Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.
Temos conosco Luís Albuquerque. Ourém também sente os efeitos da passagem da depressão Kristin. Estamos já novamente no distrito de Santarém. Luís Miguel Albuquerque, que ponto de situação nos pode fazer neste momento?
Olha, boa tarde. A situação ainda é crítica, porque nós, numa grande parte do concelho, continuamos a não ter eletricidade, continuamos a não ter comunicações e continuamos a ter muitas pessoas, mas mesmo muitas pessoas com telhados destelhados, que estão muito preocupadas, como nós estamos muito preocupados com as intempéries e com as chuvas que se prevêem que possam vir a acontecer nos próximos dias. E por isso, o que posso dizer é que, obviamente, muito ou bastante melhor do que aconteceu há quase oito dias, onde ficamos com cerca de 800 km de estradas completamente intransitáveis, onde nem uma bicicleta passava. Sem luz em todo o concelho, sem eletricidade em todo o concelho, sem comunicações em todo o concelho. E por isso houve uma evolução grande, mas muito longe, mas mesmo muito longe de estarmos bem.
Qual é a necessidade mais urgente neste momento, para finalizarmos?
A necessidade mais urgente é a falta de materiais, nomeadamente telhas e lonas, porque as pessoas, como disse há pouco, precisam urgentemente de se abrigar das intempéries e estão a recorrer à Câmara Municipal, filas intermináveis de pessoas que vêm buscar esse tipo de materiais para minimizar os estragos que a chuva possa causar. E essas são, efetivamente, neste momento, as maiores necessidades que nós temos, porque as pessoas precisam de ter algum conforto também nas suas casas, como é óbvio.
Telhas e lonas, a principal necessidade em Ourém, para quem procura ajudar. Fica aqui também esse apelo de Luís Miguel Albuquerque, o presidente da Câmara Municipal de Ourém, a quem agradeço