O Observador já não suporta o Internet Explorer 11 ou versões inferiores. Por favor atualize o seu browser: Saiba mais.
  • Pesquisar artigos, autores...
  • Rádio

  • Apoio a Cliente
  • Assinar o Observador Assinar
  • Opinião
  • Rádio
  • Podcasts
  • Newsletters
  • Últimas
  • Jogos
  • Secções
      • Opinião
      • Política
      • Economia
      • País
      • Mundo
      • Desporto
      • Cultura
      • Lifestyle
      • Auto
      • Ciência
      • Tecnologia
      • Justiça
      • Ouvir rádio
      • Podcasts
      • Programação
      • Sobre
      • Últimas
      • Newsletters
      • Fact Check
      • Explicadores
      • Especiais
      • Vídeos
      • Dor
      • Mental
      • Cimeira da Indústria
      • Rádio ao Vivo
      • Lisbon AI Week
      • Prognósticos
      • Observador Lab
      • Loja
      • Votómetro
      • Publicidade e Branded Content
      • SudoCrime
      • AbraPalavra
      • Sudoku
      • App iOS
      • App Android
    Nas redes sociais

Apoio a Cliente

1239,4kWh poupados 1239,4 kWh poupados com a Logótipo da Xpeng Logótipo da Xpeng
i

A opção Dark Mode permite-lhe poupar até 30% de bateria.

Reduza a sua pegada ecológica.
Saiba mais

Logótipo da XPENG Logótipo da XPENG

Descubra a mobilidade elétrica e inteligente aqui.
Expanda o seu mundo.

  • Newsletters /
  • Pontos de Vista

João Marques de Almeida, Henry Nowak e as buscas no PS

06 jun. 2026, 10:56
0:00 -0:00

Partilhar artigo

  • Copiar ligação Copiado
  • Email
  • Facebook
  • X
  • Linkedin
  • WhatsApp

As mais lidas

Observador

Pontos de Vista

sábado, 06 jun. 2026
*|IF:IS_PR!=true|*
Bata o pé. O Jornalismo independente precisa do seu apoio. Sem os nossos assinantes, não temos voz.
Torne-se assinante agora
*|END:IF|*
Fotografia de Carlos Maria Bobone
Carlos Maria Bobone
Editor de Opinião

Bom dia a todos,
Em primeiro lugar, um apelo urgente: a todos os que não o fizeram, leiam a crónica de Paulo Nogueira desta semana. A inacreditável história dos gangs da wikipédia que discutem Israel e a Palestina e que se transformou numa quase sanguinária guerra entre Estados e grandes corporações. Se fosse um filme cómico, ou uma banda desenhada Pulp, não se acreditava. Peço encarecidamente que se deliciem com este texto.

Passando a guerras mais, digamos, materiais, as grandes controvérsias estiveram lá fora. Rui Ramos escreveu sobre o escandaloso caso de Nowak, preso por ter sido esfaqueado, e José Manuel Fernandes escreveu sobre a destruição de Paris, que uma horda bárbara julgou ser a forma mais adequada de festejar o título do PSG.

João Marques de Almeida escreveu sobre os dois, com palavras muito duras para os partidos tradicionais, que se queixam do aproveitamento político destas tragédias. Não há aproveitamento político, explica ele, há, isso sim, governos que não protegem a identidade dos seus países.

Decidimos fazer-lhe uma pergunta muito simples: como é que se protege essa identidade?

João Marques de Almeida respondeu em 4 pontos:

1. As escolas ensinarem os alunos a ter orgulho na história de Portugal.

2. Ensinar devidamente o que é um país: um território soberano com uma nação com história e culturas distintas. Um país não é um mero território com habitantes sem identidade nacional e cultural. Um país não é simplesmente um território onde coabitam indivíduos reduzidos a agentes económicos a seres com múltiplas identidades que transacionam entre si. Um país não é apenas um grande centro comercial, ou um aeroporto internacional ou uma coleção de tribos e grupos. A nação é um contrato entre os vivos, os mortos eeee os que estão por nascer.

3. Um esforço público, com apoios do governo, para existir orgulho e promover a nossa história, a a nossa cultura e a nossa geografia portuguesas. A história, a língua (base da cultura) e o território são as principais fontes da identidade nacional.

4. Exigir aos imigrantes para respeitar a história e a cultura portuguesas, os nossos valores democráticos e de direitos dos cidadãos. Exigir a quem recebesse a nacionalidade portuguesa conhecimento da nossa língua, história e valores. Educar todos os filhos dos imigrantes nascidos em Portugal ou chegados ao nosso país como crianças para serem portugueses (obviamente, dupla nacionalidade e identidade).

Em Portugal, continua o affaire Passos Coelho – e Mafalda Pratas explicou porque é que o caso não ata nem desata – e as réplicas das buscas ao PS. Foi sobre isso que escreveu Miguel Pinheiro, e também Miguel Santos Carrapatoso. Se Miguel Pinheiro fala do PS e do PSD, Miguel Santos Carrapatoso fala também do Chega, o que nos levou a perguntar-lhe: porque é que o Chega parece mais imune a estes casos?

A resposta foi:

Não existirá uma resposta simples. Importa não perder de vista que o eleitorado do Chega é muito heterogéneo e difícil de perfilar. Juntará muitos antigos abstencionistas, ex-eleitores do PCP, conservadores e elementos da direita mais radical. Mas é possível dizer que serão, na sua maioria, contra o atual “sistema”. E, em muitos casos, olham para os casos que assolam o Chega como uma reação do “sistema” contra o partido que se propõe a combater o “sistema”. Tudo isto acontece num contexto de profundo desligamento e de desconfiança em relação aos órgãos de comunicação social tradicionais, caracterizados pelos principais responsáveis do Chega como elementos desse mesmo “sistema”. Aqui entram dois dados que podem servir de chave de leitura: dizem-nos os mais recentes estudos pós-eleitorais que o Chega é o partido mais votado pelos homens até aos 55 anos e que lidera entre os homens que não têm curso superior; ao mesmo tempo, e como atestam outras investigações, as pessoas entre os 25 e os 44 anos, menos escolarizadas, com rendimentos mais baixos e politicamente indefinidas demonstram menos confiança nas notícias. Existe, portanto, uma interseção quase perfeita entre eleitores do Chega e aqueles que menos confiam nas notícias, o que pode ajudar a explicar, em parte, o porquê de o impacto de um escândalo político-mediático ser maior em partidos como o PS do que em partidos como o Chega.

A figura

Esta semana, as atenções centraram-se em Henry Nowak, pelo significado político da sua morte. Além de Rui Ramos e João Marques de Almeida, também Alberto Gonçalves escreveu sobre o assunto.

Fotografia do Colunista
Jaime Nogueira Pinto

"O Fascismo nunca existiu"

Apesar do anti-parlamentarismo, do anti-comunismo e de algum folclore de “militarização da política”, nem o 28 de Maio, nem a Ditadura Militar, nem o Estado Novo foram fascistas.

Fotografia do Colunista
Carlos Maria Bobone

A Henrique Raposo, de um fariseu

Se há coisa que me atormenta, é ver um católico a chamar a outro fariseu. “Fariseu” devia ser uma acusação reservada apenas a Deus. Olhando para a humanidade, diria que mais ninguém tem esse direito.

Fotografia do Colunista
Maria João Avillez

Um modus operandi singular (e um grande artista)

Ao ver o mesmo José Luís Carneiro impresso num cartaz a pedir “confiança” aos portugueses hesita-se entre uma súbita amnésia de quem escolheu o fatal substantivo e uma atroadora impreparação política.

Fotografia do Colunista
Jorge Fernandes

Atado e bem atado

Sánchez governa apoiado em quem invoca a República a propósito de tudo e o antifascismo a propósito de nada, e mede a própria estatura democrática pela suposta indignidade alheia

Henry Nowak

"O “anti-racismo”, ou o racismo com novos alvos, é que é sistémico no século XXI. Junto com outras mortes, a morte de Henry Nowak é o exemplo acabado de um evento “politizável”. Espero que as pessoas que ainda não perderam a noção de decência o “politizem” devidamente, e que guardem o maior rancor contra o assassino e os seus inúmeros cúmplices. "

Alberto Gonçalves

a propósito das estranhas proclamações que se ouvem de cada vez que um acontecimento grave ameaça a agenda "woke"

"Outrora, o racismo era a ideologia dos que acreditavam em raças e na sua hierarquia. Como tal, foi justamente refutado e reprovado. Agora, em regime woke, é demasiadas vezes uma acusação que alguns são convidados a usar para culparem os outros e se desculparem a si próprios. "

Rui Ramos

sobre a perversão do significado de racismo

"Como é possível os polícias comportarem-se desta maneira sem qualquer evidência sobre o que tinha acontecido (como se verificou)? Por uma simples razão, que ninguém quer dizer ou escrever de um modo cru e objectivo: porque um dos jovens era branco e o outro era de origem indiana. Por isso, prende-se o branco e acredita-se no indiano. "

João Marques de Almeida

a mostrar como a incapacidade de olhar friamente para as coisas perverte a política

Não pode perder

1

Vida e morte

O que me fascina é, como a respeito de outros traços, que possamos ser uma e outra coisa, ao mesmo tempo, sem contradição. 

2

França, terra da Liberté para Espatifé e Fracturé

Para o ano, o PSG ficava com o Luis Enrique para reconquistar a Champions e contratava o Nayib Bukele para reconquistar Paris nos festejos da Champions. Esses festejos eu acompanhava com gosto.

3

O fim da mesa de jantar

Deixem a IA em paz, o PS mais as cabalas da justiça e até o facto de a Roménia não ter conseguido destruir o drone russo. Temos de tratar de um assunto igualmente sério: o fim da mesa de jantar.

Por esta semana é tudo, um bom fim-de-semana.

Recommendation Partner Recommendation Partner

Precisa de ajuda? Contacte-nos

Para deixar de receber esta newsletter clique aqui

ou pode gerir e descobrir as nossas outras Newsletters aqui

Observador - Rua João Saraiva, nº 7, 1700-248 Lisboa

Receba a próxima edição da newsletter Pontos de Vista diretamente no seu email

A newsletter de opinião do Observador. Todas as semanas Carlos Maria Bobone seleciona os cronistas nacionais e internacionais que vale a pena ler para acompanhar o estado do mundo.

  • Newsletter
  • Observador
Proponha uma correção, sugira uma pista: leitor@observador.pt

Partilhar artigo

  • Copiar ligação Copiado
  • Email
  • Facebook
  • X
  • Linkedin
  • WhatsApp

Mais newsletters

Pontos de Vista

Um aluvião a reboque de um atrelado

25/7/2026, 10:19
Pontos de Vista

Água, Mar e Neves

18/7/2026, 8:50
Pontos de Vista

Remigração e Europa

11/7/2026, 9:16
Pontos de Vista

Eutanásia, António Costa e os EUA

4/7/2026, 8:57

Últimas

Ofereça este artigo a um amigo

Enquanto assinante, tem para partilhar este mês.

Oferecer agora

A enviar artigo...

Artigo oferecido com sucesso

Ainda tem para partilhar este mês.

O seu amigo vai receber, nos próximos minutos, um e-mail com uma ligação para ler este artigo gratuitamente.

Voltar ao artigo

O seu plano não inclui a oferta de artigos

Para poder oferecer artigos aos seus amigos, faça upgrade para um plano de subscrição superior.

Ver planos

Ofereça até artigos por mês ao ser assinante do Observador

Partilhe os seus artigos preferidos com os seus amigos.
Quem recebe só precisa de iniciar a sessão na conta Observador e poderá ler o artigo, mesmo que não seja assinante.

Assinar agora

Este artigo foi-lhe oferecido pelo nosso assinante . Assine o Observador hoje, e tenha acesso ilimitado a todo o nosso conteúdo. Veja aqui as suas opções.

Atingiu o limite de artigos que pode oferecer

Já ofereceu artigos este mês.
A partir de 1 de poderá oferecer mais artigos aos seus amigos.

Voltar ao artigo

Aconteceu um erro

Por favor tente mais tarde.

Fechar

Atenção

Para ler este artigo grátis, registe-se gratuitamente no Observador com o mesmo email com o qual recebeu esta oferta.

Registar-me

Caso já tenha uma conta, faça login aqui.

Obrigado por assinar o jornalismo que faz a diferença.

Sem interesses.
Muito interessante.


Seguir
Seguir
  • Facebook
  • X
  • LinkedIn
  • Instagram
  • Youtube
Sobre
  • Política de Privacidade e Cookies
  • Termos e Condições
  • Termos e Condições da Compra
  • Como anunciar
  • Ficha Técnica
  • Estatuto Editorial
  • Política de correções
  • Regras da Comunidade
  • Contactos
  • Carreiras
Descobrir
  • Programas
  • Podcasts
  • Autores
  • Colunistas
  • Tópicos
  • Newsletters
  • Abrapalavra
  • Sudoku
Instale a nossa App

Disponível gratuitamente para iPhone, iPad, Apple Watch e Android

  • Descarregar na App Store
  • Descarregar na App Store
Recommendation Partner