Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

E agora, uma da tarde. O jornal da Uma, na Rádio Observador, tem a edição do Miguel Cordeiro. Miguel, em destaque: um drone caiu e explodiu junto à Embaixada Portuguesa, em Kiev.

A informação é transmitida pelo próprio gabinete dos Negócios Estrangeiros, em Portugal, que nas redes sociais deixa uma condenação deste incidente. Pode ler-se: "Condenamos com veemência o ataque que aconteceu hoje em Kiev, com a queda de um drone a cerca de 300 metros da Embaixada de Portugal, que provocou uma forte explosão e danos em edifícios próximos". Terá acontecido nas últimas horas. Todos os elementos da representação diplomática estão bem, é o que garante o Ministério dos Negócios Estrangeiros. O incidente aconteceu num contexto de novos ataques russos contra Kiev, refere também o gabinete português, que diz ainda que este incidente demonstra, uma vez mais, a brutalidade da agressão russa contra a Ucrânia e os riscos desta guerra para a população civil. Caiu um drone a cerca de 300 metros da Embaixada de Portugal em Kiev. Provocou danos em edifícios, mas garante, o Ministério dos Negócios Estrangeiros em Portugal, que todos os elementos da representação portuguesa em Kiev estão bem.

E há um novo balanço das autoridades nepalesas. Sobe para 335 o número de mortos na enxurrada junto à fronteira com o Tibete.

É uma atualização da última hora. As autoridades nepalesas falam em 332 mortes, a que se somam as três vítimas confirmadas pelas autoridades chinesas. Assim, o balanço chega aos 335 mortos. O número de desaparecidos também foi atualizado. Supera os 900 em território nepalês. As autoridades chinesas falam em mais de 500 desaparecidos. Há mais de 30 nacionalidades diferentes entre as pessoas desaparecidas. As cheias de ontem foram provocadas por uma avalanche de gelo. Na fronteira entre o Nepal e o Tibete, houve uma enxurrada devastadora.

E os trabalhos de busca e resgate continuam e já com apoios anunciados.

Os norte-americanos anunciaram $500 mil de apoio ao Nepal. Os britânicos também esta manhã anunciaram que vão avançar com uma ajuda de emergência num valor superior a €5,5 milhões.

E o governo português refere que, para já, Portugal não prevê o envio de ajuda humanitária nem de equipas de resgate para o terreno.

Foi o que referiu esta manhã, na Rádio Observador, o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas. Emídio de Sousa diz que, para já, o governo português está a acompanhar a situação.

Para já, não temos nenhuma decisão nesse sentido. Iremos acompanhar a situação e oportunamente veremos se temos condições para o fazer ou não, mas para já não temos nada decidido.

Declarações na Rádio Observador. Garante Emídio de Sousa que há, nesta altura, indicação de dois desaparecidos de cidadania portuguesa. O secretário de Estado explica como têm trabalhado as autoridades portuguesas à distância.

Nós temos sempre o Portal do Viajante e o gabinete de emergência consular. Está disponível na net. Qualquer situação pode ser reportada. Aliás, a informação que recebemos sobre o português residente em França, que está desaparecido, foi através desse canal. Foram as filhas que nos informaram. Qualquer pessoa pode fazer esse tipo de abordagem. Por outro lado, no terreno, temos a nossa embaixada em Nova Deli, que faz a cobertura do Nepal, e agora também os nossos serviços diplomáticos na China, porque abrange também a parte do lado chinês. Portanto, quer do lado da Índia, quer do lado da China, estamos a acompanhar com os nossos diplomatas.

Declarações de Emídio de Sousa esta manhã na Rádio Observador.

E a poucos dias de se completar um ano do acidente trágico no elevador da Glória, a seguradora da Carris anunciou que assumiu até hoje custos de mais de €2 milhões.

Quatro indenizações a famílias de vítimas mortais já foram pagas, é o que garante a companhia de seguros Fidelidade. Adiantou hoje um comunicado em que refere que até o momento assumiu a responsabilidade pelo reembolso de aproximadamente €2,3 milhões em despesas relacionadas com este acidente. Isto inclui, por exemplo, serviços funerários, repatriamentos, consultas, tratamentos e transportes. Relativamente às 16 mortes, foram concluídos até agora acordos de indenização com quatro famílias e estão atualmente em negociações sete processos. Já quanto aos 24 feridos, a Fidelidade informa que a avaliação das indenizações só pode ser realizada quando houver estabilidade clínica, o que ainda não aconteceu em nenhum dos casos. O descarrilamento do elevador da Glória aconteceu a 3 de setembro do ano passado. Provocou 16 vítimas mortais e 24 feridos de 15 nacionalidades diferentes.

E o antigo vice-presidente do Instituto da Segurança Social reforça a importância de uma reforma no setor. Miguel Teixeira Coelho esteve esta manhã na Rádio Observador e, apesar de pedir mudanças, reconhece que Portugal não tem condições políticas para discutir esta reforma.

E por isso apela a consensos. É isso que pede Miguel Teixeira Coelho.

É preciso fazer essa reforma. Temos cada vez menos tempo para a fazer. Essa discussão, no entanto, obriga a que haja um envolvimento muito alargado da sociedade portuguesa. Portanto, nós não vamos conseguir fazer uma reforma só com a intervenção de um partido. E recordando aquilo que foi feito na Suécia nos anos 90, a reforma sueca foi feita por um conjunto de peritos, mas depois foi consensualizada politicamente, porque se não houver esse consenso político e essa consciência da sociedade para a necessidade de uma reforma, então nós não vamos conseguir concretizá-la.

E vê condições políticas para que esse consenso seja alcançado?

Não há condições políticas.

O antigo vice-presidente do Instituto da Segurança Social dá a Suécia como exemplo. Diz que nesse país foi possível reformar a Segurança Social e alerta para a importância também de haver um sistema complementar. Diz que as propostas deste relatório, que foi pedido pelo governo, não são novas. Diz que são importantes, mas não são uma solução milagrosa

Em Espanha, o dia começou com a notícia de um assalto relâmpago. O teatro do Museu de Vilena foi roubado em menos de cinco minutos.

O tesouro do Museu de Vilena foi roubado em menos de cinco minutos. O assalto aconteceu durante esta madrugada e, de acordo com o jornal "El País", uma distração provocada pelos ladrões foi um elemento-chave para o desaparecimento de uma coleção de 59 objetos de ouro, objetos antigos. A polícia local e a guarda civil estão a investigar este caso. Mas, João Lourenço, de acordo com a imprensa da Espanha, este roubo foi efetuado em tempo recorde.

Bastaram apenas quatro minutos para que um dos maiores tesouros da comunidade de Valência desaparecesse. O Tesouro de Vilena, uma das mais importantes descobertas da Idade do Bronze na Europa, foi roubado durante a madrugada e com a ajuda de uma manobra bem estudada pelos assaltantes. Quando passavam de 16 minutos às 05:00, hora de Madrid, o alarme do centro desportivo da cidade, nos arredores de Alicante, foi acionado. O problema? Esta infraestrutura está localizada a meia hora de distância do museu. Quatro minutos depois, o alarme do museu disparou com os assaltantes a tentar entrar pela porta principal, mas sem sucesso. Optaram pelo plano B, a entrada pelas janelas laterais que tinham vidros à prova de bala. Já dentro do museu, os ladrões acederam a uma sala onde fica exposto o Tesouro de Vilena por trás de uma enorme vitrine blindada. Cada peça do tesouro pode ter, pelo menos, 10 quilos de ouro, mas o valor arqueológico pode elevar o preço nos mercados alternativos. O que é certo é que a coleção de ourivesaria mais importante de Espanha e a segunda mais importante da Europa desapareceu num abrir e fechar de olhos.

Detalhes deste roubo. Em menos de cinco minutos, foi roubado o Tesouro de Vilena. Este é o terceiro assalto deste gênero em Espanha nos últimos quatro meses. Foram roubadas 144 moedas em abril, moedas de ouro em Badajoz e em Albacete, em julho, foram roubadas mais de 200 moedas no museu de Albacete.

01:09, Miguel, que outras notícias vão marcando a atualidade?

Nas Caldas da Rainha, o Hospital Termal está fechado devido à detecção de uma bactéria. Está encerrado desde 20 de agosto. Foi detectada esta bactéria nos circuitos de unidade de saúde pública. Isto foi revelado pela autarquia. Um jovem russo de 26 anos atropelou intencionalmente várias pessoas em França, perto da estação de comboios de Caen, ontem à noite. Fez dois mortos e 10 feridos, sendo que três deles estão em estado grave. O condutor fugiu do local após o atropelamento e foi detido.

É o ponto final no Jornal da Uma, que teve edição do Miguel Cordeiro.