Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.
Vamos atualizar a informação. Jornal das quatro, com José Rafael Lopes. José, o Presidente da República lembrou hoje que a revitalização do Parque Natural da Serra da Estrela é uma promessa que se arrasta há demasiado tempo.
António José Seguro lembra a ação do governo depois de um incêndio que afetou a região durante duas semanas em 2022. Na altura, foram prometidos mais de €150 milhões para revitalizar a zona no pós-incêndio. O chefe de Estado diz que essa região do interior não pode ser esquecida e que são necessários mais passos concretos para revitalizar o Parque Natural da Serra da Estrela. António José Seguro lembra que essa promessa, por parte do governo, ainda está por cumprir.
Quase nada foi investido dos €155 milhões anunciados. Ora, quando se assinala meio século do Parque Natural da Serra da Estrela, em vez de passa-culpas, o que se exige são passos concretos para revitalizar e proteger o nosso património natural, que é também um dos principais ativos desta região do interior do nosso país. A Serra da Estrela merece mais do que promessas.
A promessa de verbas para revitalizar o parque foi feita em 2022. Em março deste ano, a Associação de Municípios do Parque Natural da Serra da Estrela disse que o plano de revitalização daquela área continua sem avançar e que todas as ações previstas não têm financiamento assegurado. Na Guarda, António José Seguro lamentou ainda que não saiam da gaveta muitas das recomendações feitas ano após ano para melhorar a prevenção dos incêndios. É o que diz o presidente da República na cerimônia que assinalou os 150 anos dos Bombeiros Voluntários da Guarda.
Tenho transmitido a necessidade de melhorarmos a prevenção e a capacidade de resposta. O relatório da Comissão Técnica Independente, que avaliou os incêndios de agosto do ano passado e foi revelado há poucos dias, vai no mesmo sentido. E aponta algo ainda mais preocupante. Muito ficou por fazer depois dos relatórios interiores dos incêndios de 2017. E essas falhas reduziram a nossa capacidade de resposta aos grandes incêndios do ano passado.
As palavras de António José Seguro a pedir mais atenção ao Parque Natural da Serra da Estrela. O chefe de Estado, que anunciou a atribuição da Ordem de Mérito à Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários da Guarda, que assinala 150 anos.
Mais de duas centenas de operacionais continuam envolvidos no combate a dois fogos que estão em fase de resolução no Conselho de Carrazeda de Ansiães.
Não há, por agora, risco de propagação para lá do perímetro definido pelos bombeiros. O primeiro fogo situa-se na freguesia de Linhares. Os operacionais contam com a ajuda no terreno de meios aéreos e mais de 70 viaturas. Entretanto, também o incêndio em Paramos está em fase de resolução. De acordo com o site da Proteção Civil, continuam mais de 80 operacionais e seis meios aéreos no terreno. O vento está a preocupar os bombeiros e a dificultar o combate às chamas.
As urgências de oftalmologia dos hospitais do Serviço Nacional de Saúde não têm previsto um reforço do número de profissionais para a noite do eclipse.
O fenômeno acontece na quarta-feira. Não há reforço para já. É o que indica a direção executiva do SNS ao jornalista do Observador, Tiago Queiroga.
A direção executiva do SNS diz que não se espera um aumento significativo da afluência às urgências e que, por isso, não está a ser equacionado um reforço dos profissionais. Para se perceber, até porque não é comum ouvirmos falar de urgências de oftalmologia, os hospitais do SNS têm, nos dias úteis e durante o dia, o apoio de oftalmologistas na urgência. Mas durante a noite e aos fins de semanas e feriados, o que acontece é que há uma concentração da resposta, ou seja, está concentrada nas urgências metropolitanas em Lisboa e no Porto. E na noite do eclipse, portanto, de quarta pra quinta-feira, serão os hospitais de São José, em Lisboa, e de São João, no Porto, a assegurar a urgência e onde estarão escalados dois médicos oftalmologistas.
Os hospitais acreditam que a campanha de sensibilização que tem sido feita nos últimos dias deve ser suficiente para evitar um aumento significativo da ida às urgências. Um dos maiores riscos associados à observação do eclipse sem os óculos adequados é o de desenvolver uma retinopatia solar.
No fundo, é a morte das células da retina. Se essa observação for prolongada, essa lesão pode ser definitiva, pode ser permanente, ou seja, causa uma diminuição permanente da capacidade visual. E atenção que a morte celular é indolor, ou seja, a pessoa só se apercebe de que algo não está bem nas horas seguintes e não no momento em que está a observar o sol.
O risco associado à observação do eclipse acredita a direção executiva do SNS que não há necessidade de reforçar os números de médicos nas urgências face aos avisos que têm sido feitos nos últimos dias. O eclipse solar acontece na quarta-feira.
Na atualidade internacional, Israel rejeita o plano de paz com 15 pontos para a Faixa de Gaza.
Um plano elaborado pelo Conselho de Paz, criado por Donald Trump, teve luz verde do Hamas, posição confirmada por Benjamin Netanyahu na última hora. O primeiro-ministro israelita garante que o exército do país não vai sair de Gaza até o Hamas estar completamente desarmado. Entretanto, há pouco, o Hamas deixou um apelo aos Estados Unidos da América para que seja exercida pressão sobre Israel numa tentativa de mudar a posição de Tel Aviv para que aceitem esse acordo de paz com 15 pontos.
Irão e Omã insistem que está para breve um acordo para permitir a navegação no Estreito de Ormuz, mas as exigências iranianas podem complicar o cenário de entendimento.
O Irão pretende que os Estados Unidos fiquem de fora das conversas e ter maior domínio sobre a passagem. Ainda hoje, o Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão assegurou que todas as conversas estão a ser feitas com Omã e nenhuma com os Estados Unidos. Na Rádio Observador, o tenente-general Marcos Ronha diz que o Irão não pretende apenas gerir o tráfego marítimo, quer também a saída total das forças americanas da região.
Além de parar com a guerra, por assim dizer
Exige a paragem do bloqueio naval e a saída do dispositivo militar do Médio Oriente. Portanto, o que me parece difícil nesta fase que os Estados Unidos possam aceitar naturalmente.
A análise do tenente-general Marcos Ronha no Gabinete de Guerra aqui na Rádio Observador. Hoje o governo do Irão mostrou também imagens do líder supremo que, de acordo com alguma imprensa que está a detalhar o que se passa no Médio Oriente, estaria perto de uma morte iminente. Hoje saem essas imagens de Khamenei.
Tempo agora para o desporto. Hoje está na estrada a quarta etapa da Volta de Portugal.
É ainda longe do fim, mas será um final complicado. Esta quarta etapa fecha com a subida à Torre, na Covilhã, para muitos, um dos pontos altos desta edição. A ligação de hoje, 154 km entre Figueiró dos Vinhos e o Alto da Torre, na Covilhã. A etapa de hoje inclui ainda três contagens de montanha antes da derradeira subida à Torre. O português Rui Oliveira mantém a camisola amarela, vai tentar segurá-la no final desta etapa, que está a entrar nos últimos 50 km.
No futebol, é dia de estreias para Benfica e Futebol Clube do Porto na edição deste ano da Primeira Liga. Os Dragões são os primeiros a entrar em campo.
Acontece às 18h, com o objetivo de aproveitar o deslize do Sporting. O Futebol Clube do Porto mede forças com o Alverca. Francesco Farioli deixa um aviso à equipa: o título de campeão nacional conquistado na época passada é coisa do passado.
Temos de parar de fazer comparações com a época passada, porque ela já passou. Temos alguns troféus no museu, mas o que fizemos agora foi embarcar nos nossos barcos. Já não vamos comparar com o passado e agora vamos colocar todos os pés no chão para atacar o que está à nossa frente.
Os portistas recebem o Alverca, que é orientado pelo antigo treinador da equipa júnior dos Dragões. Sérgio Ferreira acredita que os ribatejanos têm tudo para serem competitivos. O Futebol Clube do Porto Alverca tem relato aqui na Rádio Observador.
E logo a seguir joga o Benfica frente ao Académico de Viseu. Jogo à porta fechada.
Consequência de um castigo aplicado pela Autoridade para a Prevenção e o Combate à Violência no Desporto ao Benfica. A decisão de encerrar o Estádio da Luz aos adeptos mereceu comentários por parte de Marco Silva. O treinador diz que é uma decisão que nada ajuda o futebol português.
Retirar 65 mil pessoas ou 60 mil pessoas de um estádio de futebol, se achamos que é assim que vamos resolver problemas, estamos completamente enganados. Acho que temos muitos bons exemplos pela Europa de como contrariar algumas coisas que não são boas e se não são boas há que atuar diretamente e não é interditando ou não permitindo que os adeptos estejam no estádio e que o jogo seja à porta fechada que vai resolver o que quer que seja. Simplesmente, e eu não entendo, retiraram isso não só ao Benfica e ao próprio Académico de Viseu, ao próprio espetáculo. É ir por caminhos que, na minha opinião, não vão resolver nada.
As palavras de Marco Silva em conferência de imprensa antes do jogo entre o Benfica e o Académico de Viseu, partida marcada para às 20h30. Do lado do Académico de Viseu, há aqui um regresso à elite do futebol nacional. Trinta e sete anos depois, a equipa de Viseu está de novo na Primeira Liga e para esta noite, o técnico Bruno Pinheiro admite que as bancadas vazias do Estádio da Luz podem ajudar a equipa de Viseu.
Uma partida para ouvir aqui na Rádio Observador às 20h30 com emissão especial de desporto.