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Está no ar o Domínio da Guerra, sempre com o Major-General Arno Moreira. Bom dia, bom dia, General.

Olá, muito bom dia a todos.

Também nos pode acompanhar com imagem nas redes sociais do Observador. Ao longo das últimas semanas, foram se acumulando os sinais de que se estava a preparar uma intervenção militar norte-americana sobre o Irão. Apesar de os dois países terem mantido várias rondas iniciais, era fácil reconhecer que as linhas vermelhas impostas pelo Irão no âmbito das negociações eram incompatíveis com as exigências americanas. E assim, na madrugada de 28 de fevereiro, começou mais uma guerra no Médio Oriente, general. O que devemos destacar desta primeira semana de conflito?

Muito bem, esta é uma guerra diferente. Eu estou a definir esta guerra como uma guerra de oportunidade. Normalmente, gosto de classificar as guerras em três categorias. A primeira categoria é das guerras imperiais. O objetivo de uma guerra de natureza imperial é obter território e recursos. No caso da invasão da Ucrânia pela Federação Russa, estamos perante um típico caso de uma guerra de natureza imperial. O objetivo final da Rússia é ficar com um território maior e com mais recursos à sua disposição. E o problema das guerras imperiais é que elas não param ali logo no vizinho. Param onde forem obrigadas a parar, isto é, onde se criarem condições para que não possa haver mais conquistas de natureza territorial, nem acesso a novos recursos. Portanto, primeira categoria, guerras imperiais. A segunda categoria é aquilo que eu chamo as guerras emocionais. As guerras emocionais resultam da necessidade de respondermos a uma comoção qualquer. 11 de setembro, guerra do Afeganistão. Isto é, o impacto que teve junto das pessoas, junto do sistema internacional, junto da percepção de insegurança que resulta, leva-nos a procurar, através do instrumento guerra, recuperar outra vez a estabilidade e a segurança, que é a função essencial do Estado relativamente aos seus cidadãos. Portanto, temos guerras imperiais, guerras emocionais. Nas guerras emocionais cabem também aquele tipo de guerras da proteção das minorias. Isto é, nós entrámos nos Bálcãs para proteger minorias. Nós desencadeámos uma guerra na Líbia por causa também da ameaça de bombardeamentos pelo governo líbio a minorias. Portanto, são guerras de natureza emocional. E depois, temos um conjunto de guerras que é muito típico, que são as guerras de natureza fronteiriça. Nós quando traçamos as fronteiras, não respeitamos nações e as nações depois procuram ajustar as fronteiras e isto leva a conflitos fronteiriços entre os Estados. A questão do Afeganistão e do Paquistão é tipicamente uma guerra de natureza fronteiriça. Portanto, temos este tipo de guerras e normalmente conseguimos encaixar as guerras nestas categorias. Mas não é o caso desta. Não é o caso desta.

Tudo o que se preveu não se consegue encaixar na guerra.

Não conseguimos encaixar nisto. O que nós temos é uma guerra de oportunidade. O que é uma guerra de oportunidade? A guerra de oportunidade vive de duas coisas. Por um lado, de um conjunto de tensões, que é acumulada ao longo dos tempos, mas sem que nenhum dos fatores das tensões tenha uma preponderância tão grande que diga: "É obrigatório fazer esta guerra." O que despoleta a guerra é a oportunidade. É por isso que eu chamo isto de uma guerra de oportunidade. A guerra de oportunidade é: existe um conjunto de tensões que eu nunca consegui resolver, nem nunca arranjei motivo para a guerra. E de repente, eu tenho uma percepção de que o tal país sobre o qual eu vou fazer a guerra está a atravessar um momento de fraqueza. Isto é, como nós costumamos dizer, ou é agora ou nunca. Portanto, o que nós temos aqui é um novo tipo de guerra, é a guerra da oportunidade. Foram-se acumulando tensões ao longo do tempo e houve, de repente, a percepção de que o regime estava em fraqueza, através daquele conjunto muito grande de manifestações e das repressões que foram feitas.

E a quantidade de gente que morreu.

Exatamente. O regime já não é popular. Ou seja, para resolver todas estas tensões, nunca tivemos um motivo. Continuamos a não ter um motivo. Isto é, Donald Trump ainda não conseguiu definir esse motivo em cada discurso. Dispara, não se entra, vai-se vendo. Portanto, nós não conseguimos saber qual é o motivo disto, mas é uma guerra de oportunidade, porque sentiu que houve ali uma fraqueza momentânea do regime, fraqueza que pode não se tornar a repetir esse momento. E portanto, agora é que há a oportunidade de produzir uma alteração do regime ou alteração da liderança. E agora, faz toda a diferença querermos alterar o regime ou querermos alterar a liderança. Quando olhamos para a Venezuela, o que nós vemos é que o regime não foi alterado. Vai sendo alterado aos bocadinhos, mas o que aconteceu foi uma alteração da liderança. Isto é diferente, porque quando eu quero alterar um regime, eu dificilmente o consigo fazer exclusivamente através de operações de natureza aérea. O que aconteceu no Iraque foi uma alteração do regime. Foi preciso meter tropas no terreno. Por quê? Porque eu quando imponho um líder, eu depois tenho que ter tropas no terreno para proteger o líder e fazer com que as ordens do líder sejam executadas. Ou seja, eu preciso de garantir segurança e estabilidade político-estratégica e militar, e também de natureza policial, para poder garantir que aquele líder que eu impus naquele território, tenha alguma capacidade de sucesso.

Mas para já, os Estados Unidos afastam essa hipótese.

E, portanto, a mim parece-me exagerado. Não é exagerado neste sentido, Trump é tudo exagerado, não vamos ficar surpreendidos com isso. Não é exagerado. É talvez ambicioso demais. Isto é, o propósito de mudar o regime iraniano é talvez ambicioso demais. Talvez a solução venezuelana, que é mudar a liderança e não mudar o regime, pudesse ser um caminho intermédio mais fácil de ser conseguido. E há uma coisa que a mim me surpreende nestas guerras sempre. São muitos anos a olhar para isto. É tão importante a estratégia de entrada, o que é a estratégia de entrada? É a narrativa que eu tenho que criar para justificar a minha intervenção, como a estratégia de saída. Isto é, eu tenho que ter preparado e tenho que investir também na estratégia de saída. O que é que eu vou dizer que vai permitir que eu consiga sair com a noção de que obtive resultados e objectivos suficientes, para depois sair não com aquela cruz com que saí do Afeganistão ou do Iraque, de que aquilo foi tempo perdido e muito dinheiro investido para nada. Qual é a estratégia de saída? Como sei que Trump ouve o nosso programa.

Já sabe. Se não ouve em directo, já foi pelo podcast.

Podcast, certamente.

E vai ver-nos no YouTube.

Aqui vai a sugestão. Ele que mude a narrativa. Deixe de ser uma mudança de regime e aposte numa mudança de liderança. Pode sair quando quiser. Ele diz: "Eu já mudei a liderança porque matei a liderança e todos os quadros superiores anteriores." Agora era uma questão os iranianos que resolvam o assunto. Isso permitiria a Trump sair em qualquer altura com uma estratégia de saída de vitória. Quer dizer, eu já cumpri a minha missão. Agora o resto é com os iranianos.

Mas a narrativa tem sido o contrário, qualquer sucessor será alvo.

Não, e agora afundou-se ainda um bocadinho mais a dizer que quer ter uma palavra a dizer no sucessor de Khamenei. Portanto, isto leva a que ele fique agarrado à questão iraniana durante mais tempo do que aquilo que poderia ser sensato. É que a mudança de liderança pode levar a uma mudança de regime. Também pode conseguir, mas anunciar a mudança de regime é, em si próprio, um nível de ambição que requer uma presença continuada durante muito tempo e Donald Trump pode não ter o tempo que deseja, o tempo político que deseja, para conduzir do ponto de vista militar, a continuação de uma guerra com esta intensidade ou ainda com maior intensidade, durante semanas e semanas.

Até porque daqui a uns meses temos as intercalares.

Portanto, o que é que nós tivemos até agora? Nós até agora tivemos um passo decisivo, que foi a eliminação da liderança e dos altos quadros que garantiam a segurança no Irão. Estamos agora numa fase de destruição de infraestruturas e o que vamos assistir agora, na próxima fase, é uma concentração dos esforços naquilo que são as unidades responsáveis pela repressão das pessoas. Isto é, para poder haver uma sublevação popular, é preciso que as pessoas sintam que aquelas unidades que foram responsáveis pela opressão e pela eliminação dos focos de resistência, que sejam eliminadas. E, portanto, a mim parece-me que agora, nos próximos tempos, vamos tentar criar as oportunidades para a sublevação e para isso é preciso intervir fortemente sobre todas as unidades que o regime dispõe para continuar a reprimir o seu povo.

General, o Irão tinha ameaçado, se fosse atacado, responder de forma muito dura sobre Israel e sobre as bases e interesses norte-americanos na zona. Logo nos primeiros dias desta guerra, lançou centenas de mísseis balísticos e milhares de drones sobre uma enorme variedade de alvos no contexto regional. Isto é uma estratégia inteligente, criar todos estes anticorpos ali na vizinhança?

É uma estratégia de sobrevivência. Vamos ver se conseguimos ter inteligência ligada também a esta estratégia. Tal como eu defini a guerra lançada pelos Estados Unidos como a guerra de oportunidade, eu também definiria a guerra, a estratégia seguida pelo Irão. É a estratégia do caos. Semear o caos. E vamos tentar perceber que estratégia e como é que isto se faz. A estratégia do caos tem a ver com mostrar que ninguém vai sair vencedor desta guerra. Isto é, o Irão não tem capacidade de vencer a guerra do ponto de vista da confrontação militar com os Estados Unidos. Porque já perdeu praticamente a marinha toda, porque a sua capacidade antiaérea estava muito reduzida. O Irão precisava de duas coisas aqui. Do ponto de vista militar, de atrair tropas norte-americanas para dentro do Irão, onde pode fazer uma guerra, como fez o ISIS no Iraque, de desgaste, de cansaço, etc, até que os americanos desistissem. Portanto, o Irão, neste momento, quer mostrar que não conseguem mudar o regime sem meter cá tropas. Atrair os Estados Unidos para isto. Os Estados Unidos esperam que não caiam nesta armadilha. E o que é semear o caos também é afetar a região. Afetar a região de tal maneira. Por quê? Porque esta região é sobretudo composta por um conjunto de países árabes que têm simpatias com os Estados Unidos. Uns são aliados dos Estados Unidos, outros têm simpatias e outros simplesmente não querem hostilizar os Estados Unidos.

E podem pedir para pararem com essa guerra.

Exatamente. Portanto, o objetivo aqui é semear o caos para obrigar estes países, cujas economias ficam profundamente afetadas pela guerra, para intercederem junto dos Estados Unidos e dizerem: "Já chega". E é isso que o Irão está à espera que o venha salvar. É o conjunto de aspectos de natureza política que os vários países aliados dos Estados Unidos podem exercer sobre Donald Trump, que permitam ainda salvar o regime iraniano. Para isso, ele investiu fortemente logo nos primeiros dias. O Irão terá lançado nos primeiros três, quatro dias, cerca de 800 mísseis balísticos e cerca de 2 mil drones. Isto é um volume impressionante. E não o fez exclusivamente, contrariamente àquilo que diz-

Mas também mostra o que estava pensado. Isto não foi uma criação no momento

Que não o fez sobre as bases norte-americanas. Fez sobre tudo! Fez sobre bases norte-americanas, fez sobre hotéis dos quais depende o turismo destas regiões, porque disseram que os americanos se refugiaram nos hotéis, foi sobre terminais de exportação de gás liquefeito, foi sobre refinarias, refinaria na Arábia Saudita. Portanto, foi sobre os instrumentos econômicos destes países, procurando que eles vão a Washington dizer: "Talvez seja melhor parar com isto". E agora, procurando um alcance ainda mais global para este caos, ameaçar o Estreito de Ormuz e o trânsito de 20% do petróleo e 20% do gás que passa por ali, além de outros produtos também muito importantes. O que significa que vai procurar criar condições de caos econômico a uma escala global, para que o sistema internacional e os países afetados por este caos possam exercer pressão sobre Washington, para que Washington termine rapidamente com estas hostilidades. É importante perceber esta questão do Irão. A questão do Estreito de Ormuz tem ainda mais uma coisa aqui escondida. É que é também uma forma de atrair a Marinha dos Estados Unidos para dentro do estreito, porque se Donald Trump quer garantir que o escoamento do petróleo e do gás se faz pelo estreito, vai ter que arranjar maneira de escoltar, arranjar uma escolta de natureza militar a estes petroleiros. Ou seja, vai ter que ter marinha presente para escoltar isto. Isto é, marinha que pode ser atingida pelo Irão. Ao Irão não interessa que esta guerra acabe muito depressa. O Irão anda à procura daquilo que eu chamo um golpe de sorte. O que é um golpe de sorte? É conseguir abater um avião norte-americano e depois exibir o piloto nas ruas. É conseguir fazer um número muito grande de baixas dentro daquilo que são ou o pessoal diplomático americano ou o pessoal militar que está nas bases norte-americanas, para criar tensão em Washington. É conseguir, por exemplo, ter a sorte de atingir um navio da Marinha dos Estados Unidos.

Tem de conseguir ser, de alguma forma, a imagem dos Estados Unidos.

Exatamente. E, portanto, para isso também precisa de tempo. O Irão tem muitos mísseis acumulados. Já não terá muitos lançadores, mas ainda tem alguns. Mas podemos assistir agora a uma fase em que o Irão não vai expor, mesmo reduzindo o volume dos seus ataques, não vai expor tudo o que tem para poder prolongar no tempo à espera do tal golpe de sorte. E também está à espera de uma coisa que pode continuar à espera, porque aparentemente não vai acontecer. A Rússia não vai ajudar o Irão e a China também não vai ajudar o Irão. E quem vai ajudar os Estados Unidos é a Ucrânia. É a Ucrânia pela sua experiência no combate aos drones Shahed, que ainda vai ser o socorro dos Estados Unidos na região.

A propósito desta guerra no Médio Oriente, o Ministério dos Negócios Estrangeiros da Federação Russa afirmou, e cito: "Qualquer ataque a alvos civis, quer esteja no Irão ou em países árabes, é inaceitável." Ouça, Manuel. Isto continua a fumar. Agora a Rússia é a defensora dos direitos internacionais.

É a defensora do direito internacional. Há uma coisa que é importante. Os brasileiros têm muita piada. Eu tenho uma costela brasileira, a minha mãe era brasileira, que é uma expressão que é o cara de pau. O que é um cara de pau? É aquilo que nós chamamos de ter muita lata. E o que está a fazer o Ministério dos Negócios Estrangeiros da Federação Russa é ser um cara de pau absoluto. Isto é, pôr um ar sério e chamar o direito internacional em defesa do Irão. Quando a Federação Russa reproduziu exatamente tudo isto com um grau de violência imenso sobre os desgraçados da população ucraniana. Vem falar em proteção dos direitos do homem, quando tentou matar os ucranianos com frio durante um dos mais difíceis invernos durante toda a guerra. É preciso ser muito cara de pau.

Ter muita lata.

É preciso ser muito cara de pau para vir com este discurso da necessidade de proteger um mundo regido por regras, por proteger um direito internacional, que é um cadáver. Eu um dia destes, talvez para a próxima semana, venho falar sobre a teoria dos dois cadáveres. Deixo aqui já uma ideia do que possa vir a ser. Procurar ressuscitar aquilo que é um cadáver. O direito internacional foi feito para conter o poder das nações. Ora, o poder internacional, o sistema internacional, o direito internacional, vem depois da realidade. Isto é, o direito só aparece depois de uma realidade. O direito adapta-se à realidade. O que estamos a fazer hoje em dia, muitos arautos do direito internacional, é procurar conter a realidade através de um direito que já não se adapta a essa realidade. Eu só tenho legislação sobre automóveis depois de ter automóveis. Portanto, a parte legislativa, a parte do direito, é uma conformação jurídica de uma realidade. Quando a realidade muda, e esta realidade está a mudar brutalmente, quem tem que se adaptar a esta realidade é o direito. Não vamos conseguir conter a realidade através do respeito por um direito que perdeu a sua validade, porque a realidade é diferente e distinta.

Daí os cadáveres.

Daí os cadáveres. Vamos falar sobre os cadáveres numa próxima oportunidade.

Emmanuel Macron foi à Bretanha, à base dos submarinos de dissuasão nuclear franceses, anunciar uma nova doutrina estratégica no domínio nuclear. Que nova estratégia é esta?

O lugar não podia ser mais simbólico. Aquela coreografia impressionante, imponente. Só foi estragada por uma coisa: é que começou, entretanto, a guerra no Irão e todas as nossas atenções saíram dali da Bretanha, da Île Longue, que é o nome daquela península que existe ali em frente de Brest, na Bretanha francesa, que é a base dos submarinos de dissuasão nuclear francesa. O que é que Macron nos trouxe? Macron trouxe-nos uma nova doutrina nuclear francesa. Não é pouco, em si não é pouco. E ela é muito ambiciosa, muitíssimo ambiciosa, e deve ser percebida. O que é que basicamente Macron nos diz? Nos diz duas coisas. Primeiro, escusam de pensar em limitar o número de ogivas do arsenal nuclear francês. A França sente-se com a liberdade de ação estratégica suficiente para definir qual é o seu nível adequado do número de ogivas nucleares. Isto é uma resposta àquela irresponsabilidade dos Estados Unidos e da Federação Russa de terem terminado com o limite em relação ao número de ogivas nucleares que tinham. A França reagiu bem. Já que os grandes não estão a cumprir, não tem que ser a França a cumprir esses limites. A França vai aumentar o seu arsenal nuclear. Mas mais do que isso, a França está disponível para, em articulação com um conjunto de países europeus, sobretudo com a Alemanha como parceiro-chave, de distribuir o seu sistema de para-chuvas nuclear à Europa ou pelo menos a alguns países selecionados da Europa. O que isto significa? Isto significa que como a França tem, para além dos submarinos nucleares, que não é evidente que saiam de França para outros países, mas tem uma força aérea com o seu sistema Rafale equipado para poder lançar bombas atômicas. Em vez de os ter todos em França, o que pode tornar aquilo um alvo fácil para um primeiro ataque pela Federação Russa, distribuí-los geograficamente pela Europa. Isto tem uma enorme vantagem para a França. Primeiro, a sua dissuasão aumenta, porque agora há mais países envolvidos nisto. Segundo, vai necessariamente procurar dividir custos do aumento do seu programa nuclear, garantindo em troca uma proteção nuclear alargada. É pena isto ter coincidido, porque valia a pena dedicarmos alguma atenção à nova doutrina nuclear francesa.

Ainda vamos falar sobre isso então. Fica combinado. Bom fim de semana. Muito obrigada.

Bom fim de semana a todos. Muito obrigado.