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A candidatura de João Ferreira bate-se contra todas as O carro de apoio à campanha de João Ferreira foi o primeiro a chegar. Ventura chegou pouco depois.

Não percebo se é para ir embora daqui. Isto é um comício, não é um passeio.

No centro de Castelo Branco, a relva estava destinada aos apoiantes do candidato apoiado pelo Chega, mas como já é habitual, houve quem viesse para protestar.

Não passará!

Não é bonito que em cada distrito onde vamos, andem estes subsídio-dependentes todos atrás de nós.

O discurso em Castelo Branco foi sempre feito com manifestantes a poucos metros do candidato e Ventura extremou o discurso.

E se acham que é fascismo querer que os corruptos não voltem ao poder, então sim, nós somos fascistas e assumimos que não queremos corruptos em Portugal.

Ventura, és o maior, pá.

És o maior.

Acabamos com os corruptos e com os gigantes deste país.

Tu também sou foste, caralho.

Muito obrigado, estamos juntos.

O dia do candidato segue em direção à fronteira e termina na Guarda depois de ser conhecida a sondagem do Observador e da TVI, que o põe à frente de Ana Gomes.

Nada está garantido. E nós não podemos aceitar nem acreditar que tudo está decidido. Nós, no dia 24, temos que sair de casa e votar. Não acreditem em vitórias antecipadas.

André Ventura não fechou o dia sem atirar à adversária direta.

Os mesmos que dizem ser arautos da liberdade e que mais não são do que a expressão pior dos ditadores que temos no mundo, da Venezuela ao Irão, e é tudo o que nós não queremos em Portugal. Ana Gomes, não és bem-vinda em Portugal, nunca serás presidente da República Portuguesa.

Antes de abandonar o palco deste auditório bem composto na Guarda, André Ventura leva a mão ao peito e canta o hino. Um clássico. A campanha segue para Viseu.