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Fazemos agora uma ronda pela imprensa nacional e internacional. Hoje a edição é da jornalista Laura Figueiredo. Bom dia.
Bom dia, Nadine.
E começamos com a manchete do Diário de Notícias: as obras nas escolas estão com dois anos de atraso.
As promessas para requalificar escolas existem já desde 2023, mas o próximo ano vai arrancar ainda sem obras. Além da demora, o novo investimento anunciado por este governo também não deverá sair do papel a tempo do próximo ano letivo. Ainda há escolas com amianto e centenas a precisar de reparações de norte a sul do país. Diretores e corpo docente dizem que é necessário preparar os estabelecimentos para as alterações climáticas, para além das obras já consideradas urgentes.
E o jornal Público dá conta de que a nova rede de obstetrícia vai obrigar o Hospital de Loures a receber doentes de cinco unidades locais de saúde.
O Hospital Beatriz Ângelo, em Loures, vai passar a receber casos complexos de cinco unidades locais de saúde na nova rede de referenciação de ginecologia e obstetrícia do SNS. Este modelo vem reorganizar os serviços e definir níveis de especialização dos hospitais. São também fixados rácios ideais de médicos e enfermeiros, mas vários hospitais, sobretudo em Lisboa e Vale do Tejo, estão abaixo dessas dotações. A mudança surge a dias do arranque da primeira urgência regional de obstetrícia em Loures.
E vamos ao Jornal de Notícias. O aeroporto do Porto foi o que mais cresceu em 2025.
O aeroporto Francisco Sá Carneiro teve mais 6% de utilizadores no ano passado e conseguiu superar a barreira dos 16 milhões de passageiros. As companhias low cost Ryanair e EasyJet são as que fazem mais voos de e para a cidade do Porto. A segunda maior subida percentual de passageiros registou-se no aeroporto de Faro.
E porque hoje é sexta-feira, temos o Expresso, que escreve que o governo endurece a posição e afasta-se ainda mais da UGT.
O jornal dá conta de que a proposta entregue esta semana pelo governo desafia as linhas vermelhas da central sindical. Nesta altura, há ainda 11 pontos de colisão com a UGT a travar o acordo exigido pelo novo presidente da República para deixar passar as alterações em Belém. Por exemplo, nos contratos a termo incerto, o governo propõe que fiquem sem limite. Na segunda-feira há uma reunião decisiva.
Vamos ainda à imprensa internacional, Laura. O New York Times avança que a guerra com o Irão está a aumentar ainda mais a pressão sobre os agricultores americanos, que já estavam pessimistas.
Mesmo antes da guerra ter aumentado os custos dos fertilizantes e do combustível, a maioria dos agricultores norte-americanos já dizia estar numa situação pior do que estava um ano antes. A maior preocupação demonstrada era já o elevado custo dos bens essenciais para tratar das colheitas e agora a situação agravou-se. A diferença entre um pequeno lucro ou um grande prejuízo pode depender de os agricultores terem ou não conseguido garantir o preço dos fertilizantes e combustíveis ainda antes do início da guerra.
E o The Guardian adianta que a Bienal de Veneza corre o risco de perder financiamento da União Europeia devido ao envolvimento planeado da Rússia.
A Comissão Europeia já avisou que vai suspender uma subvenção de € 2 milhões caso os organizadores do festival mantenham os planos de incluir a Rússia. A instituição europeia explica que qualquer violação dos padrões éticos por parte do festival vai ser tratada como uma quebra de contrato. O porta-voz da Comissão salienta que a decisão de incluir a Rússia não está em consonância com os valores e padrões éticos europeus.
E fica por aqui a conferência de imprensa, hoje com a jornalista Laura Figueiredo. Os destaques da conferência de imprensa regressam na próxima segunda-feira.