Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

E começa agora mais uma comissão de inquérito das manhãs 360. Hoje é nosso convidado Bernardo Blanco, da Iniciativa Liberal. Bem-vindo.

Bom dia.

O trânsito estava uma confusão?

Estava muito.

Tem críticas para fazer? Já lá vamos. Temos cinco perguntas para lhe fazer. Cada resposta certa vale cinco pontos. Se tiver ajuda e acertar, recebe dois. Por uma resposta errada, não tem direito a nada.

Certo.

Vamos a isto? Está preparado?

É uma questão de mérito aqui.

Mais ou menos.

Nasceu em Torres Vedras, há 29 anos. Li numa entrevista que deu que foi a sua avó materna que ensinou o que era o liberalismo econômico, a avó que apelida de a Margaret Thatcher da família.

Exato.

Sendo assim, durante quanto tempo a Dama de Ferro, a verdadeira, ocupou o cargo de primeira-ministra do Reino Unido?

A verdadeira.

Quantos anos?

Foram dois mandatos, mais um interrompido a meio, acho eu, ou logo no primeiro ano.

Pode pedir ajuda.

Isso mesmo, dois e meio, mais ou menos.

Nove ou 10. Acho que é umas 11.

Oi?

Acho que é umas 11.

Pois, é uma decisão segura.

Vou dizer 11.

Muito bem.

Muito bem. Fantástico.

O Bernardo Blanco é apontado como o inevitável futuro líder dos liberalistas. Esse pode ser um objetivo para si? Neste momento, não há alternativa a Rui Rocha.

Não, eu desde que entrei no partido, sempre fui muito transparente e disse: um dia, mais tarde, não é certamente a esta altura também, a resposta é sempre a mesma, gostava de desempenhar essa função, esse cargo. Até por tudo que já passei durante estes sete anos, tenho uma ligação muito emocional ao projeto, acho que é o nosso bebê, nosso de muitas pessoas, obviamente, umas 200, 300 pessoas que começaram isto naquele primeiro ano. E por isso sim, tenho esse desejo, sempre o disse, mas não é este o momento.

Não é para agora, mas para haver concorrência e nós sabemos como a Iniciativa Liberal gosta. Nesta altura, não há concorrência a Rui Rocha, não era importante haver uma alternativa?

Eu acho que haverá alguma concorrência.

Haverá?

Não sei se é o suficiente para dizermos que não é um oligopólio, mas haverá alguma concorrência.

Que concorrência é essa?

Haverá alguma concorrência da sucessão do movimento, da oposição que existe. Não sei quem será, mas haverá certamente alguma lista opositora, parece-me.

E o projeto é o mesmo, isto é, mantém as características essenciais de há sete anos?

É Iniciativa Liberal?

Sim. Se é continuar a ver-se da mesma maneira.

Certo. Depende dos anos, porque o liberalismo tem essa perspectiva também de termos de adaptar ao contexto. Eu diria, e às vezes também já dei este exemplo, se estivéssemos no Medio Oriente, se calhar tínhamos de defender certos valores de uma forma mais assertiva. Em Portugal, onde temos todas as liberdades, praticamente a nível social e de costumes, temos de defender mais as bandeiras econômicas, mas tudo também depende do contexto. Nós tivemos o Partido Socialista N anos no governo e aí havia uma grande luta econômica também a fazer. Agora estamos numa direção um pouco diferente, a nosso ver, ainda não o suficiente, mas temos um governo que está gradualmente a tentar fazer algumas coisas e por isso o discurso também tem de ser adaptado a isso. Temos novas realidades e parece-me que os partidos, incluindo o meu, estão atrasados aí. Nós temos problemas e preocupações dos cidadãos em relação a alguns temas, como segurança, e nós estamos a deixar isso, infelizmente, para partidos mais extremistas. E os partidos moderados devem também falar desses temas. E eu até discordando um bocadinho da forma ou não, mas acho que o premiê está a fazer um esforço correto e acho que o meu partido também devia fazer mais isso. E por isso depende do contexto. Eu acho que 2025 aí virá, não é o mesmo ano que foi 2017, quando a Iniciativa Liberal foi criada.

Deixe-me só perguntar se para um partido liberal, a Iniciativa Liberal não tem algum problema em lidar com a oposição e com as críticas internas.

Não, eu acho que é exatamente igual a outros partidos. O que acontece é que nós somos um partido.

Mas não devia ser diferente?

Não, no sentido em que esse moralismo que há muitas vezes, eu não partilho do mesmo, porque eu sou um liberal. Eu sei que as pessoas são imperfeitas, todas. Podemos ter as melhores intenções do mundo, mas somos todos imperfeitos, todos cometemos erros. Achar que vamos fazer tudo bem, que os outros são maus e que nós é que somos sempre os melhores, não vai resultar. Exatamente porque eu sei que sou um liberal. Os humanos erram, é por isso que nós queremos um governo limitado e com checks and balances. Exatamente por isso. E por isso não vale a pena termos esta posição moralista, que nós somos os melhores e os outros são todos maus. E isto estou a dizer para a perspectiva geral do partido, não é direcionado a nenhum grupo.

Vamos então à segunda pergunta.

Cinco pontos para já.

Sim, muito bem. Essa tem que ver com a atualidade política, ainda que tenhamos de ir um bocadinho aqui ao passado. Em que ano foi aprovada a medida de corte de 5% do vencimento dos políticos?

Certo. Não sei se foi logo no primeiro ano ou não, mas imagino que tenha sido logo, um exemplo de Passos Coelho, deve ter sido logo 2011.

Aqui a questão é saber o que é o primeiro ano.

Diz que foi no governo Passos Coelho.

Foi aprovado, mas depois só foi aplicado no ano seguinte.

Não, foi no governo Passos Coelho.

Não, é que eu estava no morante, por isso vai já com José Sócrates. Agora, a aplicação do primeiro ano em si

Está aqui uma

Apanhámos aqui.

Seria aprovada.

Apanhámos aqui.

Se me é permitida uma dica, foi no mesmo ano em que foram decididos os cortes de vencimentos na função pública.

Mas eu imagino que tenha sido colocado no papel em 2010 e começou em 2011.

Está certo, exatamente. Foi em 2010, no âmbito do PEC 2.

Foi José Sócrates ainda, uma das primeiras medidas.

Mas depois eu imagino que no primeiro ano já tenha sido 2011.

Como é que os deputados da Iniciativa Liberal olharam para toda esta polêmica da reposição desse corte do vencimento dos políticos? Houve aqui várias reações. Tivemos a Clara do Chega completamente contra. Tivemos o presidente da República também a pronunciar-se, a dizer que preferia que tivesse efeitos para os próximos mandatos. Qual é a posição da Iniciativa Liberal?

De forma muito transparente, vou lhe dizer que houve posições diferentes dentro do grupo parlamentar. Algumas posições mais próximas daquelas do PSD, de termos de repor já, algumas posições, que era a minha e que eu de algum modo, não é costume, mas até concordei com o senhor presidente da República, não me parece correto legislarmos em causa própria. Nós tenderíamos a aprovar a medida do PS que dizia que só no mandato a seguir é que esta medida entraria em vigor. Por isso aprovarmos, mas só se aplicaria aos próximos deputados.

Mesmo sendo aqui a anulação de um corte, não estamos a falar de aumento.

Eu percebo.

É que o corte foi aplicado imediatamente.

Essas questões técnicas estou a par de tudo. A questão é mais uma questão quase de moralidade, princípio que estamos a passar para as pessoas. E por isso tenderíamos a votar a favor da medida do PS que dizia: isto aplica-se para os próximos deputados. E eu aí tendo a concordar com o senhor presidente da República, esta questão que parece quase que estamos a legislar em causa própria, isso alimenta os extremistas.

Mas isso é inevitável.

Não, não é inevitável. Exatamente por isso, o consenso a que nós chegamos foi propor duas coisas. A primeira foi logo no orçamento, dizer que o salário dos deputados deve estar indexado ao salário médio, como acontece noutros países. Não é dizer que seja igual ao salário médio. Arranjámos aqui uma forma para estar indexado ao salário médio e por isso tirar um bocadinho deste peso, porque hoje na prática não é direto, mas nós decidimos os nossos próprios salários, que aumentamos a função pública, aumentamos o cargo de diretor-geral da função pública, que aumenta o do presidente da República, que aumenta o dos deputados. Assim, ao menos havia, através desta indexação, não era tão direto. E uma segunda proposta, que é como acontece no Reino Unido, é não serem os próprios deputados a decidir o seu salário. Haver uma entidade, neste caso não é preciso criar nenhuma, já há várias, nós temos a entidade da transparência, por exemplo, mas é só um exemplo, há outras dentro do próprio Parlamento, que com base numa série de critérios, inflação, desempenhos, etc, decidisse ou pelo menos recomendasse esses próprios salários, para não estarmos todos de X em X anos a passar por este momento sempre de estamos a decidir em causa própria ou não, que não me parece desejável.

E como é que olhou para o protesto do Chega? Acha que é preciso mais assertividade por parte do presidente da Assembleia da República ou teve a atitude possível, expectável, neste caso?

É difícil, sobretudo quando temos que estar a decidir em 30 segundos, foi isso que o senhor presidente da Assembleia da República teve de fazer. Parece-me que uma coisa foi correta. Se se tivesse escalado e entrava em gabinetes, etc, ia ser tudo muito pior em termos de promoção de um partido que não se quer promover. Porque todos estes atos são para promoção e quanto mais atenção se dá a isto, pior. E por isso eu também me vou calar imediatamente sobre isto. Mas só para dizer que efetivamente parece-me um ato lamentável, um ato de vandalismo não muito diferente de outros atos que outras associações praticam e que o Chega condena. E por isso percebo o sustanto mediático, mas é vergonhoso para o Parlamento.

Está com 10 pontos. Está muito bem, está a acertar em todas.

Ainda vai o preparador Rodrigo Saraiva.

É 22, Rodrigo Saraiva.

Vamos até 2021 agora, para saber qual foi o resultado do candidato da Iniciativa Liberal, Tiago Ayres Gonçalves, nas últimas presidenciais.

À décima.

Não, não precisa de ir à décima.

Ah, isso foi três e tal por cento, mas eu acho que até chego lá, não sei se três e quatro?

Não, 3,23. Aproxima-se novos ciclos eleitorais. Começando pelas presidenciais, defende que a Iniciativa Liberal deve ter um candidato próprio, como teve em 2021?

Assim, nós vamos ter eleições agora, primeiro dando a resposta politicamente correta, e por isso vai haver uma moção de estratégia global em fevereiro na convenção, que ditará a estratégia do que é que vamos fazer.

O que é que o Bernardo Blanco pensa sobre isso?

Vou dar até a minha opinião pessoal, até porque não estarei na próxima comissão executiva e por isso tenho um bocadinho mais de liberdade agora para falar. E em termos de opinião, eu acho sinceramente que este pode ser um primeiro ciclo em que não vale a pena ter um candidato próprio. Há cinco anos a questão foi muito diferente quando nós começamos a decidir que iríamos ter um candidato para as eleições seguintes, porque havia uma questão de notoriedade, nós queríamos dar o partido a conhecer.

Mas lá sabe, muitas vezes diz, deixe-me só interrompê-lo, porque muitas vezes diz-se que as candidaturas às presidenciais são individuais, mas aí está a prova que os partidos usam as presidenciais para promoção.

Os partidos, sobretudo os mais pequenos, usam e nós naquele caso em que nem éramos conhecidos ainda, quer dizer, só tínhamos um deputado, a maioria do país não nos conhecia, claro que também usámos candidatos para promoção do partido.

Mas desta vez ponderam apoiar, por exemplo, uma figura de direita.

Nós não ponderamos, eu estou a falar exclusivamente a nível pessoal. Eu acho que a menos que haja uma mega figura que nós achamos que é fundamental promover, esta pode ser uma eleição Parece-me que há pouco a ganhar. Vai haver muitos candidatos e alguns eu acho que são competentes e por isso o partido terá de refletir. Eu não tenho uma posição definida em cima.

Quais serão os candidatos competentes que podem surgir?

Sim, vou responder muito rápido, mas enquanto há cinco anos era muito óbvio que a Iniciativa Liberal precisava de participar pra ter notoriedade, agora não me parece assim tão óbvio. E por isso acho que o partido efetivamente tem que ter essa discussão. Eu acho que à direita há vários candidatos competentes. Não sabemos, obviamente, se Passos Coelho estará disponível ou não.

Rui Moreira seria um nome que a Iniciativa Liberal poderia ter?

Nós obviamente temos alguma ligação política ao presidente Rui Moreira. O almirante Gouveia e Melo, com todas as questões que já se sabe, de sair da função militar, etc. Daquilo que se sabe, parece-me ser uma pessoa competente, mas de qualquer forma, ainda não é uma decisão que esteja tomada internamente.

Muito bem, 15 pontos. Vamos em frente.

Vai fazer o pleno. Está fortíssimo.

Esta também não é difícil. Enfim, devia ter posto isto mais difícil. O Bernardo Blanco...

Estavam com expectativas baixas.

Não. Deu nas vistas na comissão parlamentar de inquérito à TAP.

Neste programa aqui?

Na verdadeira.

Na outra.

Exatamente, na outra. A outra que é mais fácil seguramente do que esta. E a pergunta tem precisamente a ver com a TAP. Quanto é que o Estado pagou a David Neeleman para que este saísse do capital da TAP em 2020?

500 milhões.

Perfeito. Eu sabia que esta ia fazer.

E vão 20.

É verdade. E a TAP ainda está por vender. Enfim, vai havendo uns contactos que vão sendo conhecidos pela comunicação social com potenciais candidatos. Aceitam uma privatização parcial, se for essa a melhor das condições para o mercado e até para otimizar a receita?

Eu diria que sim. Eu não tenho grandes questões com as percentagens em si, porque eu percebo perfeitamente, sobretudo um governo social-democrata, que queira dizer que tem de haver aqui uma percentagem para salvaguardar uns X interesses nacionais, pra termos peso para impor depois nos contratos de ligação com as regiões autónomas. Não me parece que se for parcial, que haja um enorme problema. Agora, tu a assumir que é parcial, maioritária.

Portanto, mais de 50% com a gestão do lado dos privados.

Exatamente. Se for para o Estado continuar a ter a maioria, diria que não. Mas também não temos visto grande coisa. Nós, aliás, tentámos pressionar um bocadinho outra vez neste orçamento, voltámos a colocar a privatização da TAP, foi chumbada de novo.

Não tem que ir ao orçamento.

Não, não tem de ir. Pode lá estar, como já esteve, por exemplo, durante o período da PAF, da troika, mas sim, não tem de ir. Era mais obviamente pra fazer pressão política, porque o que eu tenho visto de indícios públicos é adiar. E nós, obviamente, apesar da pressão mediática ter passado, a nossa preocupação continua. Um pouco menor.

Acha que este governo está a alhear este dossier de alguma maneira, em termos políticos, ou é uma questão de conjuntura de mercado?

Pode ser. E também pode ser, que às vezes acontece, que é normal num governo, falta de tempo. Há muita coisa pra fazer, sobretudo naquela pasta, há muitos dossiês pesados, alguns deles bastante mediáticos, e por isso também pode ser falta de tempo. Mas a minha função enquanto deputado que está na oposição é pressionar o governo a fazer aquilo que não só eu defendo, mas aquilo que o governo cumpriu e prometeu na campanha, que era privatizar a TAP.

Muito bem, 20 pontos.

20 pontos.

Vamos ver se você consegue o pleno. Espero que esta pergunta não seja muito difícil. Como se chamava o general que foi presidente da Argentina entre 76 e 81, durante a ditadura militar?

Pronto. Passámos para a Argentina, não faço ideia.

Só agora é que está a olhar com mais atenção pra Argentina.

Não, eu tirando futebol argentino...

Posso dar aqui a ajuda?

Mas vou-lhe ser totalmente franco. Quando sabe o nome, profissionalmente reconheço, mas não vou chegar lá.

Mas quer tentar, pelo menos ajuda. Sempre são dois pontos se acertar.

Então, Jorge Videla, Augusto Pinochet ou Rafael Trujillo?

Pinochet não é, certamente, que é chileno.

Tem 50% de hipóteses de acertar.

Jorge Videla ou Rafael Trujillo?

Os meus amigos de relações internacionais vão-me matar. Vou tentar. É a primeira opção.

Está bem. 22 pontos.

Fez o pleno, mas fica claro que isso foi um palpite.

Tal como o Tiago Maya Gonçalves e o Rodrigo Saraiva.

Mas o terceiro é quem?

Foi ditador da República Dominicana. Rafael Trujillo.

O líder da Iniciativa Liberal, Rui Rocha-

Soava-me alguma coisa, mas não

...ontem disse que há pontos de contato entre a Iniciativa Liberal e as políticas adotadas pelo presidente argentino, Javier Milei. O Bernardo Blanco há pouco disse que o liberalismo também varia de contexto pra contexto. Revê-se neste liberalismo de motosserra de Javier Milei?

Revejo-me em boa parte, sobretudo se estivesse na Argentina. E mais uma vez, é essa questão de contexto que importa sempre ao liberalismo. Mas eu acho que há uma coisa muito importante, é que a Argentina está a passar uma mensagem a nível económico de liberalização. Isso é bastante diferente daquilo que temos visto na maioria da extrema-direita europeia e na política de Trump. Isto é uma diferenciação que não tem sido muito feita, mas ontem estava a ler o artigo do Economist sobre o Milei e a diferenciação que eles fazem, e isto é muito importante, aqui em Portugal não se faz muito, mas a verdade é que as políticas do Milei não têm nada a ver com as políticas protecionistas do Trump e nacionalistas. É exatamente o oposto. A questão é que, obviamente, se podem tirar os dois no espectro da direita e depois a Argentina precisa de investimento. E por isso, rejeitando o bloco chinês, etc, precisa de investimento americano e por isso a Argentina precisa estar ao lado dos Estados Unidos pra que essa recuperação econômica seja alavancada. Mas se nós olharmos pras políticas em si, é bastante diferente.

É muito diferente.

É muito diferente. A questão é que essa diferenciação não tem sido muito enfatizada. Eu gostei muito que o Economist tenha feito essa diferenciação, porque é real e a visão do Estado é completamente diferente. O Milei quer diminuir completamente o Estado. O Trump quer só mudar as pessoas que ocupam o Estado pra impor a sua visão cultural. Isso é uma diferenciação muito grande em relação à forma como se olha para o Estado. Um bocadinho mais ideológica e filosófica, desculpem esta parte, mas acho que é importante.

Bernardo Blanco sai daqui com 22 pontos, os mesmos de Rodrigo Saraiva e Tiago Maya Gonçalves. Não sei se isso diz alguma coisa.

Próxima vez vou tentar fazer um pleno, vou tentar ficar à frente. Não gosto de empatar nem perder.

Se tivesse vindo com mais tempo, tinha conseguido ganhar.

Exatamente.

Muito obrigada, Bernardo, por aceitar o nosso convite. Obrigada