Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.
Foi uma peça em oito atos. António Mendonça Mendes continua sem dar detalhes sobre a intervenção que teve na atuação das secretas portuguesas e vai desviando as perguntas.
Hoje, no encerramento da Convenção Nacional do Bloco de Esquerda, a coordenadora nacional disse uma frase com que eu não podia concordar mais: nós temos que concentrar no essencial. As respostas que os portugueses exigem são as respostas aos seus problemas do dia a dia. Eu acho muito importante quando, perante o aumento do custo de vida, tomamos muitas decisões.
E se agora é hora de concentrar no essencial, há tempo para outras respostas.
Há tempo para tudo. Aquilo que é importante é que o governo possa continuar concentrado.
E não é o tempo da sua resposta?
As respostas que são importantes para o país são como é que resolvemos os problemas das pessoas.
Mas sem esclarecer qual será o tempo de resposta a esta pergunta, garante que no Congresso do Bloco não é.
Neste momento, eu estou no encerramento da convenção do Bloco de Esquerda e penso que o momento é de responder àquilo que são as necessidades do país.
E, por isso, mantém-se a posição oficial.
Nós, da parte do governo, temos vindo a dizer sempre o mesmo. Nós não vamos comentar aquilo que é a atividade da comissão de inquérito, aquilo que a cada dia se diz na comissão de inquérito.
Sete minutos depois de ter começado a responder aos jornalistas, o secretário de Estado adjunto agradeceu e saiu do Pavilhão do Casal Vistoso, em Lisboa.
Sobre essa matéria, já foi respondido e eu não tenho mais nada de relevante.
Ele foi evitar uma resposta.
Por isso, queria agradecer mais uma vez e muito obrigado pelas questões. Muito obrigado.