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Este é o Som do Youven Sorê das manhãs 360, que também pode acompanhar em direto no YouTube, Facebook ou site do Observador. Nos próximos minutos damos notas aos principais protagonistas da atualidade e para isso hoje juntam-se a nós Carla, a Ana Salés e o Pedro Jorge Castro.
E hoje temos uma estante cheia de temas, o programa económico do PSD, a manifestação das forças de segurança e também, claro, Pedro, as investigações na Madeira marcou o dia de ontem e vai marcar os próximos. Com vencedores?
Com vencedores, sim. Estranhamente, por comparação, o vencedor do dia de ontem é António Costa. Repara como António Costa começou o dia com uma campanha espetacular, que teve um impacto extraordinário nas redes sociais, e não só, que depois passou para os órgãos de informação, que é esta campanha do IKEA, a pôr o dedo na ferida e a imortalizar esta circunstância de o chefe da Madeira encontrar 5 mil horas na estante. Eu acho que há muita gente, estranhamente, ou já não se lembrava, e isto impede esse esquecimento, e há pessoas que se calhar só ontem, por esta via do humor, é que foram à história.
É que visualizaram a coisa.
É isso, o que é ainda mais incrível. E isto obviamente cola-se à pele de um líder político, de um primeiro-ministro. Portanto, tinha tudo para correr mal. Depois, ainda por cima, o Luís Pacheco Martins, nem sei bem tecnicamente qual é o vínculo neste momento.
O seu kitchen advisor.
Talvez, sim. Acho que ainda geriu a coisa pior, com aquela reação e com a forma como foi reagindo a isto.
Porque foi buscar as alegações de há anos aí do fundador do IKEA.
Muito pobrezinho esse truque. Mas, por comparação, tendo em conta a decisão de Miguel Albuquerque e as declarações de Luís Montenegro, numa situação que nós, claro, isto tem muitos contornos, que nós não sabemos exatamente o que é comparável e o que não é. Mas, aparentemente, para já com aquilo que sabemos, António Costa demitiu-se numa circunstância em que Miguel Albuquerque não se demite e se mantém no cargo com argumentos que são difíceis de aceitar para já. Portanto, um vencedor por comparação, estranhamente, António Costa, de forma muito inesperada no dia de ontem. Depois temos aqui a Procuradoria-Geral da República, não sabemos se vai ser um vencedor, está por ver, tanto na operação Influencer como neste caso da Madeira. A operação montada impressiona até pela logística, pela quantidade de buscas, pela quantidade de meios envolvidos. Podia haver um anúncio também com a cara da PGR, e o: "Já chegámos à Madeira". Sendo que o já, na verdade, é irónico, porque aparentemente, durante muito tempo, a Madeira teve sempre o mesmo partido no poder, desde o 25 de abril, sempre o PSD. A alternância foi dentro do partido, portanto apenas com o presidente do governo regional. Mas aparentemente houve uma grande falta de escrutínio ao longo deste tempo. Tem havido denúncias de uma série de negócios suspeitos na Madeira e só agora, aparentemente, é que essas denúncias deram qualquer coisa de concreto. E vamos ver ainda, obviamente, salvaguardando aqui a presunção de inocência de todos os envolvidos, o que isso vai dar. Mas a PGR tem muito aqui em causa. Eu acho que de alguma maneira equilibra publicamente esta coisa de, depois de ter feito cair António Costa, criou condições para a queda do presidente do Governo Regional.
Só o facto de estar a utilizar a expressão equilibra nesta questão judicial em investigações.
E vamos ver como é que se vai sair disto. É muito cedo para dizer se vai ser vencedor, se não vai ser, se vai ser um derrotado, ainda está tudo em aberto. Bom, e claramente derrotados, Miguel Albuquerque, mas mais ainda Luís Montenegro. O que é que ainda lhe falta acontecer nestes 40 e tal dias até às eleições? Se calhar a pior coisa. Fica completamente posto em xeque perante estas circunstâncias.
Sim.
A minha nota.
Sim, era isso que ia perguntar.
Temos muita coisa pra falar.
Pois é.
Portanto, a minha nota vai para Avelino Farinha, que é um dos empresários detidos e suspeitos
Tenho estado a ver coisas sobre ele, eu não o conhecia bem e estou fascinado com as coisas que tenho visto. Há uma imagem extraordinária que é dele a caminhar dentro de um túnel inaugurado ao lado de Miguel Albuquerque, a caminho de um banquete que ia oferecer aos funcionários que ajudaram na construção do túnel. E há uma jornalista da RTP Madeira que vai ter com ele a perguntar quem é que paga este banquete. E ele vira-se, estica assim e aponta o dedo em direção a ela: "Você." E ela teve uma reação: "São os contribuintes, é isso? São os contribuintes." O Miguel Albuquerque, que está ao lado, tem uma reação completamente, fica estupefacto com aquilo que está a acontecer, mas tenta disfarçar. Ele gagueja, já não diz mais nada, não se percebe o que é que sai dali. E depois ele acaba por ser confrontado sobre isto, em março deste ano, numa comissão de inquérito parlamentar lá na Madeira, precisamente a estes negócios, aos negócios entre os grupos madeirenses e o governo regional, e perguntam-lhe sobre este episódio. E a resposta dele é: "Todos temos uma hora de burro na vida, e essa foi a minha." Não sei se foi a única hora de burro, se calhar pode haver pelo menos duas horas de burro, tendo em conta as circunstâncias em que ele está neste momento. E vai um, dois para a linha de farinha neste momento e vamos ver o que é que mais vai sair daqui e que outras reações ele terá.
Porque vai sair, de certeza. Este caso está agora a começar. Vamos então à grande polémica, Paulo. IKEA, é sobre a estante.
IKEA, talvez. E é uma polémica que tem 1,47 de altura por 77 centímetros de largura. Que é a estante da IKEA que ontem incendiou, de facto.
E que esgotou.
Esgotou, claro.
Acho que foi.
É impressionante, de facto. Também acho estranho que as pessoas vão correr comprar uma estante que se torna famosa.
Tornou-se histórica.
Sem dúvida. Uma coisa simples.
É relativo, Paulo. Para guardar dinheiro, vamos todos comprar.
Depois só falta arranjar os €75.800 para lá meter.
E as caixas de dinheiro.
Mas o primeiro passo está dado, que é ter a estante para guardar o dinheiro. Eu acho que neste momento já toda a gente saberá a história, uma campanha da IKEA com vários produtos, um deles uma estante. Há outros que se referem, entre rondons e por aí fora, se referem à geringonça e a coligações, mas esta é que foi a estante de quem é dito no anúncio é boa para guardar livros ou €75.800. A referência a uma quantia destas, cá está, ao dinheiro vivo encontrado no gabinete do ex-chefe de gabinete António Costa. E obviamente, houve logo uma série de virgens ofendidas neste ambiente de campanha que vieram achar que isto era a coisa pior do mundo, como é que uma empresa se pode meter nestas coisas. São pessoas que andam distraídas. Eu lembro-me de uma marca de meias ter feito uma campanha com o Mário e o Aníbal, que estão de acordo nos anos 90. Mário e Aníbal era a referência, o presidente da República.
Ainda cá há esta edição nas redes e foi aí que me recordei.
Exato, eu lembrava-me disso. E há mais referências. Agora alguém recordou também o "eu fico" de Paulo Portas, que foi replicado depois no cartaz de um óleo a dizer "eu frito". Eu acho que a criatividade é muito boa, acho que não deve haver aqui barreiras das marcas. A prova disso é que houve várias marcas, várias empresas ao longo do dia que responderam de alguma maneira, acompanharam a onda, a FNAC, a Staples, Gato Preto, todos foram fazendo réplicas daquele anúncio, portanto significa que foi bem-sucedido. Mas eu tiro o chapéu antes de mais à IKEA, o criativo é o Luís Jorge da Usina, a agência publicitária que tem a conta da IKEA, mas eu tiro o chapéu, sobretudo, à empresa e ao marketing da empresa, porque é preciso coragem, muita coragem para as empresas aprovarem coisas destas, nós sabemos, porque a quantidade de excelentes ideias criativas que nos iam fazer rir, que estão na gaveta dos criativos, porque as empresas não as aprovaram por boas ou más razões. Está o mundo cheio e as gavetas das agências cheias. Vai aqui um 16 para a IKEA e para a Kallax, é assim que se chama a menina protagonista desta.
E já agora, eu acho que as outras empresas todas que reagiram ao longo do dia, pela rapidez, por um lado.
Absolutamente.
Mas também porque o facto de terem sido tantas, não deixaram a IKEA sozinha.
Exatamente.
Eu acho esse aspecto muito importante. Acho que o coração estava bom em Portugal, de alguma forma. Porque essas publicidades que referes às estantes. É verdade, havia a ideia de que os publicitários não podiam tocar na atualidade.
Na política, essa, por favor.
O resto, na política, mesmo esses anúncios antigos eram bastante soft, digamos assim. Estes tocaram na ferida e mostraram que o respeitinho já não é o que era.
Não, absolutamente, concordo. Mas o preocupante disto é que se vê que tanta gente está disponível e quer impor ou voltar a impor o respeitinho, desde que toquem obviamente naquilo que são os interesses ou as ideias. Mas isso está a mudar. E basta ver a conta do Twitter, por exemplo, da Ryanair, para se perceber como é que as marcas e empresas se vão metendo absolutamente em termos da atualidade.
Isso remete para outro assunto que a Ana traz aqui. Ana, e não sei se é esse o teu ângulo, mas de alguma forma perdeu-se o momento da apresentação do programa económico do PSD. Não sei se queres destacar isso ou se o próprio do programa.
Perdeu-se completamente. Aquilo que deveria ter sido o acontecimento mais relevante ontem a envolver o PSD, acabou por passar totalmente despercebido. Acho que não sei se houve alguém que deu conta. Nem as televisões ficaram lá o tempo todo. Ficaram o tempo todo a ouvir Luís Montenegro, creio eu. Mas depois quando foi a vez de Miranda Sarmento falar, já ninguém estava a ouvir porque voltámos para a Madeira. Isso é realmente um dos factos A destacar, eu gostava de destacar dois ou três do programa propriamente dito, porque acho que é um prémio de consolação para Luís Montenegro. Porque esse era um bom plano, ou seja, apresentar o programa e depois quando vi a apresentação do programa, pareceu-me um bom plano, no sentido que pareceu-me mostrar alguma vontade por parte do PSD de fazer as coisas bem feitas neste caminho até 10 de março. Estamos a falar da AD, não do PSD, mas o PSD, neste caso, apetrechou-se de uma equipa de economistas conceituados e de facto, hoje se calhar íamos estar a discutir se é ou não possível pôr o país a crescer 3,5% ou mais nos próximos anos, ou algumas das medidas concretas que a AD apresentou, e não estamos. Ainda assim, em relação ao programa propriamente dito, pareceu-me relativamente ambicioso e otimista, com metas bastante mais otimistas que todas as previsões que conhecemos, e que se baseia numa fórmula que é preciso que resulte. O famoso choque fiscal, que me parece um termo ainda assim exagerado para o que se propõe, que é esta ideia de baixar impostos, o IRS, IRC, que fará, em teoria, aumentar o consumo e o investimento, sendo que o impulso que a economia ganharia compensa a perda fiscal associada à baixa de impostos. Claro que isto não é líquido e depende de uma série de fatores, da conjuntura internacional, etc. Mas ainda assim, é coerente com aquilo que podíamos esperar de um programa do PSD. Não é uma fórmula inventada na São Caetano à Lapa. É preciso que dê resultado, que faça sentido com a realidade do país, que não seja só uma previsão esotérica. Depois, só para salientar mais um ponto positivo que eu vi no programa, das 76 páginas do programa. As palavras simplificação ou simplificar surgem 20 vezes. Ou seja, simplificação fiscal, simplificação de apoios, simplificação de processos administrativos. Basicamente, pretende-se eliminar burocracias, barreiras em várias áreas e simplificar a vida das pessoas e das instituições, no fundo. E nós aqui sabemos bem o quão isso é necessário. Falamos disso aqui tantas vezes. Acho que é importante que haja essa noção, que ela esteja vertida no programa eleitoral e que não passe, mais uma vez, de uma intenção. Depois podíamos falar aqui da medida mais diferente, que se calhar deu mais que falar no programa, o tal suplemento remunerativo solidário, que se chegou a dizer que era um IRS negativo, mais não é que um incentivo à participação no mercado de trabalho. O ponto aqui, não sabemos ainda quanto é que vai custar, mas no papel parece-me uma boa ideia. No papel, porque lembra hoje o Jornal de Negócios, o PS em 2015 apresentou uma medida que tinha uma intenção semelhante e depois ela nunca saiu do papel. No fundo, só para resumir, pareceu-me um programa ambicioso, que acho que falha talvez em questões como a transição energética, que tem meia dúzia de pontos enunciados genéricos. A mesma coisa em relação aos incentivos à natalidade. É referida a remoção dos obstáculos à natalidade, mas parece-me que falta uma medida bandeira nessa área. Não creio que o IRS Jovem ou a isenção de IMT na primeira casa o sejam. Mas também ainda falta conhecer o programa de governo. Isto não é o programa de governo. E pode ser que traga algumas novidades, sem entrar no tal leilão de medidas soltas que se atiram para o ar e depois logo se vê. Portanto, vai um 12 pela relativa ambição que vi no programa, ainda que muito pouca gente tenha dado conta que ele foi apresentado. Lá está, é um prémio de consolação, se isso é possível.
Um 12 a aguardar pelo programa eleitoral.
Que se arrisca a ficar neste instante, não é? Não sabemos ainda o que vai sair.
Vamos ver. João Manuel, sem instantes, ontem houve uma manifestação das forças de segurança em Lisboa, terminou em frente ao Parlamento. Que nota vais dar?
Olha, vou também dar uma nota positiva, porque nós muitas vezes, enfim, no passado já nos surpreendemos com manifestações das forças de segurança que acabavam mal, acabavam com violações das regras do comportamento, que é uma coisa muito relevante, se estamos a pensar em forças de segurança. E isto não aconteceu desta vez. Mais do que isso, todo este processo que começou com o Pedro Costa a dormir junto à Assembleia, tem sido conduzido de forma muito equilibrada. E portanto, eu queria dar uma nota positiva às nossas forças de segurança que têm conseguido fazer isto dentro do que são as regras, independentemente de saber se as reivindicações que eles têm são atendíveis de forma imediata. Conseguiram pôr um tema na agenda, conseguiram demonstrar que isto de andar a distribuir aqui e acolá, como foi feito naquela medida de dar um subsídio à Polícia Judiciária e não dar às outras polícias, é complicado. Conseguiram chamar a atenção, é muito evidente lendo as reportagens e tendo ouvido as reportagens ontem, para a desproporção que existe, de facto, entre aquilo que a gente pede às nossas forças de segurança e aquilo que depois lhes pagamos. E portanto, por esta forma cívica de colocar os problemas e de colocá-los na agenda, e de isso até ter sido feito sem o enquadramento sindical original, mas depois ter corrido tudo muito bem, apesar de ter havido no fim uns grupos do WhatsApp e uns grupos do Telegram que no início pareciam querer conduzir isto para outros caminhos, eu vou dar ao civismo um 15. Estamos todos a dar boas notas, não é?
Estão, sim. Tirando aqui o Pedro Jorge Castro, que acordou um bocadinho mais mal-disposto.
A culpa é minha, exato. Mas olha, impressionante a imagem de ontem.
Mesmo assim.
Sem dúvida.
Muito impressionante a imagem de ontem.
Um 15 para o civismo dessa manifestação e das ações de protesto das forças de segurança sobre esta matéria. Júlio, e como é que anda o metro do Porto?
Anda mal. Nota negativa, claro. Isto é um tema mais lateral àquele que estamos a falar aqui, mas gostava de trazer este tema, porque esta semana voltou a repetir-se. Há um confronto grande entre a Câmara do Porto, mesmo os partidos da oposição, e o Metro do Porto. O Porto está um caos. Há obras Pela cidade toda. Há estações a ser construídas, há vias a ser construídas. É quase impossível circular no Porto, além da questão da VCI, que também não se resolve para os caminhões, que têm uma alternativa antes da portagem de não entrarem no Porto, seguirem pela norte, por uma autoestrada que há ali antes da portagem. Não seguem porque se paga SCUTS, paga-se portagens e seguem na mesma pela Ponte Arrábida e pela Ponte de Freixo. Agrava ainda mais. Aquela autoestrada não é alternativa nenhuma, basicamente por causa disso. E está-se a pedir que os caminhões comecem a pagar portagens ou SCUTS se passarem também pela Ponte Arrábida e a Ponte Freixo. Mas o ponto aqui são as obras. A câmara voltou esta semana, já não é de agora, tem havido muita confrontação entre a câmara e o metro. Voltou esta semana a pedir explicação à Metro pelo atraso nas obras, pelas obras que estão a prejudicar os cidadãos e quem vive no Porto. E agora criaram até uma comissão de acompanhamento das obras para fiscalizarem o que o metro anda a fazer. A ideia é mesmo de que as instituições não funcionam em conjunto, ou seja, a Metro pega na cidade e diz: "Vamos fazer estações, vias, etc. E agora vamos fechar esta rua, aquela, vamos fechar isto". E a câmara não tem nada a ver com isto. Ou seja, parece não haver coordenação nem diálogo entre as partes. E isto não é de agora, não foi agora, já tem acontecido. Rui Moreira já várias cartas mandou. E claro, a cidade está a ficar um caos e os cidadãos do Porto também estão a ficar saturados e sem paciência. E vamos ver como é que isto acaba e ver se isto se resolve, mas ainda vão durar pelo menos três anos estas obras, e as coisas vão se manter igual. O que resulta aqui é que, de facto, não tem havido, ou não há diálogo, ou não há coordenação.
Isto também dá jeito, não é? Porque assim a culpa não é de ninguém.
Pois, mas isso já acontece também com as associações dos portos, as APDL, etc, que são as proprietárias, não são proprietárias, mas responsáveis pela costa. Portanto, tudo o que se passa na costa, às vezes também prejudica as câmaras e vice-versa, e fazem o que querem. A verdade é que os autarcas são eleitos e estas instituições não. E portanto, quem depois vai pagar no fim do dia as contas são, de facto, os autarcas, porque depois as pessoas votam. Não faz sentido esta falta de coordenação. As obras doem, são necessárias, mas tem que haver aqui o mínimo de diálogo e coordenação pra não estarmos a assistir todas as semanas ou todos os meses a uma polêmica entre a Câmara do Porto e o Metro sobre coisas que acontecem na cidade. És sempre bem-vindo em Lisboa, Júlio. Muito obrigado. Amanhã há mais um "O Invencível". Até amanhã.