Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

André Ventura garante que o Primeiro-Ministro pode contar com o Chega para investir em defesa. A garantia foi deixada no final da reunião com Luís Montenegro.

Declarações de André Ventura, que foram acompanhadas pelo jornalista João Costa Campos. Boa tarde, João. Agora, em direto da residência oficial do Primeiro-Ministro, o presidente do Chega está de acordo com o governo no que toca à defesa.

O Chega confirmou aos jornalistas que o plano que lhe foi apresentado pelo Primeiro-Ministro para investir mais em defesa merece o apoio do Chega. André Ventura diz até que se o espírito do governo se mantiver o mesmo, ou seja, de investir mais na defesa, pode contar com o apoio parlamentar do Chega.

Da parte do Chega, a garantia que deixei foi de que, enquanto segundo maior partido, o Chega estava alinhado com estas preocupações. Temos três ou quatro áreas de soberania em que não podemos fazer jogo político, nem conflito político, e que se exige consenso, pragmatismo e decisão. Portanto, nós dissemos, e eu tive a oportunidade de transmitir ao Primeiro-Ministro, ao doutor Luís Montenegro, que nesta matéria contará com o Chega para pragmatismo, responsabilidade e decisão o mais rápido possível.

Declarações de André Ventura, o presidente do Chega pede que a Europa se torne mais independente do parceiro do outro lado do Atlântico, os Estados Unidos, no que à defesa diz respeito. Declarações à saída da segunda reunião convocada pelo Primeiro-Ministro com os dois maiores partidos da oposição sobre os planos para a defesa e a preparação para a cimeira da NATO. Antes, foi recebido o Partido Socialista. Carlos César confirmou que está alinhado com o governo no que toca à necessidade de reforço do investimento em defesa, mas com peso e medida. Carlos César, presidente do Partido Socialista, sublinhou que o país precisa de mais investimento, mas isso não pode significar contas desequilibradas e menos Estado Social.

Estes esforços que temos de fazer em matéria de investimento na defesa não devem prejudicar, por um lado, a sustentabilidade das nossas finanças públicas, refiro a sustentabilidade, não necessariamente o montante de défice ou de superávit, não deve prejudicar o nosso empenhamento na manutenção do Estado Social e na despesa média que temos vindo a ter nessas áreas.

O presidente do Partido Socialista pede que seja dada prioridade à indústria nacional neste investimento extra em defesa e reconhece que atingir estes 2% ainda este ano, como prometeu Luís Montenegro, pode ser difícil para o governo. Declarações à saída da reunião convocada pelo Primeiro-Ministro sobre a cimeira da NATO, que acontece para a semana nos Países Baixos. É nesta cimeira, que acontece a 24 e 25 deste mês, que Luís Montenegro se vai comprometer com os aliados a atingir os 2% em defesa ainda este ano