Karkhiv e Sumy. As forças ucranianas enfrentam desafios crescentes devido à acumulação de tropas russas nestas áreas, como já havia sido previsto pelo Presidente Zelensky.
    • A liderança do Bloco de Esquerda em Portugal expressou descontentamento com os planos de defesa da União Europeia, argumentando que a Europa já dispõe de armamento suficiente para assegurar a sua segurança. Mariana Mortágua criticou a ideia de que mais armas são necessárias, destacando o aumento significativo das despesas militares da UE nos últimos anos.

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  • Bom dia. Terminamos aqui a cobertura do conflito entre a Rússia e a Ucrânia.

    Pode acompanhar todos os desenvolvimentos desta quinta-feira no liveblog que agora abrimos. Obrigada por estar connosco.

    Ucrânia. Rússia ataca Mykolaiv durante a noite e faz pelo menos 10 feridos

  • Bloco de Esquerda diz que Europa não precisa de mais armas e tem as suficientes para se defender

    A coordenadora do Bloco de Esquerda (BE), Mariana Mortágua, repudiou esta quarta-feira os planos de defesa da União Europeia (UE), por considerar que a Europa tem armas suficientes para se defender e já é uma potência nesta área.

    “Temos que afastar o barulho, contrariar as narrativas únicas e ter a coragem, como tivemos noutros momentos em que se entrou numa corrida para o armamento e para a guerra, de dizer que não precisamos de mais armas”, afirmou.

    “A ideia de que a guerra na Ucrânia e a desestabilização que Trump faz na NATO apanhou a Europa desprevenida e sem gastos militares, porque é o que nos contam todos os dias, é mentira”, salientou.

    Segundo a dirigente do Bloco, “as despesas militares da UE aumentaram 30% entre 2021 e 2024” e, este ano, vão chegar “aos 326 mil milhões”.

  • Zelensky afirma que há pelo menos 155 chineses a lutar pela Rússia

    O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou esta quarta-feira que as autoridades de Kiev já identificaram pelo menos 155 chineses a lutar ao lado da Rússia, e que Pequim está ao corrente do envio dos seus cidadãos para o conflito.

    Em declarações a um grupo de jornalistas, o líder ucraniano acredita que existam “muitos, muitos mais” chineses ao lado das tropas russas, um dia depois de revelar que as forças ucranianas tinham capturado dois cidadãos da China na região de Donetsk, no leste da Ucrânia.

    Segundo Zelensky, as autoridades chinesas sabiam que alguns dos seus cidadãos estavam a ser recrutados pela Rússia para combater na Ucrânia, mas ignora se existe alguma ordem dada nesse sentido por Pequim

    “Simplesmente observamos, com base nos dados e detalhes que temos, que a China (…) estava ciente do envio. Não estamos a dizer que alguém deu uma ordem, não temos essa informação”, declarou.

    O Presidente ucraniano descreveu que um dos esquemas de recrutamento envolve as redes sociais, principalmente o TikTok, “onde os russos transmitem vídeos publicitários”.

  • Rei Carlos III lembra em Roma que "paz nunca pode ser dada como adquirida"

    O rei Carlos III sublinhou esta quarta-feira, em Roma, o apoio do Reino Unido e da Itália à Ucrânia e lembrou que “a paz nunca pode ser dada como adquirida”.

    “A Grã-Bretanha e a Itália estão hoje unidas na defesa dos valores democráticos que partilhamos. Os nossos países estão lado a lado com a Ucrânia e as nossas forças armadas estão lado a lado na NATO”, disse o monarca britânico, de 76 anos, que discursou em italiano e mereceu uma ovação de pé por parte dos parlamentares e ministros que encheram a sala do Senado.

  • Delegação ucraniana vai voltar aos EUA esta semana para negociar acordo de minerais

    O primeiro-ministro ucraniano Denis Shmyhal afirmou que uma delegação do país iria voltar ainda esta semana aos EUA para negociar a nível técnico sobre um novo acordo sobre minerais.

    O chefe do governo ucraniano falou numa conferência de imprensa conjunta com a alta representante da UE para a Política Externa e a Segurança Kaja Kallas, na qual foi questionado sobre se a Ucrânia tinha alguma linha vermelha nas negociações.

    Para Shmyhal, estas linhas são a constituição do país, as “aspirações e obrigações europeias” e o direito internacional.

    “Entendemos também que deve ser um acordo de parceria, pelo que as condições devem ser iguais para ambas as partes”, acrescentou.

    As negociações com os EUA, para as quais o primeiro-ministro diz estar “otimista”, durarão durante a próxima semana, acrescentou.

  • Rússia vai discutir regresso de voos diretos para os EUA na reunião desta quinta-feira

    A Rússia vai levar o regresso dos voos diretos entre o país e os EUA para ser discutido na reunião entre os representantes dos países em Istanbul, afirmou o embaixador russo nos Estados Unidos, Alexander Darchiev, citado pela Reuters.

    Os voos diretos entre ambos os países estão suspensos desde a invasão da Ucrânia, em 2022. Segundo o embaixador, o regresso dos voos iria “estimular os negócios e facilitar a vida das pessoas comuns de ambos os lados do oceano”.

  • Chefe da Defesa da Ucrânia diz que ofensiva russa de primavera "já começou"

    Oleksandr Syrskyi, o chefe da Defesa da Ucrânia, afirma que a ofensiva de primavera da Rússia contra a Ucrânia “já começou”.

    A afirmação foi feita durante uma entrevista ao LB.UA, que é citada pelo jornal Kyiv Independent, e surge depois de Zelensky ter avisado que Moscovo estava a reunir operacionais para uma ofensiva contra Karkhiv e Sumy esta primavera.

    “Posso dizer que o Presidente está absolutamente certo e que a ofensiva na verdade já começou”, declarou Syrskyi.

  • Dois mortos e dois feridos em ataques russos na região de Donetsk

    Os ataques russos desta quarta-feira na região de Donetsk causaram dois mortos e dois feridos, avança Vadym Filashkin, Chefe da Administração Militar do Oblast de Donetsk, citado pelo Ukrainska Pravda.

    Filashkin disse ainda que os mortos tinham 40 e 50 anos e reiterou o apelo à evacuação dos civis na região. “Mais uma vez, peço a todos os civis que sejam responsáveis. Evacuem para regiões mais seguras da Ucrânia”, sublinhou.

  • Seis drones ucranianos destruídos pelo exército russo em Belgorod

    A Ucrânia lançou seis drones na região de Belgorod que foram destruídos pelas forças russas.

    “Os sistemas de defesa aérea russos destruíram seis drones ucranianos sobre a região de Belgorod”, informou o Ministério da Defesa russo, citado pela Tass.

  • NATO está a "deitar lenha na fogueira" do conflito, diz Rússia

    A porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros russo, Maria Zakharova, afirmou que a NATO está a aumentar as despesas com a defesa para se preparar para um possível conflito com a Rússia.

    “A aliança continua a acreditar que o nosso país é uma ameaça a longo prazo e continuará a sê-lo mesmo após o fim do conflito ucraniano”, sublinhou a porta-voz, citada pela Sky News.

    Zakharova acusa a Aliança do Atlântico Norte de estar “abertamente a deitar lenha para a fogueira do conflito”.

  • Forças ucranianas tentaram atacar estação de compressão russa que serve gasoduto que envia gás para a Turquia

    A Ucrânia tentou atacar uma estação de compressão que serve o gasoduto TurkStream que envia gás da Rússia para a Turquia através do Mar Negro, informou o ministério da Defesa da Rússia, que é citado pela Tass.

    Em comunicado, o ministério afirmou que não foram causados quaisquer danos e que os drones foram abatidos pelas defesas aéreas.

  • Kiev ataca infraestruturas energéticas russas nas regiões de Kursk, Rostov e Zaporíjia

    De acordo com a agência de notícias russa Tass, as forças militares ucranianas atacaram instalações energéticas da Rússia nas regiões de Kursk, Rostov e Zaporíjia.

    “Kiev continua com os ataques unilaterais à infraestrutura energética russa, atingindo alvos quatro vezes num dia”, avança a Tass, que cita o Ministério da Defesa russo.

  • Lavrov visita Turquia e pode reunir-se com homólogo turco

    O ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Sergei Lavrov, vai viajar para a Turquia no próximo sábado, dia 12 de abril, para participar num fórum diplomático em Antália.

    À margem deste fórum, Lavrov pode reunir com o seu homólogo turco, Hakan Fidan, estando a reunião ainda em fase de aprovação, avança a agência Tass.

  • Ucrânia recebe cada vez menos ajuda dos Estados Unidos, diz chefe da Defesa ucraniano

    O chefe do exército ucraniano, Oleksandr Syrskyi, afirmou, numa entrevista, que a assistência militar dos Estados Unidos à Ucrânia diminuiu.

    Syrskyi disse que o principal apoio vem, agora, da Europa — com vários países a prometerem novos pacotes de ajuda.

    Ainda assim, o chefe de Defesa sublinhou o aumento dos investimentos nesta matéria. “Precisamos de confiar na nossa própria força. Tivemos sucesso na produção de artilharia e sucessos bastante significativos na guerra eletrónica”, acrescentou.

  • Kremlin não comenta alegado envolvimento de soldados chineses no conflito

    A Rússia recusa-se a comentar a declaração do Presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskiy, sobre a captura de dois soldados chineses que estavam a lutar pela Rússia no leste da Ucrânia.

    “Não posso comentar estas informações de forma alguma”, disse o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, aos jornalistas.

  • Ucrânia atacou com drones aeródromo militar na região russa de Orenburg

    O Ministério da Defesa da Ucrânia disse esta quarta-feira que as forças de Kiev atacaram com drones um aeródromo militar na região russa de Orenburg, a mais de mil quilómetros da fronteira.

    Na Rússia, um relatório militar, refere que as defesas antiaéreas abateram quatro drones, que não causaram vítimas ou danos ao aeródromo da zona de Orenburg.

    O comando militar russo disse ainda que dois outros aparelhos aéreos não tripulados (drones) foram intercetados na região de Nizhny Novgorod, a mais de 600 quilómetros da fronteira com a Ucrânia.

  • Rússia volta a afirmar que Ucrânia violou acordo que impede ataques a infraestruturas energéticas

    A porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros russo, Maria Zakharova, voltou a afirmar, na manhã desta quarta-feira, que a Ucrânia continua a atacar diariamente as infraestruturas energéticas russas.

    Estes ataques constituem uma violação de um acordo de 30 dias sobre os ataques a infraestruturas energéticas, imposto pelos Estados Unidos — algo que Moscovo e Kiev se acusam mutuamente de violar.

  • Pequim garante que afirmações de Zelensky sobre soldados chineses são "infundadas" e nega envolvimento chinês organizado na guerra

    Apesar de ter deixado o aviso para que os chineses não se envolvessem no conflito ucraniano, o Ministério dos Negócios Estrangeiros da China garante, agora, que a informação de Zelensky de que “havia muitos mais cidadãos chineses entre as forças russas” não corresponde à verdade e que é “infundada”.

    “A posição da China sobre a crise na Ucrânia é clara e consistente e é amplamente reconhecida pela comunidade internacional”, afirmou o porta-voz do Ministério, Lin Jian, deixando o esclarecimento de que os cidadãos chineses não estão a participar de forma organizada na guerra na Ucrânia ao lado de tropas russas.

    Segundo o que avança a Sky News, o Ministério sublinhou que o lado ucraniano deveria “encarar corretamente os esforços e o papel construtivo da China na resolução política” do conflito.

  • China pede a cidadãos que não se envolvam "de forma alguma" no conflito na Ucrânia

    O Ministério dos Negócios Estrangeiros da China garantiu que está atento e a “verificar relatos de cidadãos” chineses capturados na Ucrânia.

    De acordo com a Sky News, o porta-voz do ministério chinês, Lin Jian, pediu aos cidadãos que se mantenham afastados de zonas de conflitos armados e que não se envolvam “de forma alguma”.

    Esta declaração surge um dia depois de Volodymyr Zelenskyy afirmar que o exército ucraniano combateu contra soldados chineses no leste do país. Segundo o relato do Presidente, existem “muitos mais cidadãos chineses” e as forças ucranianas combateram pelo menos seis soldados chineses. Dois deles foram tomados como prisioneiros de guerra.

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