Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.
Num memorial que, como referiu Sotemor, quer ser a representação da esperança, o primeiro-ministro António Costa avisou que o alerta de Pedrógão deve continuar presente.
Porque ele representa um alerta. O alerta de que o passado corre sempre o risco de se repetir. Portugal é um país particularmente exposto aos riscos das alterações climáticas e que esse risco das alterações climáticas agrava, todos os anos, o risco de incêndio.
António Costa, que ouviu Marcelo Rebelo de Sousa descrever a fatídica noite de 17 de junho de 2017 e que reconheceu que esta é uma região que tem tido maior dificuldade em recuperar.
Foi mais difícil e tem sido mais difícil aqui do que na área coberta pelo incêndio de outubro, que renasceu pelas oportunidades que tinha, as condições econômico-sociais que tinha, rapidamente. Aqui tem sido mais difícil.
E, por isso, lançou o presidente o desafio a um sinal que pode ser dado.
E esse sinal de vida poderia ser, num tempo em que acabamos de viver a experiência da junção de municípios, representante uma região do interior, no norte, para celebrarem o Dia de Portugal, para o ano ser uma junção de municípios, aqui no centro, a preparar a celebração do Dia de Portugal.
Marcelo Rebelo de Sousa quer promover as comemorações do Dia de Portugal em Pedrógão, Castanheira de Pera e Figueiró dos Vinhos, nesse sinal de esperança pedido por Dina Duarte, a presidente da Associação das Famílias das Vítimas.
Que as nossas lágrimas sequem para dar lugar à esperança de um país melhor, de um território onde há futuro. Peço-vos que todas as vossas energias sejam aplicadas na missão: cuidar de Portugal.
A representante das famílias das vítimas, que querem que este memorial, que agora marca a paisagem da Estrada Nacional 236, represente o futuro.