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Este é o Domínio da Guerra da Rádio Observador, sempre com o Major-General Arno Moreira. Bem-vindo.
Olá, bom dia a todos. Desta vez é de braço.
É de braço. Na edição especial que fizemos nesta quarta-feira sobre as intercalares nos Estados Unidos, fizemos um balanço geral sobre a campanha, os resultados e as consequências. O Partido Republicano procura agora encontrar uma explicação para a derrota expressiva e, naturalmente, punir os responsáveis. O Partido Democrata também não tem uma tarefa fácil na escolha de um candidato para 2028. General, como é que devemos olhar para os dois anos que nos separam das primárias?
Esta quarta-feira, conhecidos os resultados, começou de uma forma absolutamente surrealista. Donald Trump convocou uma conferência de imprensa para o novo salão de baile da Casa Branca, para falar sobre a qualidade dos mármores que tinha escolhido para as paredes deste novo salão de baile. E lembramo-nos que tinha sido sobre o espelho d'água, que ele tinha mandado reconstruir, que ele tinha feito o último discurso antes das eleições. Nós estamos a ver um Donald Trump que parece olhar para este segundo mandato como uma espécie de construtor civil. Isto é, as grandes obras, deixando cair aquilo que podem ser as enormes dificuldades em cumprir uma agenda interna, ele pode querer ficar na história de Washington como o homem que fez obras. Agora, está em discussão, parece que durante 14 dias, foi mandada parar a questão do Arco do Triunfo, que ele quer impor também a Washington. Mas o Partido Republicano tem uma frase de J.D. Vance que resume muito bem aquilo que é a consequência deste processo eleitoral. "Perdemos estas eleições por causa da guerra". Esta é a frase que vai agora enquadrar todos os próximos meses da presidência de Trump. Já há um responsável. O responsável não é ninguém, para já, é a guerra.
Que aconteceu sozinha.
É a guerra em geral. E portanto, perdemos estas eleições por causa da guerra no Irão. Ora bem, esta frase, que é uma frase bombástica, ainda por cima dita pelo vice-presidente, encerra três leituras. A primeira é procurar distanciar-se de Trump. Vamos lá ver, se a guerra começou, o comandante-em-chefe, presidente dos Estados Unidos, naturalmente que está envolvido nessa guerra. E portanto, ao declarar como responsável a guerra, ele também não deixa de, indiretamente, estar a acusar o seu presidente. Ele é vice-presidente, não é um outro membro qualquer da administração, é o vice-presidente dos Estados Unidos. E portanto, neste sentido, isto demonstra uma certa tendência, que vamos ver provavelmente acelerar-se ao longo do mandato, da procura dos republicanos mais influentes em distanciarem-se de Donald Trump e das suas políticas para poderem acalentar alguma esperança para as eleições de 2028. Essa é a primeira viragem de J.D. Vance. Mas esta frase também diz uma outra coisa: é que é preciso retirar os Estados Unidos desta guerra com o Irão. Isto é, se a guerra do Irão é responsável por estes revoltados, os republicanos, se querem recuperar, têm que se desligar da guerra com o Irão. Não sei muito bem como é que isto se faz, a não ser que seja através de uma solução diplomática que entregue todos os trunfos a Teerão. Já não nos preocupamos com o controle do Estreito de Ormuz, já não nos importamos que ele exerça soberania territorial sobre o Estreito de Ormuz, já não nos importamos que o programa nuclear iraniano regresse em força, já não nos importamos que a quantidade de urânio enriquecido permaneça no Irão, já não nos preocupamos, basicamente, com o programa nuclear iraniano. É neste sentido que os Estados Unidos vão orientar e entregar de mão beijada ao Irão um poder que o Irão não deve ter, do ponto de vista dos equilíbrios regionais. Esta é uma questão também complicadíssima para resolver. E depois, há um terceiro elemento importante nestas declarações, que é anunciar o início da campanha eleitoral para 2028. Que é claramente feito na altura em que foi feito e com este impacto mediático, J.D. Vance apresenta-se como candidato à presidência dos Estados Unidos em 2028 e naturalmente que augura uma relação difícil. Ele é vice-presidente dos Estados Unidos Durante os dois anos. Ele para tentar ser candidato vai procurar descolar-se de Donald Trump, mas ele é vice-presidente, como é que ele se descola do presidente dos Estados Unidos? Portanto, esta declaração vai ser muito interessante assistir a isto. Depois, Marco Rubio está bastante mais sereno. Foi outro posicionamento.
Aliás, há quem diga que devemos estar mais atentos a J.D. Vance e a Marco Rubio do que propriamente a Donald Trump nos próximos tempos.
É que Rubio, propositadamente ou não, também deixou correr a ideia de que não está intimamente ligado à administração de Trump. Isto é, é secretário de Estado, mas não está intimamente comprometido nem com os resultados eleitorais. Não veio dar explicações sobre a questão dos resultados eleitorais. Parece optar pelo distanciamento como estratégia de aproximação à Casa Branca em 2028. Mas, na verdade, ele parece que veio já desmentir oficialmente que se vai demitir do cargo de secretário de Estado. Não faz muito sentido, na verdade, mesmo para quem quer ser presidente, deixar o cargo, porque o cargo é um cargo importantíssimo. Hillary Clinton aproveitou o cargo para depois lançar a candidatura.
Para se promover.
Para se promover. Portanto, deixar o cargo pode não ser uma boa política nem dar trunfos suficientes a Marco Rubio para a campanha de 2028. Há aqui um sinal claro, é que a equipa de Donald Trump parece agora presa por fios. Isto é, há um conjunto de personalidades dentro daquilo que é a Casa Branca e o staff de Donald Trump, que vai procurar ser responsabilizado pelos republicanos. Pete Hegseth. Aí está. Pete Hegseth é a vítima normal. Os republicanos já montaram o cadafalso. Andam à procura de uma cabeça e parece que a cabeça que encaixa melhor neste cadafalso é Pete Hegseth.
Mas Trump já disse que não considerava afastá-lo.
Pois.
Lá está.
Há quem diga que o impeachment de Pete Hegseth será promovido pelos próprios republicanos, que procurarão encontrar aqui um responsável, decapitá-lo e, portanto, lavar as mãos depois do assunto da guerra. Mas as questões para o Partido Democrata também não são famosas. Estamos na altura do champagne e, portanto, ainda estamos inebriados com o álcool do champagne.
Depois quando vier a ressaca.
É, mas agora vem a ressaca. Neste momento, portanto, temos a celebração, que é normal, e está a procurar afinar uma estratégia de combate a Trump. Mas os desafios são tremendos para vencer as eleições presidenciais, não é para vencer as eleições para o Senado ou para a Câmara dos Representantes, para vencer as presidenciais. Porque a minha leitura é a seguinte: não houve dois partidos a concorrer a estas eleições, contrariamente ao que nos parece a todos. Não houve dois partidos, havia três partidos a concorrer a estas eleições. Que partidos eram esses? Era o Partido Republicano dos fiéis a Trump, era o Partido Republicano dos que detestam Trump e havia o Partido Democrata. Só que houve uma coligação pré-eleitoral entre o Partido Republicano, que odeia Trump, e os democratas, e os republicanos, que tradicionalmente votam republicano, foram votar democrata. Houve uma aliança aqui entre os que detestam Trump e os que adoram os democratas. E isso contribui também para estes resultados. Ora, o desaparecimento de Trump dos boletins de voto agora em 2028, deixa outra vez pendurados e sem destino evidente o Partido Republicano que detesta Trump, que já não vai ser obrigado a votar democrata. Vamos a ver.
Exatamente, já tem outra opção.
Vamos a ver. Parece-me uma ideia interessante, de que não havia dois partidos, havia três partidos, um dos quais era o Partido Republicano dos que detestam Trump. Aliás, o próprio J.D. Vance deu uma interpretação interessante que passou um bocadinho ao lado. Não perdemos as eleições porque os republicanos não tivessem ido às urnas. Os republicanos foram às urnas, só que votaram democrata. A tal minha ideia de que havia três partidos a concorrer, e não apenas dois. Ora, estes republicanos que votaram agora democrata, já não vão ter este problema também nas próximas eleições. Portanto, o Partido Democrata vai ter que pedalar também para fazer com que estes republicanos votem definitivamente democrata e não regressem outra vez ao Partido Republicano, agora que Trump já não está no país. E portanto, agora há uma guerra. Essa guerra já começou hoje. Agora é preciso definir quem é o líder do Senado. E essa guerra já começou hoje. Al Sayed já veio dizer que não concorda com alguém ligado ao establishment do Partido Democrata. Isto é, que a revolução tem que começar também na nomeação do líder do Senado. E portanto, o Partido Democrata entrou também num período de afinação de estratégia e de escolha de líderes. E essa guerra começou já agora para a escolha do líder do Senado
Vamos agora até à Ucrânia. Ao longo dos últimos meses, Putin tem rejeitado todas as propostas de cessar-fogo temporárias, contraponto que o que é preciso é um plano completo de paz que satisfaça os interesses da Rússia, mas, na semana passada, aceitou um cessar-fogo de vários dias na cidade ocupada de Oleshky. General, o que é que levou Putin a mudar de posição? Terá sido Melania Trump sem ficar com os louros deste cessar-fogo?
Eu acho que Oleshky é um assunto interessante porque mexe em várias componentes desta guerra. Oleshky está no sul da Ucrânia, está na margem esquerda do rio Dnipro e está ocupada desde o início da invasão de 2022. Por quê? Porque junto a Oleshky está a ponte Antonovsky, que foi a ponte que a Federação Russa utilizou para passar forças para norte do Dnipro, logo em 2022. E ocupou Kherson. Kherson está do outro lado da margem. Portanto, Kherson está de um lado, do lado ucraniano, do lado ocupado está Oleshky. Oleshky está na linha da frente desde o início das operações militares de ocupação da Ucrânia. Tudo aconteceu a Oleshky. Aconteceu estar sob isto, mas também quando a Federação Russa saiu da margem norte, retirou da margem norte, lembramo-nos que destruiu a barragem de Kakhovka. Ora, a destruição da barragem de Kakhovka inundou Oleshky. Quer dizer, Oleshky já tinha sido ocupada e depois ainda foi destruída pela água que foi libertada pela destruição da barragem de Kakhovka. Isto é, Oleshky é uma cidade mártir no meio desta guerra. E aqui há alguns meses começou a ficar evidente. As pessoas começaram a vir pra rua com cartazes, cada vez que viam drones ucranianos, para mostrar que não tinham comida, não tinham medicamentos e que a situação era insustentável do ponto de vista humanitário. Ora, tornou-se viral, tornou-se público, estes vídeos.
Tornou-se visível.
Tornou-se visível. E foi visível para duas instâncias: para o Papa, que aproveitou para telefonar, aparentemente, a Putin, para interceder sobre este desastre humanitário que estava em Oleshky, e para Melania Trump, que resolveu utilizar aquilo que são a sua influência sobre ambas as partes, o seu charme também, é aqui importante. O seu charme sobre ambas as partes para obrigar uma coisa absolutamente improvável. É absolutamente improvável que se chegasse a um acordo sobre Oleshky. Oleshky não é muito diferente daquilo que se passa em muitas outras cidades ucranianas ocupadas ao longo da linha da frente. Mas esta mereceu a atenção de Melania Trump e teve também uma compreensão de ambas as partes, que é aqui interessante. E vamos desenvolver isto um bocadinho mais, porque me parece importante esta intervenção de Melania Trump. Melania Trump já tinha aberto um conjunto de outras iniciativas que tinham tido sucesso. Não é a primeira vez que ela se mete na questão ucraniano-russa. Ela é responsável pela libertação, pelo repatriamento por parte da Rússia, de um conjunto muito significativo de crianças que tinham sido evacuadas, vamos chamar assim, para não dizer raptadas pela Federação Russa, dos territórios ocupados e levados para a Rússia. A intervenção de Melania Trump, em tempo oportuno, permitiu fazer com que estas crianças fossem devolvidas à Ucrânia. Isto deu a Melania Trump duas coisas. Primeiro, o mérito de conseguir resolver. E segundo, criou-lhe ligações, pontos de natureza informal, com duas estruturas que são importantes nisto tudo. Essas estruturas são a estrutura ucraniana e da Federação Russa dos Direitos Humanos, os altos representantes para os direitos humanos de um lado e do outro. E através de uma diplomacia muito menos mediática do que Jared Kushner.
É verdade. Muito mais discreta.
Muito mais discreta, produziu resultados. E esta foi uma operação que era complicada, porque era preciso um cessar-fogo de vários dias, um dia só não chegava. Era preciso entrada de colunas de autocarros para evacuação e para levar alimentação e medicamento, equipes humanitárias para avaliar a situação, desminagem de itinerários, quase nenhuma presença de mídias ocidentais, apenas foi uma cadeia norte-americana. E depois foi preciso evacuar os habitantes para a Crimeia, de autocarro, depois de avião até Gomel, na Bielorrússia, e depois uma coluna de autocarros de Gomel para a Ucrânia, 11 autocarros, e para a Federação Russa, quatro autocarros.
Para a Rússia também foram.
Também foram, mas foram bastante menos do que para a Ucrânia, o que dá para entender que Oleshky era uma cidade e é, continua a ser uma cidade ucraniana. E ontem, Melania Trump reuniu na mesma sala, lado a lado, personalidades importantíssimas. É que ela foi capaz de sentar o enviado da Rússia exatamente ao lado do enviado da Ucrânia e o alto representante dos direitos humanos da Ucrânia e da Federação Russa, também lado a lado, na mesma sala, escutando Melania Trump. Eu não me admiraria que houvesse uma surpresa na entrega do próximo Nobel. Ele será para Trump, mas não para Donald Trump, provavelmente para Melania Trump.
Voltamos a falar das intercalares norte-americanas, porque um dos últimos trunfos lançados por Donald Trump durante a campanha foi a de um acordo com Putin para o fornecimento de diesel aos Estados Unidos. Falamos aqui sobre isto. Ora, estes navios que entretanto deixaram os portos russos com destino à América do Norte, parecem estar a seguir uma rota diferente. Que cortina de fumo é esta?
Completamente. Nós já falámos aqui longamente sobre este telefonema entre Vladimir Putin e Donald Trump a meio da campanha eleitoral, que permitiu a Donald Trump vir anunciar que tinha sido chegado a um acordo entre a Federação Russa e os Estados Unidos da América, que iria permitir que o diesel russo chegasse aos mercados americanos, e isso faria baixar imediatamente o preço do diesel para os agricultores norte-americanos. Na altura, nós aqui também, socorrendo de vários especialistas que se pronunciaram sobre a matéria, ficou esta ideia: é pouco diesel que vem a caminho e vem muito tarde para influenciar a campanha eleitoral.
Como se vê.
E portanto, isto pareceu um enorme golpe mediático para ter um efeito conjuntural, mas a sustentação estrutural disto não parecia muito sólida. E agora tivemos a grande notícia. É que havia três navios petroleiros carregados de diesel que saíram de São Petersburgo com destino aos Estados Unidos e entretanto, naquilo que são os seus sinais rádios, já mudaram o destino. Já não vão para os Estados Unidos.
Espera aí que já não interessa.
Já não vão para os Estados Unidos. Um deles diz que vai para o Brasil. O outro também mudou a indicação do seu destino e está junto da Argélia e diz aguardar ordens. E o terceiro ainda não se sabe o destino, mas também diz que está a aguardar ordens. Isto é, não vão para os Estados Unidos, porque já se esgotou o efeito mediático e não se produziu descida nenhuma do preço dos combustíveis. Ora bem, há aqui uma coisa que é importante também.
Parece que andamos a brincar.
Aquele anúncio não tinha uma sustentação prática, isto é, não se pode dizer a Federação Russa vai vender petróleo aos Estados Unidos. Não é só isso. É que empresas da Federação Russa é que vão vender a que empresas dos Estados Unidos, e isso é preciso haver um contrato. Ora, o que aconteceu foi que as empresas norte-americanas se assustaram com este contrato. E assustaram-se por quê? Porque as sanções não desapareceram, estão apenas suspensas. E as empresas norte-americanas começaram a ficar com receio que estariam a contrariar o espírito do Congresso, não obstante haver uma suspensão do efeito das sanções, mas no espírito estavam a contrariar o Congresso. Ora, como entretanto mudou a cor do Congresso, as empresas norte-americanas disseram: "Se calhar é melhor não assinarmos este contrato". E portanto, assim a operação mediática do anúncio do diesel acabou com os navios a dirigirem-se para outros destinos.
Hoje colocamos o nosso ponto de mira no homem mais rico do planeta Terra, Elon Musk. General, vamos lá olhar para a forma como ele se envolveu nas eleições intercalares dos Estados Unidos.
Elon Musk é o primeiro trilionário, e nós não sabemos muito bem o que é isto. Uma conta bancária de um trilionário deve ser uma coisa muito difícil de ler, deve precisar de um papel A5 para ter lá aqueles números, os zeros todos. É o primeiro trilionário do mundo. E é trilionário por mérito próprio, é uma pessoa que investiu nas áreas certas, nas áreas que ele conhecia bem e, sobretudo, áreas cuja antevisão ele percebeu que isto era o futuro para o investimento da sua fortuna. Ele teve profundas ligações durante o primeiro mandato a Donald Trump. Vimos a intimidade com que ele frequentava a Sala Oval e falava com Donald Trump.
Depois recuou um pouquinho.
Depois foi nomeado para superintender uma organização criada ad hoc, que era o DOGE. O DOGE era o Departamento para a Modernização Administrativa e tinha como missão organizar a tecnologia da informação, cortar gastos públicos, reduzir burocracia, diminuir o déficit orçamental. Como é que isto foi feito? Com o despedimento de centenas de milhares de funcionários. Portanto, ele a certa altura tornou-se um problema também para Donald Trump, porque se tornou altamente impopular através desta política. O DOGE, entretanto, acabou a 4 de julho, parece-me, de 2024, e Elon Musk regressou outra vez à Tesla e à SpaceX. Ele doou 446 milhões de dólares de apoio ao Partido Republicano.
O que é isso para ele.
Como é que isto é feito? É feito através de duas organizações. Ele não deu dinheiro aos candidatos, para não ser acusado de favorecer um candidato. Deu a duas organizações controladas pelos republicanos, que entregaram a quem? Sobretudo ao candidato do Texas. Por quê? Porque a sede da Tesla, SpaceX e do X, Elon Musk levou-as para o Texas porque pensou que o Texas era favorável. Ora, o Texas tem um projeto de instalação de data centers, os maiores da América. Ora, Talarico, o homem que acabou por ganhar, é contrário à não regulamentação destes data centers. E, portanto, gastaram-se 446 milhões de dólares e acabou por ganhar o candidato democrata ao Senado e também o governador do Texas.
General Arnaldo Mourão, muito obrigada por mais um "Minuto da Guerra". Estamos de volta na sexta.
Sexta.
Até lá, bom fim de semana.
Bom fim de semana a todos.