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Como sempre, estas reuniões ajudam-nos a compreender o que está a acontecer e de que forma é que o vírus está a propagar no território. Acho que devemos passar a mensagem que o vírus não passou, que não acabou e, por isso, é necessário continuarmos com os comportamentos de prevenção e contenção e com todas as regras que nos são exigidas para voltarmos ao nosso dia a dia e à normalidade. Aquilo que hoje ouvimos é que a transmissão do vírus é feita em coabitação, coabitação quando falamos dos familiares com quem vivemos, mas também dos lares e também dos locais onde os trabalhadores vivem quando estão a trabalhar fora das suas terras. E por isso há aqui também esta questão que deverá estar em atenção. O segundo aspecto é no campo laboral, onde nem sempre as questões de regras de higiene e segurança são aplicadas e por isso é necessário sensibilizar os patrões e os trabalhadores para o uso eficaz de todas as regras para que a propagação do vírus não se faça. E por último, o social. Como sabemos, o social tem também que existir neste desconfinamento, até para a saúde mental de todos nós, porque todos nós precisamos de socializar e de conviver uns com os outros. Mas é aqui que é necessário passar uma mensagem de prevenção e uma mensagem para que as pessoas percebam de que forma é que podem conviver para não colocar tudo em causa e para que não tenhamos que voltar atrás neste que foi um processo tão difícil para Portugal e continuará a ser. Por isso, Os Verdes deixam aqui a mensagem de que não podemos acusar os jovens ou acusar qualquer classe ou qualquer grupo etário desta questão que é a propagação do vírus, mas sim fazer campanhas dedicadas e claras de como podemos voltar ao nosso dia a dia e à nossa normalidade.

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