Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

Duas horas. As notícias com Miguel Gato.

Quase 300 pessoas foram detidas esta noite em Paris durante confrontos que resultam dos festejos da conquista do PSG, da Liga dos Campeões. É o mais recente balanço feito pelas autoridades. O diário Le Parisien dá conta de confrontos com a polícia. Os adeptos têm disparado engenhos pirotécnicos contra as autoridades, com registro de vários feridos. Le Monde diz que as tensões começaram ainda antes do jogo terminar. Foi utilizado um canhão de água nos Campos Elísios para evitar que a multidão se aproximasse do Arco do Triunfo. Carros incendiados, lojas vandalizadas e roubadas, é este o cenário na cidade de Paris. Depois da vitória do Paris Saint-Germain esta noite, nas ruas de Paris estão cerca de 5500 agentes da polícia para controlar os confrontos e também todo o caos que se vive na cidade. O PSG venceu esta noite o Inter de Milão por cinco bolas a zero e sagrou-se pela primeira vez campeão europeu de clubes. Os portugueses Vitinha, João Neves, Nuno Mendes e Gonçalo Ramos são os portugueses campeões da Europa nesta equipe comandada por Luís Enrique. Aos jornalistas, Vitinha não esconde a felicidade, nem a importância deste grupo luso no plantel do PSG.

Quatro portugueses. Sabe muito bem ter esta família dentro da nossa família. E nós estamos malucos, estamos aí a festejar. Não paramos de falar disso. Era o sonho de todos nós e felizmente conseguiu.

Vitinha, aqui num som captado pela Sport TV. Doué bisou nesta partida. Hakimi, Kvaratskhelia e Mayulu selaram o triunfo para os parisienses, nesta que foi a final mais desequilibrada da história em termos de gols. É o resultado mais volumoso de sempre numa final da história da competição. O Inter de Milão é novamente derrotado numa final da Champions, depois de ter perdido, em 2023, frente ao Manchester City, por uma bola a zero. Rui Rio é o mandatário nacional da candidatura de Henrique Gouveia e Melo à Presidência da República. Foi uma surpresa que surgiu no jantar desta noite de candidatura do almirante no Porto. Gouveia e Melo fez um discurso com tacadas às vozes críticas desta candidatura. Maria Rego.

Foi um discurso de pouco mais de 10 minutos, onde houve espaço para alguns recados. A começar a crítica às vozes que mostraram contra a candidatura de Henrique Gouveia e Melo.

Se, por um lado, são arautos da democracia e apelam à resistência e ao dever cívico dos cidadãos para participarem ativamente na política e na vida da comunidade, por outro, atacam ferozmente qualquer cidadão que tente imiscuir-se na divisão política que eles próprios acham que criaram. Caros amigos, a política não é um clube fechado, onde só se entra por convite.

E no meio das críticas, veio o principal compromisso.

Reconstruir a confiança dos portugueses.

Para lá chegar, Henrique Gouveia e Melo aponta os passos a seguir.

Temos que reformar e modernizar o Estado. Temos que reformar a Justiça. Temos que pagar melhores salários, fixar os nossos jovens e garantir o futuro do Estado Social.

Traçados os objetivos, fica o compromisso.

Se os portugueses me escolherem como presidente da República, procurarei ser um presidente diferente, um presidente que fala com clareza, que une os portugueses, em vez de os dividir, um presidente imune às intrigas partidárias, à maledicência, à prática do bota-abaixo e da crítica e do comentário inconsequente.

O momento alto da noite ficou marcado pela apresentação de Rui Rio como mandatário nacional da campanha, um regresso à política nacional que aconteceu com Gouveia e Melo.

Reconheço nesta candidatura uma convergência de pensamento relativamente à situação do país e às ações concretas que urge implementar. Aceitei, porque sinto que o candidato tem a visão correta, a capacidade necessária e a determinação para continuar a servir Portugal.

O jantar da candidatura de Henrique Gouveia e Melo terminou ao som do Hino Nacional, entoado por algumas centenas de pessoas na Alfândega do Porto.

A jornalista do Observador, Maria Rego, que esteve a acompanhar o jantar de candidatura de Henrique Gouveia e Melo, à Belém, na Alfândega do Porto. O almirante escolheu o antigo presidente do PSD, Rui Rio, como mandatário nacional da sua candidatura. Depois de dois anos e meio de liderança, Rui Rocha demite-se da presidência da Iniciativa Liberal. É uma decisão que surge na sequência de uma reunião da Comissão Executiva do partido. No final da reunião, Rui Rocha explica o porquê desta saída.

Olhando para os resultados eleitorais de 2025, tenho de sublinhar o fato de a Iniciativa Liberal não ter atingido a preponderância política que todos nós desejávamos. Desta vez, foi liberal para mais portugueses, mas não os suficientes para influenciarmos definitivamente a política do país. E, portanto, isso impõe o reconhecimento pessoal dessa circunstância e impõe que sejam tomadas decisões em função desse reconhecimento. Devo salientar que o balanço global que faço destes dois anos e meio é francamente positivo, de consolidação da Iniciativa Liberal, da presença em todos os parlamentos que referi, dos melhores resultados de sempre da Iniciativa Liberal.

A IL vai seguir agora para eleições internas. Rui Rocha mantém o lugar de deputado na Assembleia da República. O presidente demissionário da Iniciativa Liberal pede que o partido escolha uma liderança que esteja alinhada com o novo ciclo político. Bernardo Blanco pede uma candidatura agregadora à liderança da IL, numa declaração enviada ao Observador. O ex-deputado liberal afirma que agora é tempo do partido passar por uma reflexão e assegura que existem várias pessoas capazes de assumir a liderança do partido. Já o deputado da Iniciativa Liberal, eleito por Aveiro, Mário Amorim Lopes, diz que a liderança de Rui Rocha foi inexcedível. "Mariana Leitão está na pole position para suceder a Rui Rocha." Este é um artigo que faz esta hora manchete no site do Observador, assinado pela jornalista Inês André Figueiredo. O presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, diz que não teve conhecimento prévio de saída do líder da Iniciativa Liberal.

Eu não gosto de contar o que se passa nas audiências Mas sabem tão bem como eu, porque as delegações à saída dizem o que se passou da sua perspectiva. Portanto, eu não comento as decisões, respeito, dos líderes partidários, quer daqueles que antes de irem a Belém e ser ouvidos sobre a situação e a indicação do primeiro-ministro, já tinham comunicado que iam cessar funções, quer aqueles que decidiram depois.

O chefe de Estado, nestas declarações captadas pela RTP numa ação do Banco Alimentar, Marcelo Rebelo de Sousa diz esperar que o próximo governo, liderado por Luís Montenegro, inicie funções até ao Dia de Portugal e das Comunidades Portuguesas, dia 10 de junho. O Hamas garante que não rejeitou a proposta de cessar-fogo apresentada pelos Estados Unidos para o conflito na Faixa de Gaza. Isto depois de Steve Witkoff, enviado especial da Casa Branca, ter considerado as exigências do grupo palestiniano inaceitáveis e incompatíveis com a proposta norte-americana. A proposta dos Estados Unidos inclui uma pausa de 60 dias nos combates, durante a qual o Hamas se compromete a libertar 10 reféns vivos e entregar 18 corpos em troca de libertação de outros prisioneiros palestinianos. Segundo o "Times of Israel", o Hamas quer um cessar-fogo permanente em Gaza e quer assim essa moeda de troca para a libertação dos reféns. Citado pelo jornal "Haaretz", Witkoff acusa o grupo palestiniano de recuar na posição que tinha sobre o alcance de paz. O governo de Israel garante que aceitou a proposta do enviado dos Estados Unidos e deixa também críticas à alegada recusa do Hamas, que o grupo terrorista veio desmentir. Entretanto, nas últimas horas, o Executivo liderado por Benjamin Netanyahu voltou a fazer um aviso de evacuação geral no sul da Faixa de Gaza, dado o início de uma nova ofensiva militar terrestre no território.