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Rui Pedro Antunes

Colunista

Dei os primeiros passos no jornalismo ainda como estudante universitário, em Coimbra, no jornal A Cabra e na RUC. Fui jornalista do Diário de Notícias durante mais de oito anos até, em setembro de 2016, ter chegado ao Observador. Estou na secção de Política, por onde andei quase sempre nas últimas duas décadas, com uma pausa de quatro anos para fazer parte da equipa de Grande Investigação do DN, da qual fui fundador. Em agosto de 2020 assumi as funções de editor de Política do Observador e da Rádio Observador. A ida à Ucrânia como enviado especial do Observador em 2023 deu origem a várias reportagens, uma delas premiada com o Prémio Gazeta Multimédia, que dariam também origem ao livro "Wagner: A Máquina de Guerra de Putin". Sou também autor de dois livros de não-ficção que resultam de investigações jornalísticas e co-autor de outros cinco. Também me aventurei com um livro de ficção, de pouco sucesso. Em 2015, venci o concurso Novos Talentos FNAC Literatura. A descrição é grande, mas já lá vão 18 anos disto. Felizmente, não me canso.

Artigos publicados

PSD

Passos: o drama de ter razão e não ter votos

Passos vai ter finalmente um plano para o País. Será uma espécie de moção de censura construtiva que enfrenta um problema: tem ideias, um primeiro-ministro alternativo, mas faltam-lhe os votos.
Carlos Moedas

O xerife que pode ter a bala de prata da direita para Belém

Direita precisa de candidato para enfrentar Seguro em 2031. Calendário e posições sobre segurança e imigração, a que soma veia liberal, podem tornar Moedas no cimento do espaço não-socialista.
Orçamento do Estado

As legislativas de 2028

A aprovação do OE2027 está quase garantida, mas, no ano seguinte, será provável Carneiro ceder à tentação de provocar crise política. Já Ventura está sempre pronto para ela. Seguro pouco poderá fazer.
Rentrée

Censura moderna

Montenegro queixou-se da comunicação social seguir os princípios básicos do jornalismo em vez do critério editorial do Povo Livre. Ao fazê-lo acabou por alimentar o jogo que diz não compreender.
Administração Pública

Ouçam o que o Pedro diz

Passos adoraria que Montenegro conseguisse fazer na Administração Pública o que o próprio não logrou, apesar de ter criado a CReSAP. 15 anos depois, tudo igual: mudam os governos, mudam os diretores.
Estado da Nação

O Estado da Nação de Gonçalo Ramires

O Estado (que falha nos exames, na água ou na resposta a tempestades) não pode estar bem. A Nação parece sempre remediada e remendada, como escrevia Eça e repetiu Marcelo, à espera de um milagre.
PSD

Os Cinco e a sucessão de Montenegro

Mesmo que involuntariamente, Montenegro criou o seu "grupo dos cinco" no Congresso. Sucessão pode demorar um ano ou dez, mas é tão certa como o nascer do Sol. E há ameaças à linha montenegrista.
Legislação Laboral

O punho erguido de Ventura

As reformas são impopulares e, por isso, dificilmente um Governo, a menos que seja do Chega, contará com Ventura para as aprovar. Mais depressa voltará a votar ao lado de Carneiro, Raimundo e Fabian.
Presidente da República

Seguro não meteu a esquerda na gaveta

A esquerda chegou a pedir a Seguro qualquer coisa de esquerda, mas o que os cem dias de mandato mostram é que, mesmo ao centro, a tendência do Presidente vai ser descair sempre para o mesmo lado.
Pedro Passos Coelho

Quantos patos estão sentados com Passos Coelho?

Passos ainda defende a privatização da CGD? A TSU é para descer? O que pensa da PSU? Se reformas são para acelerar, era útil que um senador na reserva ajudasse a refletir sobre o conteúdo das mesmas.
Base das Lajes

Carneiro e a tendência para ser Kerensky

Quando Carneiro está mais próximo de Fabian do que Rangel ou não leu as sondagens ou foi mal aconselhado. Sobre agachamentos do PS, basta pesquisar no Google por "voos da CIA", "Guantánamo" e "Lajes".
PCP

Obrigado, Carlos Brito

O posicionamento relativamente à morte de um combatente antifascista mostra que o politburo não está interessado, sequer, em defender aquele que é o maior património do Partido Comunista Português.
Transparência

De costas para a noção

Pedro Delgado Alves virou as costas à noção e fez o que muitas vezes criticou aos deputados do Chega. O PAR esqueceu-se dos seus pares e quis furar uma bolha de elite de onde nunca saiu.
Tribunal Constitucional

O irregular funcionamento das instituições

Ao não nomear os seus conselheiros e convocar os de Marcelo, Seguro -- que é o guardião do regular funcionamento das instituições -- contribui para a confusão. Como candidato foi mais vocal.
PS

Quantos votos vale a decência na era dos bad boys?

Seguro provou que a seriedade é um valor eleitoral que estava subestimado. Essa seria uma imagem que Carneiro teria facilidade em afirmar publicamente. Problema: só isso é insuficiente para chegar lá.
Governo

Seguro contra todos os riscos

Seguro, as sondagens e o contexto internacional são improvável cocktail que garante que nos próximos três anos e meio não há eleições. Como o Governo de Montenegro vai chegar a 2029, é outra história.
Luís Montenegro

A grande tragédia que é uma grande oportunidade

Ainda que as eleições sejam um cenário distante a forma como o Governo vai gerir a recuperação do país pode ditar a reeleição (tangencial ou maioritária) de Montenegro. Se falhar terá efeito contrário
Meteorologia

Estamos por nossa conta

A única garantia que portugueses tiveram com a tempestade é que, quando precisam, o Estado não aparece e contam apenas com eles próprios e solidariedade ocasional. Os políticos não estiveram à altura.
Presidenciais 2026

Os dilemas da segunda volta

A ideia de que todos venceriam Ventura à 2ª volta assenta em duas falácias: que os eleitores pensam da mesma forma com cenários incertos e fechados e de que a campanha contará pouco. Não é bem assim.
Governo

Piscar para que tudo fique na mesma

Chega venderá mais caro o apoio a reformulação da Lei da Nacionalidade do que aconteceu na Lei dos Estrangeiros. Ventura é um parceiro que dá mais dores de cabeça a Montenegro. Ou será o mais útil?

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