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Foi inaugurado o novo bloco logístico da Mercadona em Almeirim e a Rádio Observador veio ver de perto esta infraestrutura que promete mudar o ritmo da distribuição alimentar em Portugal. Estamos a falar de um verdadeiro gigante. Imagine 60 campos de futebol lado a lado. É mais ou menos essa área que ocupa este novo centro logístico. Figuras muito importantes marcaram presença nesta inauguração. O ministro da Economia e Coesão Territorial, o secretário de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, a diretora-geral da Economia, o Embaixador de Espanha em Portugal, o presidente da Câmara Municipal de Almeirim e, claro, a Rádio Observador. Com 120 mil metros quadrados, este é o maior investimento logístico da Mercadona na Península Ibérica. E não é só tamanho. Estamos a falar de um investimento de 290 milhões de euros, 630 novos postos de trabalho e 50 promoções internas. Almeirim passa a ser o verdadeiro pulmão da distribuição da empresa em Portugal. E por isso, o Ministro da Economia e da Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida, só tem a agradecer. Parabeniza a Mercadona por acreditar em Portugal, naquele que considera ser um ato de visão.
Dar os parabéns à Mercadona pela opção que fizeram, pelo risco que tomaram, pela iniciativa que tiveram. É um ato de visão, porque Portugal é de facto um país bom para investir. É um país que recebe bem os investidores e que vai receber cada vez melhor os seus investidores. O investimento direto estrangeiro em Portugal é muito bem-vindo e quem o faz vai ser bem tratado e bem recebido em Portugal.
Mas não é só a economia que importa. As questões ambientais e os produtores nacionais também foram tidos em conta.
É sempre bom chamar a atenção para as vantagens ecológicas, ambientais, de aproximar o produto do consumidor. É sempre uma vantagem à partida. Fiquei satisfeito de verificar que a Mercadona tem, pelo menos, essa noção da importância do assunto e tem isso nos seus propósitos, nos seus cuidados, e ficaremos todos felizes, o ambiente também e os consumidores também, e os nossos produtores agrícolas muito mais.
A obra demorou dois anos a ser concluída e trouxe melhorias não só para a Mercadona, mas também para as infraestruturas públicas da região. Foram feitas várias intervenções em articulação com as infraestruturas de Portugal e com a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo, tendo em conta o impacto ambiental e o desenvolvimento do Ribatejo. Pedro Ribeiro, presidente da Câmara Municipal de Almeirim, garante que este é um dia que o concelho não vai esquecer. É oficial. A Mercadona passa a ser a maior empregadora da região.
Hoje é um dia muito importante para o concelho. Nós durante muitos anos, o nosso maior empregador era uma empresa ligada também ela às questões da agricultura e da agroindústria, a Compal, e a Mercadona passou a ser, com estes 630 colaboradores, o maior empregador do concelho. E um empregador de quem e das pessoas com quem vamos falando, não se ouvem reclamações. Aquilo que disseram aqui e a imagem que têm é uma imagem positiva.
A empresa criou mais de 7 mil postos de trabalho em Portugal, todos com contrato sem termo e com salários acima da média do setor. O salário de entrada é 23% acima do salário mínimo nacional e ao fim de quatro anos, o valor pode ser 68% superior. Com esta inauguração, Almeirim passa a ser um ponto-chave na logística de bens essenciais para os supermercados da marca em todo o país. É um passo estratégico que acompanha o crescimento da empresa em Portugal. Mas recuemos um pouco. Em 2016, a Mercadona decidiu atravessar a fronteira e expandir-se para o mercado português. Seis anos depois, a empresa já tem 63 lojas em Portugal, dois blocos logísticos, mais de mil fornecedores nacionais e um plano de crescimento bem definido. Até ao final do ano, o objetivo é chegar às 70 lojas em 12 distritos do país. Do ponto de vista económico, a expansão da Mercadona em Portugal tem sido bastante positiva e todo este projeto só tem em vista um principal objetivo: a satisfação do cliente, ou como a Mercadona apelida carinhosamente, o chefe. É o que nos garante Inês Santos, diretor de Relações Institucionais da Mercadona em Portugal.
A forma como foi pensado, projetado, construído e o serviço que presta hoje, tendo sempre como farol o chefe, a quem nós, através de uma rede de 63 lojas, queremos servir cada vez melhor, com mais qualidade, mais frescura. E agora também com mais eficiência e sustentabilidade com esta chegada ao centro.
Também Artur Silva, diretor do Bloco Logístico de Almeirim, confirmou o investimento no talento para conseguirem levar a Mercadona ainda a mais lugares.
Já estávamos com um pé no futuro, que é, neste caso, expandir e chegar à zona centro do país. E hoje é um exemplo disso mesmo, porque estamos a celebrar, efetivamente, a inauguração desta plataforma logística, que representa o músculo de que nós necessitamos para a nossa expansão como empresa.
A estratégia da empresa baseia-se no chamado modelo de qualidade total. O objetivo? Satisfazer cinco pilares fundamentais: o chefe, como chamam ao cliente, o colaborador, o fornecedor, a sociedade e o capital. Tudo com o mesmo peso e na mesma ordem. Uma filosofia que, pelo menos em teoria, parece simples, mas na prática exige equilíbrio e compromisso. Com a inauguração do Bloco Logístico de Almeirim, a Mercadona está a consolidar a sua presença em Portugal e a reforçar a sua aposta numa logística eficiente, moderna e com impacto positivo na economia local. Tudo indica que este é apenas mais um capítulo de uma história que vai continuar a crescer, uma loja, uma palete e um chefe de cada vez.