Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

Meio da semana, véspera de feriado e a primeira rentrée. O PSD inaugura as festas de verão dos partidos, eventos políticos que costumam dar pistas para o regresso das férias, Miguel Vieira.

Até porque o Orçamento do Estado está ao virar da esquina. Luís Montenegro, líder social-democrata, estreia-se enquanto primeiro-ministro na festa do Pontal.

O discurso está previsto para logo à noite. Vamos transmitir em direto aqui na Rádio Observador. Quanto a esta tarde política que está prestes a arrancar, já daqui a pouco, América dividida. Que divisões é que vais explorar hoje?

As sondagens parecem complicar a vida a Donald Trump e à estratégia republicana nesta campanha, por um lado, por outro, aumenta o escrutínio ao papel do candidato a vice-presidente pelos democratas. Tim Walz era o governador do estado do Minnesota durante os protestos motivados pela morte de George Floyd às mãos de um agente de polícia. Temas para abordar com Diana Soler, especialista em assuntos internacionais.

Para além dos Estados Unidos, damos um salto a terras britânicas. Estava previsto darmos um salto até terras britânicas, a propósito de uma crônica no site do Observador, mas vamos antes passar por terras portuguesas no semáforo político depois das 17h30.

É com o novo presidente da Agência para a Integração, Migrações e Asilo, a primeira entrevista de Pedro Portugal Gaspar, que está em funções há duas semanas.

Vai ser no Direto ao Assunto, depois das 18h, essa entrevista. Antes de fecharmos a tarde política, vamos ainda conversar com Ana Cláudia Cowan, é a diretora do Agrupamento de Escolas de Alcanena, um dos agrupamentos onde vai avançar no próximo ano letivo um projeto-piloto com duas novas disciplinas no secundário.

Literacia e dados e projeto pessoal. E é sobre este projeto-piloto que vamos conversar mais logo, já na segunda hora da tarde política, ali por volta das 18h35, mais coisa, menos coisa.

Vão ser, como sempre, duas horas intensas de notícias, entrevista e análises. São agora 17h no continente e na Madeira, menos uma hora nos Açores. Tempo para as notícias.

Está a baixar. O novo presidente da Agência para a Integração, Migrações e Asilo revela ao Observador que está a diminuir o número de processos pendentes de regularização de imigrantes.

Há cerca de um mês, eram quase 400 mil. Na primeira entrevista depois de ter assumido funções, Pedro Portugal Gaspar afirma que as pendências baixaram de forma considerável.

Admito que esteja substancialmente abaixo desse número, das 400 mil pendências, e admito, não querendo extrapolar muito, mas que haja uma redução claramente de 30% a 35%, mas não consigo com certeza absoluta afiançar.

Uma diminuição que deve ser ainda mais vincada assim que a nova estrutura de missão criada pelo governo para ajudar na resolução das pendências comece a trabalhar.

Está previsto que ela aconteça no próximo mês de setembro. Nesta entrevista ao Observador, Pedro Portugal Gaspar diz também que vai ser necessário contratar mais funcionários para além dos 103 já previstos.

Não excluo a hipótese de considerar que sejam necessários mais, mas de qualquer maneira, atualmente há aqui dinâmicas em termos de mobilidade pessoal, de aposentações. Aliás, o mapa está perspectivado para 950, se a memória não me falha, de cor, com 700 preenchidos. Portanto, o que significa que há espaço ainda para acomodar além dos 103 quadro.

Sobre a greve ao trabalho extraordinário, decretada pelo sindicato que representa os trabalhadores da AIMA, Pedro Portugal Gaspar adianta que vai ser pensado um novo modelo de organização do trabalho para evitar o recurso ao trabalho suplementar.

Equacionar outras modalidades de pressão de trabalho, trabalho por turnos, que não necessite do recurso ao trabalho suplementar, no sentido em que há uma maior capacidade de oferta. Novas pendências, será aqui um bocado prematuro pensar nisso. Vai acontecer.

Uma consequência direta da greve ao trabalho extraordinário decretado pelo sindicato que representa os trabalhadores da AIMA, o novo presidente da agência adianta que quer reunir precisamente com as estruturas sindicais já no próximo mês de setembro.

E se tudo correr bem, precisamente em setembro, já vai poder sentir no bolso os efeitos das novas tabelas de retenção. Em resposta ao Observador, o Ministério das Finanças revela que pretende publicar as novas tabelas do IRS nos próximos dias, com reflexo nos salários e pensões que vão ser pagos já no próximo mês.

Trabalhadores e pensionistas passam a reter menos impostos, ganhos calculados pela consultora Ília variam entre os seis e os 28 € por mês.

Está tudo explicado em observador.pt. Viabilizar, sim, negociar, não. O antigo deputado socialista Álvaro Beleza defende que o PS deve ajudar a aprovação do Orçamento do Estado para o próximo ano, sem, no entanto, negociar o documento.

Eu deixava passar este orçamento, dizia logo à partida, mas não negociava nada.

Isto é, para não se vincular a este orçamento.

Ter um orçamento a meias entre o PSD e o PS não é nada. Se o PSD está no governo e se a direita é majoritária, então que façam o seu orçamento.

Um orçamento com medidas do PS vai responsabilizar também o PS?

Claro, se o orçamento tiver lá parte das propostas do PS, está lá sem estar no governo.

O atual presidente da SEDES, que foi mandatário nacional de Pedro Nuno Santos, acrescenta, em entrevista ao programa da Rádio Observador, comissão de inquérito que ainda não transmitiu esta opinião ao secretário-geral do PS.

O tema do orçamento deve ser, de resto, abordado mais logo, durante a tradicional Festa do Pontal, momento que marca a rentrée do Partido Social Democrata.

Vai contar com a intervenção do presidente do partido, Luís Montenegro, que deve perspectivar o ano político e claro, aqui incluído, o debate em torno do orçamento, que deve intensificar-se nas próximas semanas. A Festa do Pontal arranca às 19h.

Hora que vamos em direto até Quarteira, está por lá o editor de política do Observador, Rui Pedro Antunes. É a convicção do ministro da Defesa. Nuno Melo garante que, no final do mandato, as Forças Armadas vão estar em muito melhor estado do que quando o governo de Luís Montenegro iniciou funções.

Esta tarde, em Porto de Mós, o ministro da Defesa acusou o anterior governo de desinvestimento, por exemplo, nas condições dos militares.

Nós decidimos começar pelas pessoas, pelos militares do presente, mas também pelos antigos combatentes. Acredito, entregaremos as Forças Armadas em muito melhor estado do que aquele em que as recebemos. Eu estou profundamente convencido disso. De facto, como lhe disse, se em 115 dias conseguimos o que já conseguimos, tenha certeza que com mais tempo conseguiremos muito mais.

É essa a convicção de Nuno Melo, declarações à margem da comemoração do aniversário da Batalha de Aljubarrota, em Porto de Mós, Leiria.

Passam quatro minutos e meio das 17h. Olhamos ainda para outras notícias.

Está surpreendido. O presidente da Associação Nacional de Cuidados Continuados garante que há várias unidades com camas de cuidados paliativos vagas.

Diz, por isso, que foi apanhado de surpresa com a divulgação do relatório da Entidade Reguladora da Saúde. Esse relatório indica que quase metade dos utentes que precisam destes cuidados morrem antes de arranjar vaga, seja no setor privado ou no setor social. José Bordan diz que não entende os dados apresentados.

Desde há, pelo menos, cerca de quatro, cinco anos que as nossas associadas que têm cuidados paliativos se queixam que as taxas de ocupação andam na casa dos 50 a 60% e não mais que isso. Portanto, fiquei estupefacto quando vi a notícia, porque nós queixamo-nos, anunciámos isso também várias vezes à comunicação social, das taxas de ocupação estarem abaixo daquilo que deviam, quando o discurso, quer dos governos, quer a nível hospitalar, é de que não há vagas para cuidados paliativos, o país precisa de mais camas em paliativos, etc.

José Bordan acrescenta que cada vez que abre uma vaga, essa informação é comunicada à Rede Nacional de Cuidados Continuados. Por isso, se as camas não são ocupadas, as entidades que pertencem à rede assumem que não há utentes suficientes para completar essas mesmas vagas.

É um alerta da Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor. As comissões das transferências por MB Way podem aumentar na sequência do novo regime de transações entre contas bancárias.

Esta possibilidade é suscitada depois da Sibes anunciar que pretende que passe a ser possível associar a aplicação MB Way diretamente à conta bancária, além da solução já existente, que associa o MB Way aos cartões. À Rádio Observador, o economista da Deco, Vinay Prangérvan, explica o que está em causa.

Podão ser aplicados os preçários para transferências enviadas. Se eu te fizer uma transferência de €40, que é o valor médio das transferências MB Way hoje, em vez de me poderem ser cobrados €0,08 ou €0,12, como disse, se eu exceder o tal pacote, podem-me cobrar €0,80, €1, €1,12, dependendo do banco. Haverá bancos que poderão isentar.

A explicação do economista da Deco Proteste para a necessidade de pedir uma intervenção urgente. Alerta também para essa necessidade, razão pela qual a Deco já enviou uma carta aos Ministérios da Economia e das Finanças a pedir uma avaliação.

Em França, dois aviões da Força Aérea francesa colidiram enquanto sobrevoavam a região de Colombé-le-Bel, no leste do país, a 40 km de Nancy. Na sequência do acidente, duas pessoas estão desaparecidas.

Trata-se de um instrutor e um aluno piloto que seguiam no mesmo avião. Na outra aeronave, seguia um piloto que conseguiu ejetar-se antes do acidente, não sofreu ferimentos.

De acordo com as autoridades francesas, estão em curso operações de busca, levadas a cabo pela polícia e pela Proteção Civil da região. É o que adianta a agência France Press, o porta-voz da Força Aérea Francesa, que acrescenta que todos os pilotos envolvidos eram de nacionalidade francesa.

As autoridades militares do país estão agora a tentar perceber as causas deste acidente. No Médio Oriente, dois rockets libaneses caíram no norte de Israel, na cidade de Kiryat Shmona. No entanto, falhou a ativação dos alertas de ataque, uma informação avançada pelo Times of Israel.

As autoridades locais revelam que os rockets provocaram alguns danos, não avançam mais detalhes, não há registo de feridos. O ataque já foi reivindicado pelo Hezbollah. O exército israelita garante que está a investigar o caso.

Há uma nova ronda de negociações de paz para a Faixa de Gaza, marcada para a próxima terça-feira. Nesse sentido, uma delegação israelita vai partir na próxima semana para Doha, no Qatar.

De acordo com o jornal Haaretz, o grupo é composto pelo líder do Serviço de Informações e Operações Especiais, também o responsável pelo Serviço de Segurança de Israel.

Vai ainda o conselheiro do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e um responsável das Forças de Defesa Israelitas.

A Ucrânia capturou mais de uma centena de soldados russos em Kursk nas últimas 24 horas.

Dados avançados pelo comandante do exército ucraniano num relatório enviado ao presidente Volodymyr Zelensky. As forças ucranianas garantem que avançaram pelo menos 1 ou 2 km em diferentes direções desde o início do dia, precisamente na altura em que esses soldados russos foram capturados.