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Os melhores sons da atualidade hoje trazidos pela Carla Jorge de Carvalho.
E por onde começar? É a grande dúvida. Esta semana tem sido intensa em polêmicas nas redes sociais e, por isso, se calhar, é melhor resolver já isto com o António Raminhos.
Sabem o que eu tenho a dizer em relação à polêmica da Joana Marques, do Cláudio Ramos, dos influencers que foram pra Israel? Nada, não tenho nada a dizer, nada pra além disto. Se eu tenho uma opinião? Até tenho, mas fica pra quem? Fica pra mim.
Pronto, assim não dá. Mas o António Raminhos tem razão. Vamos então a temas menos polêmicos que esses. A habitação, o economista Pedro Brinca tem a solução que faltava.
Se eu quiser viver no Parque Eduardo VII, qual é a única hipótese que eu tenho? Sacar da pistola e mandar junto tiro. Tem ali uma prisão com uma vista porreira. Ter uma prisão na zona mais prime real estate do país. A pessoa que mantém isto devia ser presa.
Prime real estate?
Devia ser presa e ficava com uma ótima vista.
Uma ótima vista. Temos dar condições para a reintegração, reabilitação social dos detidos.
Em Oeiras não há vista para o Parque Eduardo VII, mas a habitação pública tem sido um espanto.
Ora vamos lá ver, vamos entrar no andar modelo, preparado justamente para entregarmos dentro de um, dois meses às famílias. Olhem que rica porta, uma porta blindada. Mas isto é surpreendente. Olha pra isto, isto é a sala cozinha. Está aqui a mesa posta, mesa para seis pessoas. A cozinha é muito interessante. É uma cozinha integrada aqui na sala.
Já tinha saudades.
É bom, não é?
O que eu gosto do Isaltino é que mesmo quando ele faz as críticas ao restaurante, às vezes é capaz de dizer: "Olha, um garfo, está aqui um garfo. Olha, uma porta".
Uma casa com uma porta.
Sim, uma porta blindada.
Mesa pra seis pessoas. Mas vamos sair da sala, vamos ver as vistas.
E depois temos aqui. Atenção! Vem cá. Aqui está uma varanda.
Uma varanda? Uma casa com uma varanda.
E também é condutor do câmera. "Mostra aqui, vira pra aqui".
É realizador também.
É mesmo. Pronto, já está resolvido o problema da habitação. Vamos agora tratar da saúde física. Isaltino Morais inaugurou não dois, não três, não quatro, mas um campo de tênis. Mas é um campo de tênis que vale por muitos.
O que é que vai nascer aqui? Uma academia de tênis. Parece só um campo de tênis. Podiam ser 20 tênis. Há quem faça academias de tênis só com 20 campos de tênis ou com 10, e há quem num, faça uma academia de tênis.
É verdade.
Fazer uma academia, isto é poupar.
Isaltino Morais, quer ter a certeza que este projeto é mesmo possível.
É possível fazer uma academia de tênis num campo de tênis só?
Com certeza que sim. A ideia é que todas as pessoas que vivem aqui em Oeiras e em Miraflores em concreto, possam ter acesso ao tênis, que é uma oferta que aqui era muito escassa e que com esta nova opção vai ser possível. Com certeza que sim.
Com certeza que sim.
Está pouca oferta de tênis em Oeiras, eu imagino.
Do resto do país.
Veste espada assim.
Olha aqui uma rede.
Isto dá pra fazer uma academia.
Olha aqui, com uma rede.
Agora, se pensarmos que em Miraflores há 42988 pessoas, que se organizem pra fazer uma escala pra esta academia.
Nós faríamos isso, certamente.
Cada uma faz um serviço.
Agora, se a obra correu depressa, Isaltino acha que sim, mas a Fátima acha que podia ter corrido melhor.
Por acaso, esta até demorou mais tempo do que o que nós desejávamos, mas correu muito bem e por isso o presidente ficou surpreendido quando viu que efetivamente já temos o campo aqui construído.
Nós ficamos sempre encantados cada vez que uma obra termina e dizemos assim: "Toma lá a chave".
Pronto, mais um problema resolvido.
Temos que falar destas músicas que estão de fundo. Musiquinha de elevador, quase.
É muito bom. A música. E podemos também invejar a liberdade de Pedro Santana Lopes, o comentador do "Não". Diz o que pensa, por quê? Porque pode.
Só pra dizer, aqueles que julgam os outros por si próprios, que eu defendo quem me apetece, quem eu devo defender, e não tenho nem rabo, nem dedo, nem nariz preso em lado nenhum.
É bom saber.
É bom saber que fica tudo à solta.