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"E o Campeão É" estamos em semana europeia. Para já, não tem sido positiva para as equipes portuguesas. O Benfica perdeu com o Chelsea, o Sporting ontem perdeu com o Napoli. Duelos complicados, é certo. Hoje, o Sporting Braga joga na Escócia, frente ao Celtic, em Glasgow. O Futebol Clube do Porto joga no Dragão, frente aos sérvios do Estrela Vermelha. São jogos para analisar nesta edição de "E o Campeão É". Eu sou o Miguel Cordeiro, comigo nesta edição estão a Mariana Fernandes, o Augusto Inácio e o Pedro Henriques. Mariana, vamos começar pelo Sporting, naturalmente. Perde por 2 x 1 frente a este Napoli, um jogo em que fica a sensação de que o Sporting até podia ter feito mais. Cometeu aqui alguns erros, perde por 2 x 1 frente ao campeão italiano. Fica com uma boa imagem este Sporting, apesar do resultado não ser positivo?
Sim, eu acho que o resultado não é positivo. Acho que o Sporting já está um bocadinho para além da era das vitórias morais e já se exige um bocadinho mais ao Sporting. Ainda assim, obviamente, não foi propriamente um dia catastrófico para Rui Borges, nem para o próprio Sporting. Acho que o Sporting poderia ter saído com um resultado diferente, particularmente o empate, mas até a vitória aliada à altura, se o Pedro Gonçalves tivesse tido um bocadinho mais de eficácia naquela grande oportunidade que tem antes do 2 x 1 do Napoli, as coisas poderiam ter sido bem diferentes. Eu acho que é um jogo onde o Sporting acaba por permitir e por conceder gols, tanto na primeira como na segunda parte, no melhor momento que está a atravessar no jogo. Ou seja, na primeira parte, depois de uns bons 20, 25 minutos em que o Napoli esteve claramente com mais posse de bola, uma posse de bola consentida pelo Sporting, que estava organizado defensivamente, não permitia grande coisa à equipe adversária. O Sporting até estava ali, naquela altura, numa fase ali nos 35, 36 minutos, numa fase em que estava a conseguir ter mais bola, estar inserido no meio-campo contrário, procurar chegar mais perto da baliza. Não estava, obviamente, a dominar, nem a criar oportunidades, mas estava claramente a viver o seu melhor momento na primeira parte, quando sofre o gol de transição rápida por parte do Napoli. Na segunda parte acontece o mesmo, ou seja, o Sporting empata e depois entramos ali numa fase, nos últimos 25, 20 minutos, em que se estava claramente a notar que o Sporting tinha mais pernas do que o Napoli e que estava muito melhor fisicamente do que o Napoli. E é precisamente nessa fase da oportunidade do Pedro Gonçalves, o Sporting cria, antes há um remate do Kenda também, enquadrado para a defesa do Milinković-Savić, e eu acho que o Sporting estava a conseguir embalar no sentido de chegar mais perto e de criar mais oportunidades, quando sofre depois também o 2 x 1 por parte do Haaland, num lance onde eu acho que o Rui Silva não fica nada bem na fotografia. Portanto, eu acho que o Sporting acaba por ter essa fragilidade, digamos assim, de ter sofrido um gol na primeira parte e depois outro na segunda, nos melhores momentos que atravessava no jogo. Se calhar, também nos momentos em que se preocupou menos com as tarefas defensivas ou pelo menos com esse acerto defensivo que estava a ser paradigmático e claro durante todo o jogo. Ainda assim, é um bom jogo do Sporting, obviamente acaba por ser traído aqui pela eficácia do Haaland e pelo talento do Kevin De Bruyne, é preciso não esquecer. Mas acho que foi um jogo muito positivo, onde o Rui Borges, mais do que querer dar confiança aos jogadores, mostrou que realmente tem um plantel e pela primeira vez em vários anos, o Sporting, mais do que um 11 inicial, tem um plantel e isso pode vir a fazer diferença ao longo da temporada.
Sim. Augusto Inácio, que notas tens deste encontro frente ao Napoli, em que o Sporting acaba por perder por 2 x 1?
Boa tarde a todos. Bem, a nota que eu tiro tem muito a ver com aquilo que a Mariana Fernandes já falou. Tal e qual como eu tinha dito ontem, eu acho que o Sporting tinha possibilidade de ganhar em Napoli. O Sporting entrou naquele espírito de Champions, um espírito que é competitivo, que é combativo, que é organizado, mas depois falta uma ou duas coisas para chegarem um bocadinho mais acima, que além da eficácia, é não cometer erros, que as faltas fazem parte do jogo. E acho que o Sporting, na saída do De Bruyne, que praticamente isolou depois o Haaland. Eu acho que aí, nessa fase, em que o Sporting estava desequilibrado defensivamente, principalmente no seu meio-campo, acho que podia se ter feito ali uma falta e isso podia ser bom naquela altura do jogo. E depois, claro, o Sporting ainda faz o empate, o Sporting tem a oportunidade de fazer o 2 x 1 e depois o cruzamento de De Bruyne e o Rui Silva teve uma má abordagem ao lance, faz 2 x 1, mas fica aqui a sensação de que o Rui Borges deu um sinal claro ao plantel de que realmente conta com todos os jogadores. Ninguém se pode sentir titular. É verdade que o Sporting fez muitas mudanças ontem, mas o espírito esteve lá e acho que o Sporting faz um bom jogo, mas os fatos são fatos. Jogos grandes, o Sporting perde. Perde com o Benfica a final da Supertaça, perde com o Porto em casa em Alvalade para a Liga e perde agora num jogo grande também em Napoli. Mas isso faz olhar para dentro e dizer assim: "Mas afinal o Sporting tem praticamente dois jogadores para cada lugar. O Sporting tem soluções, o Sporting tem 11 inicial, o Sporting tem banco". E depois o Rui Borges também esteve bem, na minha opinião. A jogarem 4-2-3-1, depois está a perder, coloca o Suárez que estava no banco ao lado de Ioníz. O Sporting tenta ir ao gol, ganha uma grande penalidade e depois volta outra vez ao 4-2-3-1 quando tira o Suárez. Mas também na equipe inicial, acho eu, visou um bocadinho aquilo que vai ser o jogo com o Sporting Braga, porque o Sporting fez muitas alterações para este jogo, visando precisamente, talvez pelo desgaste físico de alguns jogadores, o Rui Borges é que é o técnico e sabe como é que eles estão, e deu meia parte a uns e não deixou fazer o jogo na totalidade daqueles que ele acha que podem ser úteis e titulares no jogo com o Braga. Eu acho que o Rui Borges geriu bem a situação e foi pena o resultado, porque o Sporting merecia muito mais do que aquela derrota, ou seja, pelo menos o empate merecia, para não dizer também a vitória.
Concordas, Pedro Henriques? O Sporting tinha condições para conquistar pontos aqui em Napoli perante o jogo que fez?
Ou seja, moral da história: jogaram como nunca e perderam como sempre. Eu gosto desta frase. Porque isto não é sina do Sporting, é sina das equipas tugas quando entram nestes patamares. Ou seja, aqueles remates que se falham, que normalmente marcam-se gols, ou a luva, como eu costumo dizer, a tal luva que salva no final, Milinković, ou a luva que permite e que não salva, estou a falar do guarda-redes do Sporting, de cá é sempre diferente. Ou seja, é a postura mental. Voltamos ao mesmo, porque há aquela sensação, e vi isso em muitos discursos, não obviamente da equipa, mas sobretudo dos adeptos, que de alguma maneira há um aceitar que os outros realmente são melhores e que vai ser muito difícil. E o importante é apostar as fichas no campeonato nacional. E não estou a dizer que não seja, até porque o Sporting tem um jogo extremamente difícil. Nem sequer vou questionar o onze, porque a Mariana disse uma coisa que eu também concordo, este Sporting hoje está a mostrar outras soluções para além de onze jogadores. Agora, eu acho que falta aqui qualquer coisa, que é dar aquele salto, porque nós vemos muitas vezes. Está bem que agora foi o Chelsea, aqui a encontrar as duas equipas, foi o Chelsea e foi o Nápoles. Um é campeão do mundo, o outro é campeão nacional de Itália. Portanto, sei que estamos a falar de equipas de um nível muito elevado e é bom que tanto Benfica como Sporting, neste caso o Sporting, tenham se batido lá, não digo de igual para igual, porque os números não mostram isso, mas pelo menos dando boa conta e em determinados momentos do jogo, estando por cima e, em determinados momentos do jogo, podendo inclusivamente marcar o golo que poderia dar outro tipo de descanso, de vitória, etc. Ou pelo menos trazer o empate. Só que falta esta atitude mental e eu muito honestamente, nestas coisas, não sei se é da idade ou ficar velho, eu acho que nós não podemos nos contentar com o poucochinho. E nós muitas vezes, à boa maneira portuguesa: "Está porreiro, olha, menos mal." "Então, como é que estás?" "É mais ou menos." Percebes? Eu acho que falta isto e acho que as equipas têm que olhar mesmo para a Liga dos Campeões, sabendo que dificilmente vai, se calhar, ser-se campeão europeu, por razões óbvias, financeiras, de estruturas, tudo o que lá está, mas tem que se olhar de outra maneira e acho que esse não olhar dessa maneira faz com que, por exemplo, o primeiro jogo que o Benfica fez em casa tenha perdido, com uma equipa que supostamente não era para perder. É a atitude mental. Eu acho que falta aqui qualquer coisa nesse aspeto. Queria realçar, para terminar, que realmente se o Rasmus Hojlund marcou dois gols e se calhar acaba por ser para muitos o man of the match, mas não há dúvida que o Kevin de Bruyne foi a figura, ou então se quiserem troquem, um foi a figura, o outro foi o man of the match, porque percebe-se a grande diferença, por um lado, deste Kevin de Bruyne, aquilo que dá e faz jogar. E depois estas coisas que quando às vezes tentamos explicar porque é que o jogador dá-se bem aqui, não se dá lá, ele até apontou para o símbolo. Ou seja, em Manchester não marcava, foi excluído, aqui marca. O que eu quero dizer com isto é que às vezes o homem, e quando digo homem, digo homem e mulher, estou a dizer o homem no sentido genérico, muitas vezes é o homem e a circunstância, e é o contexto em que está e cada vez mais me convence que a parte mental domina mesmo isto tudo. É preciso é depois termos a palavra certa ou a chave da fechadura certa para desbloquear essa parte mental.
Hoje, Liga Europa, há Sporting Braga em Glasgow, há Futebol Clube do Porto no Dragão com o Estrela Vermelha. Augusto Inácio, há condições para fazer melhor do que fizeram Benfica e Sporting na Liga dos Campeões?
Sim, condições há. Embora o Braga tenha um jogo muito complicado, que é que em Glasgow não é nada fácil, porque além do ambiente, a equipa do Celtic também é uma boa equipa. Enfim, é um jogo que eu diria que se o Braga viesse de lá com empate, acho que também não era um mau resultado.
Desculpe interromper. Esta semana passa a ser muito decisiva para o treinador do Sporting Braga, porque o resultado de hoje e o resultado do fim de semana podem determinar a continuidade ou não do treinador.
Miguel Cordeiro, se me perguntares o que eu acho do treinador do Braga, eu acho que no último jogo, eu pensei que ele já tinha ido embora. Eu pensei que nesse jogo ele já ia embora. Claramente que está sob pressão, tem este jogo em Glasgow, depois vai jogar com o Sporting. São dois jogos que realmente podem ser fatais, também no caso de ser resultados positivos, o homem vai continuar lá mais algum tempo, mas o ambiente ali para Braga não é nada bom para o treinador e isso é uma pressão acrescida para o clube e, neste caso, para o próprio treinador. O Fogo do Porto não são favas contadas, porque o Dinamo de Zagreb é aquela equipa que pode ser uma equipa surpresa. Ou seja, está toda a gente a dar a vitória ao Fogo do Porto. O Porto está a jogar bem, é verdade. O Porto está intenso, é verdade. O Porto ganha, não sofre gols, é verdade. Mas nas competições europeias, às vezes, as coisas também podem acontecer e o Estrela Vermelha a jogar em contra-ataque, que eu acho que é isso que eles vão jogar, acho que pode também criar dificuldades ao Fogo do Porto. Mas claramente que eu estou à espera de uma vitória do Porto, pelo momento que está a passar. E vamos ver, porque eu acho que o Porto, nos primeiros 20 minutos, meia hora, até a primeira parte, vai tentar fazer o resultado, que é para depois gerir alguma coisa, porque tem um jogo já importante com o Benfica no domingo. Por isso, acho que o Porto vai entrar a todo gás, como sempre, e esperar que o Porto realmente possa fazer um resultado que na segunda parte possa gerir as coisas de forma a que o treinador do Porto depois possa gerir também o esforço de alguns jogadores.
Marina Fernandes, o que é que esperas para estes dois encontros logo à noite a contar para a Liga Europa? Ou à noite, não, à tarde.
Este jogo do Sporting Braga, por muito que seja muito complicado, a verdade é que o Celtic também está sobre uma pressão brutal. Não só empatou o primeiro jogo, curiosamente contra o Estrela Vermelha, que vai jogar contra o Porto, mas está a ter aqui um arranque de temporada manifestamente mau, desde logo com aquela eliminação no playoff de acesso à Liga dos Campeões nas grandes penalidades com o Karatał Mati, do Cazaquistão, que nunca tinha estado na Liga dos Campeões. Portanto, há uma insatisfação brutal por parte dos adeptos do Celtic. Havia, aliás, um protesto marcado para este jogo, que eu acho que tinha a ver com os dias de silêncio da direção do Celtic, depois de os adeptos terem exigido uma explicação face ao que aconteceu na Liga dos Campeões. Acho que eram 29 dias, portanto eles iam fazer 29 minutos de silêncio. Entretanto, esse protesto foi cancelado. Mas é um clube e é uma equipa que está sob uma pressão brutal. Portanto, claro que o Sporting Braga pode beneficiar disso. Não deixa de ser um jogo muito complicado, porque o próprio Sporting Braga também está aqui sob uma pressão complicada, mais em termos internos do que europeus, depois daquela vitória, brutal vitória, diga-se, se calhar o melhor dia do Sporting Braga desde o início da temporada contra o Feyenoord no Minho.
Quanto ao Futebol Clube do Porto, acho que tem toda a capacidade e quase a obrigação de vencer o Estrela Vermelha. Joga em casa, joga contra uma equipa teoricamente acessível, está a poucos dias de um clássico importantíssimo contra o Benfica no Dragão. Acredito que Francesco Farioli faça algumas alterações, não necessariamente do ponto de vista da poupança de jogadores, mas se calhar a gerir o esforço de alguns dos jogadores mais utilizados, até porque o Porto tem sofrido um bocadinho com lesões neste arranque de temporada, mas acho que tem de ser um jogo tranquilo para o Futebol Clube do Porto. Apesar de eu ter ficado um bocadinho surpreendida com a exibição da semana passada contra o Salzburgo. É certo que foi na Áustria, é certo que o Salzburgo também não é o Estrela Vermelha, mas o Porto fez talvez o pior jogo desde o início da temporada na Áustria. Mas acho que tem tudo, obviamente, entre qualidade coletiva e individual, para ter uma noite tranquila contra o Estrela Vermelha.
Pedro Henriques, não sei se tens aí já nas tuas notas os ons de Braga e Futebol Clube do Porto, mas rapidamente, o que esperas deste encontro?
Sim, eu estava muito moralizado porque tinha acertado no 11 do Benfica. Ontem o Rui Borges fez com que eu tivesse o pior resultado sempre aqui ao nível das apostas. Só acertei em sete. Mas o Vale e Aquilo na segunda parte foi ver o 11 que eu tinha proposto e lá acelerou as coisas. Eu hoje estou na dúvida se o Futebol Clube do Porto está mais preocupado, eu não digo isto com ironia, mas é verdade, com o Porto-Benfica, e tem que estar, obviamente, porque é importantíssimo para as contas do título, ou não, ou se as fichas são hoje. Eu punha, e depois também há uma dúvida, não sei se o Samu está em condições ou não, porque o Samu primeiro é mais titular que o Golo. Partindo do princípio que está tudo ok, eu punha os melhores. Agora, tenho muitas dúvidas se destes jogadores há aqui quatro que também não saem e fico com sete. Eu punha o Diogo Costa, o Alberto Costa, o Bendreko, o Kior, o Francisco Mouro, o Alan Varela, o Fraulo, o Gabi Veiga, o PP, o Samu e o Borges Sáenz. No meio disto tudo, se aparecer o Golo por causa da lesão, se aparecer o Arêde Gomes, se aparecer um Pablo Rosário, se aparecer um Zaidu, não me admira e por isso eu vou apostar neste número 11. Mas fica já esta ideia, porque não sei qual é o tipo de gestão que está a ser feito para esta segunda roca, quinta Liga Europa, domingo, sobretudo esse jogo que é com o Benfica e que tipo de gestão é que vai fazer. Garanto que hoje foi o mais difícil que tive em termos de olhar e pensar qual seria o 11.
Muito bem, vamos às nossas notas de campeão. Mariana Fernandes, começo por ti.
Uma nota um bocadinho genérica para o jogador português, porque a verdade é que tivemos aqui uma jornada da Liga dos Campeões um bocadinho paradigmática no que diz respeito à importância dos jogadores portugueses. Começo logo pelo Rafael Guerreiro, que marcou na goleada do Bayern de Munique contra o Pafos. Depois temos ontem, para além do Sporting ter jogado com vários jogadores portugueses, e destaco a exibição do João Simões, a verdade é essa. No Villarreal-Juventus, Francisco Conceição a marcar e depois Renato Veiga a fazer o gol do empate para o Villarreal, já quase em cima dos descontos. E depois, obviamente, no Barcelona-PSG, mais uma exibição brutal do Nuno Mendes, Gonçalo Ramos a ser decisivo com o gol da vitória. Portanto, foi uma jornada particularmente feliz para o jogador português na Liga dos Campeões. Uns perderam, outros ganharam, mas quase todos tiveram o impacto do costume nas suas respetivas equipas.
Augusto Inácio.
Nota 20, como sempre, para Porto e Braga, que jogam hoje para as competições europeias. Dou sempre essas notas altas para as equipas portuguesas que têm de vencer. E queria dar aqui nota 15 para um menino que tem 18 anos, fez um grande jogo ontem, que é o João Simões, e mostrou ao treinador que não estava cagado.
Muito bem. Pedro Henriques.
Exatamente. Para mim, vou dar nota 16 ao Nuno Mendes Gonçalo Ramos, especificando um bocadinho mais aquilo que foi uma noite, de uma maneira geral, de Champions League, com muitos portugueses e a maior parte deles em grande plano. E também nota 19 para aquilo que eu espero que seja a noite também hoje desportiva, europeia, portuguesa, embora o Porto acho que seja muito favorito e Braga nem por isso, mas de qualquer maneira para Porto e Braga, que consigam os seus desideratos, porque é muito importante passarmos esta fasquia mental de que a Europa é pouco relevante ou que os outros são melhores. E isto tem que se refletir, não é só a nível da seleção, tem que se refletir também aqui a nível de clubes.
Está feita esta edição de "O Campeão É". Estamos de regresso amanhã.