Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

Hoje temos três pratos românticos. Ou não, se calhar não. Então o que é que temos? Temos um penalti negado que acabou à facada.

Não é romântico.

Não é romântico. Eu já vou explicar o contexto. Não é de facto romântico, mas podia ser.

Podia.

Podia, mas não foi. Um noivado que começou num pedido de casamento em pleno estádio, mas que acabou por durar menos que um estágio de pré-época, e um dos dérbis londrinos, onde a provocação de um adepto passou alguns limites. Bem, vamos começar aqui por Itália, no jogo do Nápoles para a Serie A, a primeira divisão italiana. Durante o jogo, houve um penalti assinalado pelo árbitro a favor do Nápoles, que foi anulado após a intervenção do VAR. Acontece muitas vezes no futebol moderno, o VAR intervém, o árbitro acaba por reverter a decisão. O que é que acontece? Houve um adepto que estava em casa a acompanhar o jogo pela televisão, que começou a insultar o árbitro em voz alta, aos berros, em casa. Também acontece, também é normal. Acontece também que a mulher deste adepto achou que os insultos eram dirigidos para ela. É verdade. Houve ali um escalar de tensão e acabou à facada com a senhora a atacar o seu cônjuge, desconfiante que estava a ser insultada.

Provavelmente já tinha sido antes. Não foi à toa.

Eu acho que isto já devia ter aqui alguns antecedentes. Qualquer coisa tinha acontecido antes, porque parece um bocadinho estranho este mal-entendido resultar logo em facadas. O homem acabou ferido, foi hospitalizado. Felizmente, já não corre perigo de vida. A mulher foi detida. E aqui está uma lição: o VAR pode reverter decisões, mas ainda não há VAR doméstico, ainda não há VAR em casa para dizer: "Não, o insulto não era para ti, meu amor. O insulto era para o árbitro." E assim acabou esta história no hospital. Seguimos para outra história.

A do noivado.

A do noivado. Esta é muito gira. Isto aconteceu na Guatemala, com o futebolista costarriquenho Derrinson Quiroz, que aqui há uns dias decidiu pedir a namorada em casamento no meio de um estádio cheio. A situação foi filmada, foi publicada nas redes sociais, apareceu no ecrã gigante do estádio. Ela disse que sim, tudo perfeito, digno de um filme, um autêntico filme. Três dias depois, acabou o noivado. Pronto.

Três dias depois?

Três dias depois. Foi ao fim do terceiro dia.

Não se sabe porquê.

Não se sabe. Eles não explicaram.

Isto é que não é romântico.

Se não explicaram é que está mal feito.

Eu já vos vou dizer o que eles disseram. O jogador, o que fez o pedido, disse: "É verdade que a minha relação, o noivado, terminou. Foi uma situação pessoal difícil." Imagino que sim. "Como qualquer separação." Vá lá, que também não foi assim tanto tempo o noivado, foi mais ou menos curto. "Mas prefiro lidar com ela com respeito e maturidade." Ora aí está, ainda bem. "Não vou falar mal de ninguém", disse ele, "e não vou entrar em pormenores." E a noiva, brevemente noiva, também comentou nas redes sociais, disse: "No final de contas, nunca existirá uma resposta melhor do que a que o silêncio oferece." Aí está, o silêncio às vezes pode ser de ouro.

Portaram-se todos muito bem.

Muito bem, dadas as circunstâncias, eu diria que por ter acabado à facada já é um bom sinal. Por último, vamos falar de comportamentos de adeptos. Isto em Inglaterra, no dérbi londrino que opôs o Tottenham ao Arsenal. Declan Rice é jogador do Arsenal. Ele tem sofrido um pouco. Eu acho que já falei aqui desta história das polémicas nas redes sociais, das críticas de que tem sido alvo a mulher de Declan Rice, por não corresponder ao estereótipo da mulher de futebolista, ter uma imagem um bocadinho diferente daquilo a que as pessoas estão habituadas e por isso as pessoas acham-se no direito de criticar o aspeto da mulher de Declan Rice. E voltou a acontecer. Declan Rice preparava-se para marcar um canto e houve um adepto na bancada que lhe mostrou o telemóvel com a imagem da mulher dele, para o tentar de alguma forma desestabilizar.

Nem é o primeiro. Nem é bem ao longe.

Ele estava muito perto, ele estava mesmo ali. Aliás, há uma fotografia em que se vê o jogador.

A proximidade.

Sim, a preparar-se para marcar o canto e percebe-se que a imagem que está no telemóvel é da mulher dele, porque ele estava mesmo perto.

Sempre, eles afastam-se sempre do campo e ficam juntos os adeptos.

Ficam mesmo muito próximos. Não é a primeira vez que estas críticas acontecem. Talvez tenha sido a primeira vez em que um adepto usa esta forma muito feia de pressão sobre o jogador. Claro que isto também, por um lado, motivou reações e muitas críticas ao adepto. Vamos ver também se haverá algum tipo de punição.

Também aqui o silêncio seria a melhor forma de lidar com isto.

Eu acho que também não faz mal envergonhá-lo um bocadinho.

Eu acho que essas pessoas não têm vergonha.

Não? Achas que não? Não se importam? Bem, eu ainda acredito um bocadinho na humanidade.

Vais acompanhar.

Acompanhar.