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Paulo Freitas do Amaral

Convidado

Artigos publicados

Lisboa

O primeiro jardim público do mundo nasceu em Lisboa

O Passeio Público era uma ideia extraordinariamente moderna para o século XVIII: espaços de lazer e convivência para os habitantes, e não apenas para a Corte ou as elites.
Tribuna Aberta

Santo António nasceu numa família da nobreza portuguesa?

O santo do povo pode, afinal, ter começado a sua história muito mais perto das elites de Lisboa do que a memória popular costuma admitir.
Tribuna Aberta

Quando Júlio Verne jantou no Cais do Sodré

Foram apenas cerca de 48 horas... mas Júlio Verne conseguiu conhecer uma Lisboa muito particular
Tribuna Aberta

O armamento dos monárquicos e os Freitas do Amaral

Uma história de armas escondidas, de acusações de conspiração, de tentativas de mudança de regime, de tribunais militares e de uma família de Guimarães.
Tribuna Aberta

A Ásia também come Portugal

A gastronomia constitui uma das formas mais surpreendentes de compreender a dimensão histórica de Portugal.
Tribuna Aberta

Até quando sobreviverá Portugal na bandeira de Ceuta?

Talvez muitos se surpreendam ao descobrir que aquela bandeira conserva ainda o escudo português e as cores da antiga bandeira de Lisboa.
Tribuna Aberta

Os 900 anos de Portugal merecem esta ambição​​

Os 900 anos da fundação de Portugal não pertencem a um município, a um governo ou a uma geração. Pertencem a todos nós.
Tribuna Aberta

"Sidónio Pais, não durmas... senão cais"

O velho estribilho continua a merecer reflexão. Não como uma ameaça dirigida a um homem, mas como um aviso permanente dirigido a qualquer democracia.
Tribuna Aberta

Práticas para travar a descida das notas a Português

Quando os resultados descem de forma consistente, não estamos apenas perante um problema educativo. Estamos perante um problema cultural.
Tribuna Aberta

O Governo olhou para o fundo do mar ​​

Durante demasiado tempo, o mar foi encarado quase exclusivamente como espaço económico, militar ou estratégico. Esqueceu-se que nele repousa uma parte significativa da memória nacional.
Tribuna Aberta

Subir para uma mota tem algo de medieval

Tal como um cavaleiro não se limitava a sentar-se sobre o cavalo, também um motociclista não é um simples passageiro.
Humor

O legado dos Anjos para um humor sem ódio

Pela primeira vez em muitos anos, os humoristas perceberam que o público começou a distinguir humor de perseguição.
Professores

O "mau serviço" de quem conta o "tempo de serviço"

Contar o tempo de serviço não é um favor. É um dever. E quando esse dever é mal cumprido, o prejuízo mede-se na degradação da confiança no Estado e na desmotivação dos profissionais.
História

As omissões do currículo de História no ensino público

A História precisa de continuidade para fazer sentido. Precisa de uma lógica sequencial que permita perceber causas, consequências, permanências e ruturas.
Médicos

A minha asma e Carlos Paião

Ao fundo do corredor surgia a figura familiar. A barba bem marcada, a bata branca que lhe dava uma solenidade tranquila, e aquele sorriso que parecia conter duas vidas...
Hospitais

Como nasceu a expressão “estou de banco” nos hospitais

“Estar de banco”, hoje, é muito mais do que cumprir um turno. É sentar-se, metaforicamente, no mesmo banco onde começou a ciência dos nossos hospitais.
Fernando Pessoa

Fernando Pessoa e o mapa secreto das estrelas

Fernando Pessoa não foi apenas poeta, nem apenas astrólogo. Foi a tentativa de unir ambas as disciplinas numa cosmovisão que não distingue ciência de misticismo.
História

Jardim da Tapada das Necessidades, uma história de abandono

Deixar a Tapada das Necessidades entregue ao abandono significa empobrecer a cidade e condená-la a esquecer parte da sua identidade.
Arqueologia

O arqueólogo que sabia demais sobre o Alentejo

Quem caminha pela Anta Grande do Zambujeiro vê apenas a grandiosidade das pedras. Mas elas também contam a história de um homem que sabia demais para o conforto de um regime.
Japão

Nagasaki, a cidade portuguesa que a bomba atómica destruiu..

Entre Portugal e Japão, os laços não se medem apenas em distâncias geográficas, mas em memórias partilhadas.

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