Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

Vamos para mais um direto à campanha. Vamos olhar ao longo destas duas semanas para as campanhas eleitorais com os jornalistas que estão a acompanhar também os vários protagonistas. Contamos nesta edição com a Rita Tavares, a Rita Dinis, o Miguel Santos Carrapatoso, também a Inês André Figueiredo, a Rita Penela e ainda o Gonçalo Correia. Alguns estão aqui em estúdio, há outros que estão à distância e eu não sei se já estão todos aqui postos. Bom dia a todos.

Bom dia.

Olá, bom dia.

Responderam todos mais ou menos em uníssono. Vamos tentar perceber se já estão aqui efetivamente todos. Vou começar pela Rita Tavares, que vai acompanhar a campanha de Marcelo Rebelo de Sousa, presidente da República e também recandidato. Muito bom dia, Rita Tavares. Esta é uma campanha eleitoral que, para já, ainda não é, até porque até dia 18 parece que não há nada por parte do recandidato Marcelo Rebelo de Sousa.

Exato. Há uns anos que eu já questionava como é que seria não fazer campanha e ver tudo à distância. Pronto, Marcelo Rebelo de Sousa está me a dar essa possibilidade. Sempre que tentamos até agora saber qual a agenda de campanha do candidato, a resposta é que não há nada previsto neste momento, portanto, está tudo em aberto. O próprio já tinha dado a entender isso numas declarações à SIC antes do debate com André Ventura, dizendo também que depois de um dos seus assessores em Belém ter testado positivo ao vírus, estava em vigilância passiva, apesar do contacto ter sido um contacto de baixo risco, pelo menos foi o que disseram as autoridades de saúde, mas que com a tal vigilância passiva, Marcelo dizia que não podia andar em aglomerações até ao dia 18, o início da segunda semana de campanha. Tudo indica, por isso mesmo, que até lá não haverá grandes iniciativas, mas Marcelo é sempre um pouco imprevisível, portanto, vamos ver. Certo é que esta semana tem uma agenda muito preenchida como presidente da República, com a reunião no Infarmed, a renovação do estado de emergência.

A reunião no Infarmed, onde aliás, há também essa possibilidade de participarem os restantes candidatos presidenciais.

Exatamente. Tem essa reunião, tem a renovação do estado de emergência, as promulgações que terá de fazer eventualmente para alguma legislação que seja mais urgente. E para além disto tudo, Marcelo também não está muito interessado em estar na rua quando os portugueses estão confinados, o que acontece a partir de quinta-feira, ainda que, e António Costa disse no último briefing do Conselho de Ministros, que a lei do estado de emergência permite que os candidatos estejam na rua em ações políticas, que se façam ações políticas. Mas Marcelo, na verdade, também nunca definiu nem um plano A, nem um plano B, porque até agora nunca se conheceu uma única intenção de iniciativa de campanha de Marcelo, quando já se sabia há muito tempo que este mês seria um mês de risco em matéria de Covid-19 e que, portanto, havia esta possibilidade, isto que estamos a viver, de medidas mais restritivas. Marcelo, na verdade, não parece muito interessado em fazer uma campanha em que não tem aquela possibilidade de fazer aquilo em que é mais forte no terreno, os tais afetos, o contato com as pessoas, essa campanha em que é mais forte e em que é possível ser mais visível. Portanto, nada a dizer sobre esta campanha, ainda estou no sofá, entre aspas.

Portanto, se não há nada a dizer, seguimos em frente. Vamos agora aqui ao encontro da Rita Dinis, que neste caso está aqui ao meu lado. Rita Dinis que vai acompanhar a campanha de Ana Gomes. O que esperar desta campanha? Para já, o que é que está previsto, principais destaques deste arranque de campanha.

Pronto, ao contrário da Rita, eu não estou no sofá, mas estou aqui nesta cadeirinha sentada ao teu lado, ainda. A verdade é que a campanha de Ana Gomes está assim um bocadinho oscilante entre ir para a rua, não ir, manter a agenda prevista, não manter, suspender tudo, não suspender, está tudo muito nesta indecisão. A verdade é que a campanha já tinha várias ações de rua e várias ações programadas para este domingo, que seria o dia oficial do arranque da campanha, mas no sábado recebemos um comunicado de última hora a dizer que tinha sido tudo suspenso até à reunião do Infarmed na terça-feira. Ou seja, Ana Gomes deveria estar presente no domingo no distrito de Setúbal, numa ação de campanha em Sesimbra, depois na Quinta do Conde, depois no Barreiro. Seria um total de três ou quatro ações concentradas numa só manhã para cumprir o recolher obrigatório à 13h, mas tudo isso foi cancelado e o motivo que nos apresentaram foi o agravamento da situação sanitária. Portanto, estaria tudo suspenso até terça. Acontece que ontem mudaram um bocadinho de ideias e disseram mais ou menos que dado aos novos dados que se conhecia sobre a situação epidemiológica, iriam avançar algumas ações de campanha já esta segunda-feira. Portanto, não percebemos muito bem que dados são estes, porque ficou tudo na mesma entre sábado e ontem, mas a verdade é que esta segunda-feira Ana Gomes já está, digamos assim, na estrada. Vai estar em Sintra, já às 10h30, daqui a pouco, no Centro de Saúde em Algueirão-Mem Martins e depois à tarde, às 19h, vai estar num debate online com estudantes de medicina. Portanto, um debate online que não envolve rua, não envolve nenhuma ação de campanha de rua dita assim, mas que já é uma ação de campanha desta nova normalidade. Depois disso, não sabemos muito mais, porque a verdade é que a candidatura da Ana Gomes não garante agenda até 48h antes do próximo dia. Portanto, no máximo poderemos ter agenda com dois dias de antecedência, mas isso já será uma sorte. Portanto, digamos assim, vamos ficar sempre nesta indecisão permanente durante estas duas semanas.

E mais logo, Rita Dinis, vais estar praticamente no sofá novamente, até porque há esse debate online Zoom.

Que se pode ver do sofá.

Portanto, quem quiser pode acompanhar do sofá e tu provavelmente podes também fazê-lo a partir do sofá. Seguimos em frente com o Miguel Santos Carrapatoso, que está a seguir o candidato presidencial André Ventura e neste caso já houve motivos de interesse também na campanha de André Ventura, que ontem passou pelo Alentejo, hoje vai mais sul para o Algarve, não é assim, Miguel Santos Carrapatoso?

É verdade, eu não estou no sofá nem estou no estúdio, estou no carro e posso garantir que está muito frio, mesmo dentro do carro. De facto, André Ventura ontem teve um primeiro dia de campanha oficial muito atribulado, com duas contramanifestações, uma primeira organizada por um grupo de teatro, com a ajuda também de parte de uma comunidade cigana de Serpa, onde se ouviram críticas. André Ventura terá respondido: "Vamos a trabalhar", um clássico. E depois, já durante o comício, no cineteatro, apareceu não um esqueleto no armário, mas um esqueleto no palco, o que foi um momento muito constrangedor e muito embaraçoso até para o próprio candidato. Aparentemente, houve uma falha de segurança. André Ventura explicou isso mesmo depois.

André Ventura falou até em sabotagem. Não sei se haverá uma espécie de investigação ao sucedido.

Não sei se será até do interesse de André Ventura fazer uma investigação, e era esse o meu ponto. Acho que por muito legítimo que seja qualquer tipo de manifestação política, são este tipo de atos de sabotagem, de boicote, chamemos do que quisermos, que, no fundo, ajudam André Ventura a construir o discurso de vitimização que ele próprio tem tentado ensaiar ao longo desta campanha. Basta ver o que se passou com as assinaturas, com a questão de poder ou não poder suspender o mandato que o Parlamento impossibilitou. Portanto, André Ventura vai agarrar-se a todo este tipo de casos para construir uma narrativa de vitimização. As manifestações, mais uma vez, são perfeitamente legítimas. Não sei se tirarão algum voto a André Ventura, muito possivelmente vão dar-lhe votos, vão mobilizar a sua base de apoio. Hoje, André Ventura estará em Portimão, vai encontrar-se com pescadores, que é um clássico em todas as campanhas.

Vou entrar em direto.

São sempre trabalhadores profissionais que os candidatos costumam visitar. E vai ser interessante perceber o que esses pescadores têm a dizer a André Ventura, porque de facto são sempre parte de uma população muito esquecida e que só é lembrada durante estas campanhas. Portanto, para André Ventura, que muita da sua força reside nos chamados descontentes, nas pessoas que estão descontentes com a falta de resposta dos vários governos ao longo dos anos, será muito interessante perceber o que é que têm a dizer a André Ventura e o que é que André Ventura tem a dizer a estes pescadores.

Vamos esperar para ver o que tem o candidato André Ventura a dizer a esses pescadores. André Ventura que tem hoje previstas essas ações de campanha mais a sul. Seguimos agora em frente com outro dos repórteres que vai acompanhar também um candidato. Falamos agora com a Rita Penela. Bom dia, Rita, não sei se já estás neste momento operacional.

Olá, já estou operacional. Não me perguntes onde é que estou, porque não faço ideia. Foi a primeira saída que apanhei na autoestrada para conseguir fazer a ligação agora de manhã.

Mas continuas em alta perseguição a João Ferreira, o candidato apoiado pelo Partido Comunista. Começo por te perguntar as primeiras notas dessa campanha, a olhar para as últimas 24 horas, mas também para aquilo que aí vem.

Portanto, ontem João Ferreira a começar a campanha, o período oficial, por assim dizer, a norte, no Coliseu do Porto, com todo o cumprimento das regras sanitárias, mas, no entanto, não deixando de causar alguma estranheza as imagens do Coliseu a um terço da lotação, numa altura em que já se fala no novo confinamento geral. Portanto, aqui há algum ruído também nas redes sociais de pessoas incomodadas com o número de pessoas presentes, ainda que cumprindo aquilo que está em vigor neste momento, com João Ferreira a dizer que é uma candidatura insubstituível, que não há aqui margem nenhuma para abdicar, para dar o apoio, para o PCP passar a apoiar outro candidato à corrida presidencial, e a deixar claro que será uma campanha também para manter, ainda que não saibamos o que os próximos dias nos trarão. Com João Ferreira a participar amanhã também na reunião com os especialistas. No dia seguinte estava prevista logo de manhã uma ação em Ponte de Lima, mas a agenda, neste momento, tal como a Rita Dinis dizia sobre Ana Gomes, neste momento nós não temos com 48 horas de antecedência, mas apenas no dia anterior. Portanto, ainda não sabemos qual é que será o destino. Amanhã à partida de manhã, reunião no Infarmed, mas depois ainda está tudo por alinhavar e assim será até dia 22, 23.

Mas para já ainda não há indicação de que possam reduzir o número de iniciativas a pensar também na pandemia?

Há indicação, mas já conhecida há alguns dias. Portanto, todos os almoços, jantares e comícios foram suspensos. Mas ontem João Ferreira, na abertura, no Coliseu do Porto, a dizer que seria para manter e que seria para visitar e para percorrer o país. Portanto, muito provavelmente ações simbólicas com muito poucas pessoas para marcar a presença e não deixar de estar junto das pessoas e não quebrando essa tradição do PCP de fazer muitos e muitos quilómetros em campanhas eleitorais.

Obrigado, Rita Penela. Seguimos com a Inês Andréia Figueiredo, que acompanha a campanha eleitoral de Marisa Matias. Bom dia, Inês. Ontem já houve campanha para a candidata apoiada pelo Bloco de Esquerda. O que é que se segue?

É verdade, Marisa Matias faz parte dos candidatos que já estão na estrada, ao contrário de outros, como já pudemos ouvir. E esta primeira semana eleitoral arranca daqui a uns minutos com uma vinda à Charneca da Caparica, aqui em Almada, a uma casa de uma cuidadora informal, sendo esta uma das grandes lutas da eurodeputada do Bloco de Esquerda nos últimos anos. Aliás, aqui um à parte, este é um dos temas em que Marisa Matias não critica o atual presidente da República, até pelo contrário, e aproveitou um dos debates presidenciais para o dizer e para agradecer a Marcelo Rebelo de Sousa a intervenção que tem tido neste assunto. Como dizias, a campanha arrancou já ontem oficialmente com um comício virtual que juntou 750 pessoas no Cinema de São Jorge, sendo que estavam todas a assistir virtualmente, como já disse, através das redes sociais de Marisa Matias. A candidata apresentou-se como uma solução de futuro e deixou duras críticas à direita dos últimos anos, com referências a Trump, a Bolsonaro e até a chamar Trumpominion a André Ventura. Hoje, depois desta iniciativa aqui em Almada, a campanha segue para Santarém, onde durante a tarde vai haver uma visita em que os problemas do Tejo são o tema central. Ainda esta noite, Marisa Matias regressa para Lisboa para mais um comício, novamente virtual, desta vez sobre alterações climáticas na Estufa Fria, no Parque Eduardo VII, até porque as iniciativas de campanha de Marisa Matias se vão manter, por enquanto, praticamente inalteradas, até porque a organização já tinha pensado estes eventos com a ideia de um possível agravamento da pandemia, como veio a acontecer.

Obrigado, Inês André Figueiredo, e agora vamos para o Gonçalo Correia. Gonçalo Correia, que acompanha a campanha de Tiago Maia. Bom dia, Gonçalo Correia, tu que estás aqui em estúdio. Para já, ainda não te fizeste à estrada, mas conta-nos como é que vai ser esta campanha. Previsões para a campanha de Tiago Maia Gonçalves.

Fizeste uma pergunta difícil, João, porque a própria campanha neste momento não tem grandes previsões sobre aquilo que poderão ser os próximos dias. E isto porque aquilo que estava previsto era que esta segunda-feira tivéssemos uma espécie de pré-arranque da campanha, um início não oficial, com uma visita ao belenenses que juntaria o candidato Tiago Maia com o líder do partido de que é fundador e que o apoia nestas presidenciais, a Iniciativa Liberal, falamos de João Cotrim Figueiredo. Ora, isso foi alterado devido à evolução da pandemia e à aproximação de um novo confinamento. Aquilo que existirá esta segunda-feira será um arranque oficial da campanha à frente do Campo Pequeno, em Lisboa, também com a presença de João Cotrim Figueiredo, mas sem apoiantes, apenas os dois, o líder da Iniciativa Liberal e o candidato presidencial, com alguns jornalistas presentes, não teremos muito mais do que isto. Para os restantes dias, há um plano provisório de campanha que inclui debates e audiências em universidades, uma ou outra visita a empresas, uma visita a um mercado, por exemplo, que é uma coisa que dificilmente acontecerá com o novo confinamento, encontros com comerciantes locais que também talvez não possa acontecer nos moldes, pelo menos em que estavam previstos antes desta possibilidade do novo confinamento sobre a população. Mas o que teríamos já era uma campanha com uma a duas ações de campanha por dia, em várias cidades por todo o país, mas um programa não muito extenso, sem arruadas, sem jantares, comícios. Só um dos dias é que seria mais preenchido, que tinha mais ações, a 20 de janeiro, portanto, desta quarta-feira há uma semana. Mas para já este plano continua a ser uma incógnita, apesar de já ter sido previamente divulgado, neste momento está a ser avaliado de acordo com a evolução da pandemia. E há aqui um motivo para isto e que pode complicar aqui um bocadinho estas coisas, que é o Tiago Maia Gonçalves tem defendido, e fê-lo, por exemplo, no período de debates, fê-lo muito claramente, que não tencionava fazer nada, ele disse-o nestes moldes, não tencionava fazer nada que não estivesse ao alcance do comum do cidadão, que o comum do cidadão não pudesse fazer. Ora, isto cria aqui um problema, porque se houver, como tudo indica-

Tendo em conta que vem o confinamento, não é?

Pois, não haverá muita coisa que seja permitida ao comum do cidadão. Portanto, isso cria um problema. Obviamente, a democracia não está confinada, mas há uma tentativa aqui de tentar criar uma certa imagem de responsabilidade, que é uma posição que tem vantagens, obviamente, e desvantagens. Ora, a primeira desvantagem é evidente. No início desta corrida eleitoral, Tiago Maia Gonçalves partia como o candidato que os portugueses não conhecem. Portanto, já conheciam todos os outros candidatos, já tinham sido candidatos a outros cargos, eram dirigentes de partidos, estavam nos meandros da política, eram políticos profissionais, como Tiago Maia Gonçalves fez questão de dizer no início. No caso dele, as pessoas não o conheciam. Ele foi se afirmando nos debates, foi melhorando também ao longo deste período, tornando-se mais eficaz de um ponto de vista comunicacional. Parecia estar aqui a ganhar um embalo que um período de campanha, que garante sempre mediatismo, exposição nas televisões, nos meios de comunicação aos candidatos, que de fato poderia aproveitar e poderia alimentar. Outra desvantagem evidente é: o próprio candidato tem uma posição diferente sobre aquilo que deve ser feito para conter a pandemia e daquilo que deve ser feito daqui em diante. Ele disse, aliás, num dos debates, muito claramente, que era totalmente contra o novo confinamento da população, que entendia que o país não aguentava essa opção, e dizia outra coisa, dizia que na sua posição contra o estado de emergência, que os próprios portugueses tinham se mostrado responsáveis e que se lhes fosse dada a liberdade para decidir, como a Iniciativa Liberal tende a defender, que se mostrariam responsáveis nesta altura. Ora Por exemplo, essa liberdade foi dada no Natal, houve um alívio das medidas de restrição de direitos e de liberdades dos portugueses decorrentes da pandemia. E aquilo que se percebe é que isso teve um efeito prejudicial, pernicioso na evolução do número de casos e leva à medida que Tiago Gonçalves se vinha opondo muito claramente há não muito tempo, há uma, duas semanas, dizia que era impensável um novo confinamento, e isto complica. A única vantagem que eu posso ver com esta posição é que é nítido que ficou a impressão nos últimos meses, com congressos partidários, com manifestações, com alguns eventos políticos, que há um sentimento de desgaste das pessoas com a política e um sentimento de que os políticos podem fazer aquilo que o comum cidadão não pode. E de fato, a democracia não está confinada, isso está previsto, aliás, legalmente, mas Tiago Mayan pode tentar aproveitar este sentimento de descontentamento. Vamos ver aquilo que acontecerá nos próximos dias e o que poderemos ter nesta campanha de Tiago Mayan Gonçalves.

Obrigado, Gonçalo Correia. Fica aqui um retrato da campanha, também ainda com muitas dúvidas, mas para já está fechado este primeiro direto à campanha, neste que é o primeiro dia em que o Observador vai para a estrada com seis dos sete candidatos. Para já, alguns ainda não têm propriamente agenda definida, mas todos os dias depois das 9h30 da manhã, vamos olhar para o andamento da campanha eleitoral. Para já, como disse, ainda com poucos quilômetros percorridos.