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Este é o Som do Domínio da Guerra da Rádio Observador, sempre com o Major-General Armando Moreira. Bom dia.
Olá, muito bom dia a todos.
Bem-vindo.
Bom dia.
Lembro que também nos pode acompanhar com imagem através das nossas redes sociais. 6 de Janeiro de 2022, foi o dia em que o Domínio da Guerra foi pro ar pela primeira vez. E ao comemorarmos este segundo aniversário, com direito a bolo que o general trouxe, temos hoje um programa especial, inteiramente dedicado ao sistema nuclear internacional, de que falamos tanto, mas que merecia ser abordado com maior detalhe. E general, talvez fosse interessante começarmos por perceber como é que passamos do estudo do átomo à primeira bomba nuclear lançada sobre Hiroshima.
Olá, parabéns também, Maria João, por este programa fantástico. Ora bem, hoje temos uma aula condensada de Física Nuclear. E vamos começar por perceber como é que se constrói um muro. Eu quando quero construir um muro, preciso de tijolos e preciso de cimento. O cimento vai dar a cola, a força que vai manter o muro com a forma que eu lhe der. Se eu quiser destruir o muro, vou precisar de uma marreta. Isto é, eu preciso de aplicar energia para destruir aquela estrutura que tenho. Portanto, já tenho aqui todos os princípios da física nuclear. Só que, em vez dos tijolos, o que eu tenho na natureza são átomos. Os átomos são os elementos fundamentais pra constituição da matéria. Eu pego num átomo de hidrogênio, pego num átomo de oxigênio, junto-os em boas proporções e obtenho água. Portanto, eu consigo construir toda a matéria que conheço no universo, através desta junção de átomos. Os átomos são os constituintes fundamentais de toda a matéria. E nós encontramos 92 tipos de átomos na natureza. Conhecemos mais, mas esses átomos são criados artificialmente em laboratório e muitos deles não resistem ao tempo, isto é, desintegram-se por si próprios. Ora, isto é uma propriedade interessante, porque se eu conseguir encontrar uma matéria que se desintegra por si própria, significa que eu estou a conseguir que essa matéria vá produzir energia. Se ao desintegrar-se produz energia e partículas, como, por exemplo, os neutrões, eu vou poder utilizar esses neutrões para influenciar outros átomos na proximidade, e se tiver aquilo que eu chamo a matéria crítica, isto é, um número suficiente de átomos com estas características, produz-se uma reação em cadeia e eu tenho uma bomba nuclear. Bom, podemos ir todos agora pras nossas garagens começar a construir cada um a sua bombinha nuclear. Nós quando chegamos à Segunda Guerra Mundial, tinha-se desenvolvido um estudo muito aprofundado, que já vinha desde o século XIX, sobre aquilo que era a constituição dos átomos. Afinal, os átomos eram constituídos como? Isso foi um processo que demorou dezenas de anos. No final do século XIX, Rutherford descobriu os eletrões, com carga negativa, como um dos constituintes do átomo. Os eletrões foi Thompson. Em 1919, Rutherford descobriu os protões, parte do núcleo do átomo que tem uma carga positiva. E depois Chadwick, em 1932, descobriu os neutrões, que fazem também parte do núcleo do átomo, mas que não têm nem carga positiva nem carga negativa.
Daí o nome, não é? Neutro.
Os neutrões têm uma característica absolutamente fantástica: é que eles podem ser utilizados como partículas com elevada energia para bombardear os átomos, o núcleo dos átomos, e produzir um processo que nós chamamos de fissão. Isto é, nós vamos partir o átomo utilizando os neutrões que geramos de uma outra forma e que vão bombardear esse núcleo desse átomo. Ora bem, portanto, nós chegamos ao início da Segunda Guerra Mundial com um conjunto muito grande de conhecimento de natureza científica sobre o que era o átomo, como estava constituído e até como nós éramos capazes de destruir ou de lhe dar energia suficiente pra o fazer desintegrar. E é isto que leva a que um conjunto muito grande de cientistas, primeiro em Inglaterra, mas também nos Estados Unidos, se comece a organizar em equipes. A equipe dos Estados Unidos foi conhecida pelo Projeto Manhattan, para produzir a bomba atômica. É fascinante este percurso da produção da bomba atômica, porque nós temos relatos daquilo que se fazia todos os meses, porque o conhecimento científico do átomo aconteceu ao mesmo tempo que se tentava produzir a bomba nuclear. Isto é, como nós não sabíamos como era possível enriquecer um dos componentes que se pensava fundamental pra isto, que era o urânio 235. O urânio na natureza aparece em duas fórmulas diferentes: o urânio 238 e o urânio 235. Só que o que é interessante pra bomba nuclear, pela sua capacidade de desintegração, é o urânio 235. Só que o urânio 235 aparece em 0,7 das amostras de urânio na natureza. O que aparece é o urânio 238 em 99,3%. Ou seja, nós para termos o urânio que precisamos, precisamos de o refinar, precisamos de o enriquecer. É o tal processo que os iranianos estão a fazer neste momento. É pegar no urânio e acrescentar-lhe, sobretudo, o tal urânio 235, para que na amostra final haja muito mais urânio 235 do que urânio 238. Este processo, como ninguém sabia como é que isto se fazia, construíram-se fábricas e laboratórios autênticos em que todos os processos de tentativa de enriquecimento foram testados. E como entretanto se pensou que o plutónio também era um elemento interessante, também se construíram fábricas para o plutónio. Quem viu o filme "Oppenheimer" tem ideia de todos os dilemas de natureza física, mas também de natureza humana, que esta enorme energia que estava prestes a ser libertada em favor de um projeto que tinha por fim aniquilar pessoas, levantou junto também de uma equipa de cientistas de renome mundial, como provavelmente nunca mais se conseguiu juntar para projeto nenhum, em lado nenhum. E chegamos à bomba atómica. A bomba atómica de Hiroshima foi lançada a partir de um bombardeiro norte-americano, um B-29, e essa bomba tinha uma característica: ela usava 60 kg de urânio e foi desenvolvida no sentido de termos dois pedaços de urânio 235 separados um do outro e dentro de um tubo e depois uma explosão convencional atirava um pedaço de urânio 235 contra o outro pedaço, formando a tal massa crítica para iniciar uma explosão de natureza nuclear. Quais foram os resultados? Isto equivalia, basicamente, em explosivos convencionais, a 15 mil toneladas de explosivo, esta explosão. E tinha sido testada no deserto do Novo México apenas três semanas antes. Estimativa: 70 mil mortos. Quase todos os mortos em Hiroshima ocorreram nesse dia. Portanto, esta ideia de que-
Foi depois
...foi depois, não. Foram quase todos neste dia e morreram de duas causas principais. Primeiro, da temperatura gerada. A temperatura gerada por uma explosão nuclear é de milhões de graus centígrados, portanto, basicamente as pessoas derretiam, as pessoas que estavam expostas. E depois, havia também a projeção dos materiais. A onda de choque que resulta da explosão leva consigo os telhados, bocados de vidro, bocados de pau, de ferro, etc., que atingem as pessoas e são autênticos projéteis. Portanto, a grande maioria das pessoas morreu no próprio dia da explosão. É muito interessante notar que em 1946 morreu muito pouca gente. Foram consequências, sobretudo, das queimaduras que tinha sofrido no ano anterior e das quais não conseguiram recuperar. Ou seja, o que é importante quando nos queremos proteger de uma explosão nuclear é no instante. Esse instante é determinante. Nós temos que atirar-nos para o chão, se possível estarmos dentro de uma estação de metro, mas nem todos estarão a tempo de poder fazer. Mas as estruturas subterrâneas são fantásticas para esta proteção inicial e se não houver, as pessoas têm que procurar um muro, uma coisa qualquer que lhes dê proteção para evitar esta morte imediata. Morreu toda a gente na explosão? Não, não morreu toda a gente. O censo japonês, que foi feito por volta dos anos 50, mostrou que havia 58 mil pessoas que estavam a menos de 2,5 km da explosão e que não morreram. Cinquenta e oito mil pessoas escaparam estando a menos de 2,5 km do centro da explosão nuclear. Então e os efeitos de longo prazo? Sim, houve. Começaram a aparecer leucemias a partir de cerca de 10 anos depois. E outros cancros mais complicados e também mais agressivos, mais tarde. Mas a grande maioria das pessoas que morreu, a maioria das pessoas morre na altura da explosão. Portanto, quando vimos este cogumelo, faz favor atirarmos rapidamente pro chão, porque essa é a primeira coisa que nos pode vir a salvar.
General, depois da Segunda Guerra Mundial, houve, de facto, uma corrida mundial ao armamento nuclear. Todos queriam ter uma bomba. O que é que ficou dessa fase em termos de tecnologias de lançamento e até de estratégias de emprego e de tratados?
O mundo ficou muito surpreendido pela dimensão, porque a dimensão também foi de natureza política. O Japão capitulou depois de ter recebido estas duas bombas. A Inglaterra também estava muito avançada neste processo e durante a Segunda Guerra Mundial, a União Soviética começou-se a interessar também por estas descobertas de natureza científica. A União Soviética chegou ao nuclear em 1949, portanto quatro anos depois das bombas de Hiroshima e Nagasaki. A Grã-Bretanha, três anos depois, em 1952. A França, em 1960. A China, em 64. A Índia, em 74. O Paquistão, em 98. E diz-se que a partir do Paquistão, a Coreia do Norte, em 2006, fez explodir a sua primeira bomba nuclear. Israel, o processo foi revelado em 1986, permanece envolto em muito segredo, e o Irão pode já ter, não sabemos. Pode já ter. Se ainda não tem, vai ter durante os próximos tempos. Outros países desistiram O Brasil e a Argentina decidiram em comum desistir dos respectivos projetos nucleares. A África do Sul desistiu do seu projeto de natureza nuclear e outros arrependeram-se. A Ucrânia arrependeu-se de ter entregue, pelos memorandos de Budapeste, o seu arsenal nuclear.
E se isso não tivesse acontecido.
Se isso não tivesse acontecido, hoje estaria certamente noutra posição. Os países foram experimentando bombas nucleares. Houve cerca de 2500 ensaios nucleares, até que os países tiveram alguma razoabilidade e proibiram os ensaios à face da Terra, ou no espaço, ou debaixo d'água, e só passaram a ser autorizados testes nucleares enterrados, subterrâneos. E gerou-se um movimento contra a existência de armas nucleares, que deu origem ao Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares, a que aderiram mais de uma centena de países. Esses países comprometeram-se a não desenvolver armas nucleares. Isto não evitou que em 1985, que foi o auge, o pico do número de ogivas nucleares, houvesse 63600 ogivas nucleares. Para compararmos, hoje o número é muito menor, cerca de 12100. Ainda assim, chega para destruir muita coisa.
Pois.
90% das ogivas nucleares estão na posse de dois países, os Estados Unidos da América e a Rússia, sucessora da União Soviética. A Rússia, para termos uma ideia, tem hoje cerca de 4380 ogivas nucleares, mas só estão disponíveis, isto é, junto das suas bases estratégicas para serem lançadas, 1700 ogivas nucleares disponíveis. É basicamente aquilo o número que o Ocidente tem. Ora, do ponto de vista da estratégia militar, a Rússia está mais frágil do que o Ocidente. Eu vou explicar porquê.
Pois, depois desses números que disse.
Porquê? Porque hoje em dia a estratégia é contra centros populacionais e centros industriais, etc. E na Rússia, eles estão muito concentrados. A grande maioria da população russa vive em dois sítios, em Moscovo ou em São Petersburgo, enquanto no Ocidente as grandes cidades têm uma dispersão geográfica imensa. O que é que isto significa? Significa que potências europeias, com pequena dimensão nuclear, com poucas ogivas, constituem um elemento de dissuasão tremendo para a Federação Russa. Por quê? Porque basta-lhes ser capazes de atingir São Petersburgo ou Moscovo, para isso constituir imediatamente um fator de dissuasão imensa. Isto é, porque está muito concentrada a população russa nestes dois centros populacionais, isto permite que atores com poucos números de ogivas nucleares, nomeadamente Inglaterra ou a França, constituam, ainda assim, um enorme poder de dissuasão nuclear imenso sobre a Rússia, por causa desta tal concentração populacional. Os Estados Unidos têm, para esta estratégia de resposta e também sobre centros populacionais, 14 submarinos nucleares da classe Ohio. Cada um deles está equipado com 20 mísseis nucleares Trident 2 DC5. Cada submarino passa 77 dias no mar e 30 dias em porto. Portanto, cada submarino está 77 dias no mar e depois está 30 dias em descanso e manutenção no porto. Para poder estar estes dias todos, tem duas tripulações completas. O submarino não tem uma tripulação, tem duas tripulações completas. Toda a gente tem o seu duplicado numa tripulação para uns estarem de serviço e outros não estarem de serviço 24 horas por dia durante os tais 77 dias em que está no mar. E cada submarino está 15 anos sem ir fazer reparações de grande monta. Portanto, esta é a estrutura de dissuasão nuclear que está montada. Relativamente à estratégia de emprego, numa primeira fase foi contra cidades, porque, na verdade, não havia precisão suficiente. Quando começou a haver precisão suficiente, então passou-se para uma outra fase, que é a fase em que se ia atacar as forças nucleares do adversário. Mas como as forças começaram a ficar também muito dispersas e a aparecerem os submarinos, regressámos outra vez à estratégia terrível de termos as nossas armas apontadas para as cidades. E, portanto, nós vivemos naquilo, hoje em dia, que chamamos o MAD, a destruição mútua assegurada, em que cada um dos participantes neste jogo, que é uma maneira de dizer, sabe que se iniciar um processo de natureza nuclear, haverá uma retaliação absoluta a partir, quer de bombardeiros estratégicos que estejam no ar, quer, sobretudo, a partir de submarinos de natureza nuclear, que estão preparados para esta segunda resposta. Isto é, se houver um ataque, haverá uma retaliação certa. E é este equilíbrio de terror que, de alguma maneira, também nos tem garantido a paz depois das bombas de Hiroshima e Nagasaki.
E precisamente 80 anos depois de Hiroshima, como é que podemos caracterizar o sistema nuclear internacional e o que é que devemos perspetivar sobre o seu desenvolvimento, General? Confiantes na continuidade da dissuasão nuclear ou preocupados?
Ou preocupados. É difícil estar otimista, muito difícil estar otimista. Mas também há bons sinais, há bons e maus sinais Os bons sinais são estes: o tratado New START, que foi o último tratado que foi assinado entre os Estados Unidos e a Federação Russa para reduzir o número de ogivas e o número de vetores, foi renovado em 2021 até 2026. Entretanto, a Federação Russa disse que já se retirou deste tratado, mas tendo se retirado do tratado, não ultrapassou os limites que estavam impostos. Isto é, neste momento, o tratado não tem parceiros associados a ele, mas está a ser respeitado, não obstante não estar em vigor. Em 2026, será mais complicado rever o tratado. Outro bom sinal, o território da Rússia foi invadido e não houve nenhuma retaliação de natureza nuclear. Isto é, a flexibilidade e a ameaça continuam aqui a fazer o seu jogo. Más notícias: a China vai chegar às 1000 ogivas nucleares até 2030 e, portanto, tudo aquilo que era um entendimento a dois, vai ter que passar a ser um entendimento a três.
E depois temos também por aí o Irão.
Exatamente. Vamos ter aqui muitas dificuldades em fazer de novo acordos nucleares, agora que existe um terceiro parceiro. Depois, é isso que acabou de referir, a dependência da Rússia em relação ao Irão e à Coreia do Norte vai fazer transferir tecnologia, provavelmente também tecnologia de natureza nuclear. E o que acontece quando o Irão tiver a bomba nuclear? Este é um número muito preocupante. Portanto, em resumo, existem hoje cerca de 12.100 ogivas nucleares em todo o mundo, 90% delas estão na Rússia e nos Estados Unidos, mas a China possui hoje em dia já mais de 500 e vai chegar nos próximos anos a cerca de 1000 ogivas nucleares. Isto não deixa de ser naturalmente preocupante para todos nós.
Depois da crise dos mísseis de Cuba, surgiu a ideia de que os líderes da União Soviética e dos Estados Unidos tinham instalado uma linha telefônica equipada com telefones vermelhos para que, em caso de crise nuclear, pudessem falar entre si. Esta linha existe mesmo ou é uma cortina de fumo, general?
É meia cortina de fumo. Todos nós imaginamos que na secretária
Completamente, o telefone vermelho.
Na secretária de Putin e na secretária de Joe Biden, neste momento, há um telefone vermelho
Vermelho dos antigos.
Dos antigos, e que levantando esse coiso, um vai falar diretamente com o outro. Bom, o que é verdade e o que é cortina de fumo aqui? A cortina de fumo é que nunca houve telefones. Nunca houve telefones, nem telefones vermelhos.
É que muitas vezes são retratados até nos filmes, no cinema.
Não, nunca houve telefones aqui instalados. O que houve aqui é uma linha segura de natureza telefônica, no início, que tinha teleimpressoras de um lado e do outro. Depois evoluiu, porque a tecnologia exige, para fax.
Fax já é mais do meu tempo.
Para fax. E hoje em dia, é o sistema de correio eletrônico seguro que existe. Portanto, a ideia dos telefones vermelhos pousados em cima das mesas é dos filmes, não existe na realidade. Hoje em dia é um sistema de correio eletrônico que está montado entre os dois gabinetes.
E General, no nosso ponto mira estão hoje os nossos ouvintes da Rádio Observadores.
É verdade, os nossos queridos ouvintes que nos têm dado tantas alegrias e encorajamento também. E este programa também é feito, sobretudo, a pensar neles. Toda gente tem ideia que isso dá imenso trabalho. Isso dá efetivamente imenso trabalho, mas isto dá um prazer.
Muita pesquisa, muita investigação, pois dá. E isso nota-se quando depois está aqui a forma como fala.
Uma das coisas que nos dá prazer ou que nos deve dar prazer é o conhecimento. O conhecimento pode ser para as pessoas uma fonte de prazer imensa. E o conhecimento não tem idade. Aliás, nós, como esponja, adquirimos talvez até mais conhecimento quando já estamos em idades mais avançadas do que quando somos jovens, em que a nossa esponja funciona mal, porque há muito divertimento para interferir com isto. E para o fazer, hoje temos um bolo.
Temos um bolo, que o general trouxe, maravilhoso, de chocolate. Uma vela a dizer número.
Eu conto só uma história deliciosa sobre o bolo. Eu quando fui buscar o bolo, o bolo foi fácil de arranjar. O que foi difícil de arranjar foi a vela.
Foi a vela zero.
Foi a vela, é verdade. Havia imensas séries de velas disponíveis, vários formatos de velas. O dois não havia! Está toda a gente a comemorar um segundo aniversário qualquer. Esta era a última vela que existia numa última série que foi apanhada ainda em tempo para o nosso programa. É a história do número dois.
Mas que fica lindamente no bolo. General, já sei que digo isto muitas vezes, por e-mail, por mensagem, pessoalmente, mas o gosto é todo meu e aprendo muito consigo todas estas feiras.
Aprendemos todos uns com os outros e o conhecimento é a maior fonte de prazer que devemos ter.
Sem dúvida. Parabéns, general.
Parabéns a todos nós. Muito obrigado.