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Seja bem-vindo ao segundo episódio do podcast "Vozes Circulares". É uma iniciativa da Associação Smart Waste Portugal. No programa anterior ficamos a saber tudo sobre economia circular e o que está a ser feito para promover as práticas de circularidade na economia, no ambiente, mas também na sociedade. Mas hoje vamos falar de desperdício zero. E para isso tenho comigo a Catarina Barreiros, é fundadora do projeto Do Zero, e a Graça Borges, diretora de Comunicação, Relações Institucionais e Sustentabilidade no Super Bock Group e também vice-presidente da direção da Smart Waste Portugal. Bem-vindas, obrigado pela disponibilidade. Começaria aqui pela Catarina. Antes de conhecermos um pouco melhor o seu projeto, que conceito é este de desperdício zero? Vamos ao início e às definições.

Vamos ao início. O desperdício zero significa não fazer desperdício.

Autoexplicativo, mais ou menos.

Aqui a questão é tentar minimizar ao máximo todos os resíduos e, dependendo da pessoa com quem estejamos a falar, das emissões carbônicas associadas à produção ou consumo, para conseguirmos reduzir o nosso impacto ambiental, a nossa pegada. É um conceito que para alguns até pode ser um pouco utópico, o desperdício zero, mas se trabalharmos para uma utopia, conseguimos alguma redução.

O projeto Do Zero tenta explicar-nos como é que todos podemos contribuir para esse objetivo, até nas tarefas mais domésticas, mais básicas.

Sim, a ideia é precisamente explicar que cada um de nós pode fazer a sua parte. Claro que quando falamos de sustentabilidade, quando falamos daquilo que é necessário fazer, precisamos de uma mudança que se quer sistémica, de alguma maneira. Precisamos de trabalhar a transição energética, precisamos de trabalhar os resíduos como um todo, mas enquanto cidadãos, enquanto indivíduos, enquanto consumidores, também temos alguma coisa que podemos fazer. Esta capacitação do cidadão nas suas tarefas do dia a dia ajuda a enquadrar-se naquilo que é uma mudança do comportamento sistémico e dá um pouco mais força para compreender que mudanças é que são necessárias, porque geralmente uma pessoa que está disposta a um ligeiro desconforto na sua vida para uma mudança para um mundo melhor, também é um pouco mais exigente com os políticos que elege, com a sua participação comunitária. É perceber que nós fazemos parte também desse sistema. Não basta dizer que o sistema tem de mudar, nós fazemos parte dele.

Graça Borges, nas empresas este esforço também tem de ser feito, não é? Já temos bons exemplos disso na nossa economia?

Eu diria que há bons exemplos, ainda que talvez se caracterizasse como numa fase muito inicial. Porque também acho que é uma fase de aprendizagem, não só o cidadão, mas também as empresas, acho que estão bastante conscientes sobre a parte dos recursos, ou seja, reutilizar muitas vezes. Imagina que está em uma ETAR, onde produzem biogás e, portanto, esse biogás pode gerar energia que é incorporada nos processos de fabrico e/ou utilizar muitas vezes subprodutos, no caso, por exemplo, os cereais, no final da produção das bebidas fermentadas, como a cerveja, que são depois utilizados como adubos ou ração animal, as borras de café, enfim, há vários exemplos, mas eu diria que na parte dos materiais, portanto, dos recursos materiais, de fato, há muitos exemplos, mas há uma aprendizagem que muitas vezes precisa de colaboração, porque às vezes para se poder reincorporar estes materiais de uma maneira contínua, tem que haver escala. E os exemplos existem, o caminho ainda é inicial, mas há que fazer um caminho grande de colaboração.

Estas práticas a implementar nas empresas requerem sempre algum investimento, não é? Há programas públicos governamentais a que estas empresas possam recorrer para atingir esse fim?

Requerem bastante investimento. E eu diria, sobretudo, porque estamos aqui a falar de uma mudança de paradigma. Ou seja, o resíduo zero implica necessariamente que se deixe a lógica da economia linear para se transitar para uma economia circular. E numa economia circular não há desperdício, portanto, há a reutilização na totalidade. E desde logo, o investimento muitas vezes é necessário na parte da inovação disruptiva. Ou seja, pensar como é que ao desenhar um produto, ele é desenhado de forma que ou consigo estender o tempo de vida, ou ele é possível ser reparado durante o seu processo e, portanto, continuar a estender, e/ou é pensado para no final ser desmontado, de maneira a poder dar origem a outros produtos e, portanto, nada se perde, um pouco como na natureza.

Tudo se transforma.

Tudo se transforma. Existem programas, eu diria que estes programas são muito mais, neste momento, de sensibilização e capacitação às empresas, mas acho que mais uma vez aqui estamos numa fase muito inicial para poder estimular ainda mais na economia, que haja, de fato, um real investimento. Se calhar, até me atrevia a dizer que alguma discriminação positiva, ou seja, quem investe em mudar não só produtos, mas muitas vezes os modelos de negócio, ou seja, ao invés de vender o Potenciar serviços, ou seja, não vou comprar um jeans, vou alugar um jeans que podem ser reparados e podem ser transformados e, portanto, continuar a fazer negócio, não à custa da venda, mas à custa do serviço que presto. Seria necessário e interessante que houvesse medidas neste sentido, de apoiar e incentivar esse caminho.

Catarina, julgo que há também iniciativas de sucesso que até juntam a comunidade. Estava aqui a lembrar-me, nos últimos tempos, há muitas feiras de trocas, as feiras das trocas, as feiras da bagageira, que acho que incorpora aqui um pouquinho este espírito da economia circular, ajudam nesse objetivo. São, de alguma forma, o exemplo de uma máxima que ouvimos muitas vezes, que é o pensar global, agir localmente.

Sim, são bons exemplos de como é que nós podemos, dentro daquilo que são as nossas vidas e aquilo que é a maneira como nós já estamos habituados a viver, mas fazê-lo de forma mais sustentável e isso implica social e ambientalmente, porque estes mercados de trocas, digamos assim, incorporam uma componente social muito importante, que é a componente comunitária. A inovação é absolutamente necessária e ajuda também estes mecanismos muitas vezes. Por exemplo, estou a lembrar de uma aplicação que se chama Olio, em que as pessoas podem entregar as coisas que não usam pra outra pessoa que está nas proximidades receber um alerta e se quiser ficar com o produto, simplesmente combina com a pessoa pra ir buscar. Mas antigamente nós não precisávamos disso, nós tínhamos os nossos vizinhos e conhecíamos os nossos vizinhos, conhecíamos as pessoas da nossa comunidade. Portanto, isso são formas de nos aproximar também uns dos outros. E eu sou uma firme defensora de que é a vida em comunidade que nos pode ajudar a mudar aqui um bocadinho alguns hábitos dos últimos 20, 30 anos, que não eram assim, que não estão assim tão enraizados em nós. Eu lembro-me que a vizinha da minha avó, se não tinha açúcar, em vez de ir diretamente comprar o açúcar, primeiro perguntava se a minha avó tinha. Ou a minha avó, que tinha a vizinha do rés-do-chão, que tinha uma árvore, uma nespereira, se não tinha fruta em casa, perguntava: "Vizinha, por acaso não sobraram nêsperas?" Havia esta partilha natural. Estes mercados de trocas permitem-nos entregar a outras pessoas aquilo que pra nós não está a servir, mas que pra outras pessoas é muito útil. E é muito engraçado que servem um propósito ambiental, econômico e social, porque nós não temos de usar dinheiro, necessariamente, nestes mercados. E essa é outra aprendizagem interessante. É que muitas vezes ouvimos dizer que a sustentabilidade é cara, os produtos mais sustentáveis são mais caros. Claro que há muita coisa muito cara de implementar, no caso das empresas, naturalmente, há coisas muito custosas. Mas para o consumidor, uma poupança de dinheiro geralmente significa uma poupança ambiental. E nós devíamos ter este assunto mais enraizado. Há ainda uma dificuldade cultural e social no que diz respeito a estes mercados, que é: há 20, 30 anos, quem fazia trocas e comprava em feiras de rua não eram necessariamente pessoas com muito poder econômico. Então, hoje em dia, quando eu digo que compro à minha filha roupa em segunda mão, ainda oiço por parte de pessoas, de gerações que passaram algumas dificuldades: "Mas qual é a necessidade?" Porque, de facto, não é uma necessidade econômica, mas é uma necessidade ambiental. E, portanto, nós temos de começar a fazer este shift daquilo que é a nossa necessidade. E estes mercados de trocas, estes convívios todos que existem, de facto, aproximam-nos muito e põem-nos a pensar naquilo que é a necessidade dos dias de hoje.

Tocou num ponto que eu tinha uma questão mais à frente, mas aproveito para introduzir já, que é: a tecnologia pode ser, de facto, amiga dessa missão. Falava-me aí de uma app.

Sim, da Olio.

Que ajuda nesse objetivo. Há outras apps, utensílios, se calhar, pra usar em casa ou na cozinha. Há uma inovação tecnológica que normalmente é amiga deste objetivo.

Sim, eu não sou a pessoa que acha que a tecnologia é a única salvação. Eu acho que a tecnologia é muito necessária para nós conseguirmos otimizar os nossos canais de acesso a opções mais sustentáveis. Vou dar aqui alguns exemplos. Existe uma startup portuguesa que é a Loop, que tem a Bookin' Loop e a Baby Loop, em que manuais escolares antigos que a pessoa já não precise, pode vender pra depois serem vendidos a outras pessoas, calculadoras, a mesma coisa, as calculadoras gráficas, as famosas.

Material de escola.

Material de escola. Material de puericultura, por exemplo, podemos fazer o mesmo. O que é que fazemos ao carrinho do nosso bebé depois já não precisarmos de usar?

Ou berço, ou mesmo o caderno.

Podemos vender no Elo7, exato, ou no OLX, na Vinted, temos esta Baby Loop. Portanto, existem aqui canais que nos auxiliam nesta transformação. Por exemplo, se nós formos hoje em dia a uma Fnac ou uma Decathlon, também já existe a Segunda Vida. E isto é possível porque nós não vemos enquanto consumidores, mas existem sistemas informáticos por trás que fazem a recepção dos produtos dos clientes, fazem um encaminhamento pra um armazém de reparação e depois o encaminhamento pras lojas. Este vender as coisas duas vezes através da reparação, como estava também aqui a Graça a dizer, este incentivo à venda duas vezes, pras empresas é muito óbvio, porque se podem ganhar dinheiro uma vez a vender um produto, podem ganhar dinheiro duas vezes a vendê-lo duas vezes. E é o mesmo produto. Nós temos aqui alguns incentivos, sim, tecnológicos. Para a compra de roupa, temos a Vinted, mesmo a própria Zara já percebeu o valor de negócio da segunda mão e existe o Preowned dentro do site da Zara. Portanto, não temos que comprar fast fashion, podemos comprar segunda mão dentro de uma cadeia de fast fashion, que é uma coisa que se calhar há uns anos parecia meio inusitado. Temos várias formas tecnológicas. E claro, aqui estou só a falar de aplicações diretas pra o consumidor. Temos uma Waste App que permite-nos ver onde é que podemos depositar todos os resíduos que são mais difíceis e não sabemos onde é que havemos de pôr. Se eu tiver em casa CDs, eu vou à aplicação, que é gratuita, escrevo CDs, e ela diz-me onde é que mais perto de mim, com geolocalização, posso encontrar um sítio pra depositar CDs. São coisas tão simples como estas, ou às vezes desvalorizamos o poder de uma bela pesquisa na internet. No outro dia, tinha de doar brinquedos, tinha que arrumar os brinquedos da minha filha, que quando ela já não usava Não sabia onde havia de o expor, mas sabia que havia algumas associações que recolhiam nesta altura do Natal se estivesse em bom estado. E eu tinha lá coisas fechadas, portanto, novas. Então, fui à internet ver. A Ajuda a Doer recebe, a Ajuda de Mãe recebe, o Banco de Bens Doados recebe isso e mais 300 outras coisas. É tão fácil hoje em dia nós conseguirmos, com uma pesquisa rápida, encontrar ferramentas que nos ajudam.

Eu passei a participar, mais visualizo do que outra coisa qualquer, mas até no próprio Facebook já há grupos.

Marca de leite. Trocas.

Dou-te se vieres buscar.

Exatamente.

As pessoas que se querem desfazer de mobília e coisas desse gênero.

E se me permite, eu se calhar também mencionava a própria associação Smart Waste, que criou uma plataforma que é o My Waste, um pouco para ajudar as empresas, porque às vezes as empresas mudam o mobiliário e não têm o que fazer ou pequenas peças, ou enfim, coisas que estão armazenadas algures, já não são úteis para a empresa, mas podem vir a ser úteis para uma comunidade.

Tem no site essa zona?

My Waste, é uma plataforma My Waste, onde de fato também se pretende promover esta troca na comunidade empresarial ou entre empresas.

Graça, tenho a ideia que este é um tema onde a educação tem particular importância. E nós sabemos que os mais pequenos são mais sensíveis a este tema e felizmente começam a aprendê-los cada vez mais, mais cedo. Estamos no bom caminho nesse capítulo da consciencialização e da educação ou ainda há aqui trabalho a fazer também?

Eu diria que é um tema relevante para miúdos e graúdos. E eu acho que não nos podemos esquecer disso. Sim, é verdade que as gerações mais jovens estão mais conscientes, mais atentas, têm se calhar um pouquinho menos de preconceito. Mas mesmo assim, eu gosto muito de dizer que nós temos que olhar para aquilo que é o panorama do país hoje em dia, e o panorama do país é uma mescla, e bem, de diversidade, de pessoas que vêm de diferentes origens e com diferentes culturas nesta matéria. E, portanto, esta sensibilização tem que ser contínua. Temos que continuar a investir. E eu gosto também muito de dizer por oposição, ou seja, é muito importante explicar, e eu volto à economia linear, as pessoas não sabem o que é isto da economia linear e só sabendo é que vão conseguir valorizar a circularidade, que começa por recusar fazer resíduos, por repensar, por reutilizar e só em último caso, o reciclar. E, portanto, há um caminho enorme pela frente, mais uma vez, que já começou, mas nunca vai estar completamente terminado, porque é uma mudança de paradigma.

Em relação às empresas, Graça, acredita que haverá cada vez mais empresas a adotar estas medidas de combate ao desperdício? Isto vai tornar-se uma obrigação para as empresas fazê-lo, um fator que até aumenta a sua própria competitividade.

Sem dúvida, porque se entender um resíduo como um recurso, eu devo entender não como lixo, mas como valor. E, portanto, se por norma, as matérias-primas e os recursos são o maior custo de uma empresa, desperdiçar o que quer que seja é de fato perder valor e perder competitividade. E eu acho que as empresas têm que abraçar este caminho, eu acho que é uma questão de sobrevivência. Não há recursos naturais.

Sim ou sim.

Exatamente, sim ou sim. Não há recursos naturais, nós temos imensos recursos que estamos a desperdiçar diariamente e temos que começar por olhar, as empresas têm que olhar para aquilo que têm dentro de portas, para a comunidade também, ou seja, o que é que os meus vizinhos de outras empresas possam ter e criar sinergias e disso fazer valor e esta caminhada, que de fato não é fácil, mas não há hipótese.

Não há caminho de volta. Catarina, para concluir, como é que a gente vê também a atitude dos portugueses do ponto de vista da sociedade civil, digamos, face a este desperdício zero daqui a 10 anos? Há pouco falava dessa questão de alguns comportamentos são um pouquinho geracionais. Isto muda com a geração ou daqui a 10 anos estaremos mais próximos destes objetivos?

Eu não sou muito boa com futurologia, mas aquilo que posso dizer é que desde os últimos anos até agora, que tenho vindo a trabalhar o tema da comunicação e sustentabilidade, vemos uma dualidade de efeitos. A primeira é uma banalização do termo sustentabilidade e com isso as pessoas já acham que sustentabilidade pode ser tudo e que tudo pode ser mais sustentável. E existe muito o chamado greenwashing. Porque as pessoas já pedem estas questões de sustentabilidade, então há muitas empresas que fazem, há outras que vão só surfar a onda da sustentabilidade, o que confunde um pouquinho os consumidores, parece-me. Ao mesmo tempo, as pessoas estão cada vez mais exigentes também. E já dão menos abébias para coisas que não estão bem feitas. Isto não significa que não haja espaço para falhar. E esta é uma coisa muito importante. Ninguém que fale de sustentabilidade, e às vezes este tema é um pouquinho até politizado ou polarizado nas conversas mesmo entre grupos de amigos, ninguém faz nada perfeito. As empresas não fazem, as pessoas não fazem. É o existe, logo imito. Eu costumo dizer que é o penso, logo existe do século XXI. Quer dizer, não há nada que seja isento de consequências. Aquilo que se tenta fazer é ir aprendendo, ir ficando cada vez mais capacitado para fazer cada vez melhor. E parece-me que as pessoas estão a perceber que fazer pouco é melhor do que fazer nada e que existe um caminho que é preciso ir construindo. Este tema já vai começando a fazer parte do léxico das pessoas, de uma forma, se calhar, como a literacia financeira faz ou devia fazer parte também. É tão natural como falar de finanças, falar de impacto. Hoje em dia, numa empresa, num grupo de amigos. Eu lembro-me, eu tentava dar este exemplo em off há pouco, num grupo de amigos, nós não temos carros, nossos amigos quase todos têm, e nós recentemente fomos com a nossa filha de autocarro fazer Lisboa-Algarve, passar férias com os meus pais E fomos os três numa empresa de transportes normal, de autocarros, que foi barato, foi super confortável, não tivemos de ir a conduzir. A nossa filha foi dormir o tempo inteiro, nós fomos os dois a conversar, foi uma viagem maravilhosa e ficou-nos uma fração daquilo que seria feita de carro. A seguir, os meus amigos começaram a pensar: "Ok, isto também tem aqui uma oportunidade". Eu fi-lo por uma questão ambiental também, por uma questão de convicção pessoal, daquilo que eu quero para a minha vida e que não imponho aos outros, e essa é uma coisa importante. E eles começaram a perceber: "Ok, estas questões ambientais trazem vantagem económica, trazem vantagem social". E existe, de repente, uma mudança de paradigma para as gerações mais novas, de eu não tenho de sentir vergonha por comprar em segunda mão, não tenho de sentir que estou a perder qualidade de vida ao deixar de andar de carro todos os dias. Esta mudança acredito que seja feita de maneira geracional.

Muito bem, o tempo está a contar. Acho que já todos percebemos a urgência de cada um de nós fazer o seu papel no que toca à preservação do ambiente, seja na promoção da economia circular, nas práticas de sustentabilidade ou prosseguindo também este objetivo do desperdício zero. Catarina, Graça, muito obrigado por terem vindo. No próximo programa, vamos falar de novos modelos de negócio que incorporam estas práticas de uma economia circular. Junte-se a nós para conhecê-los no próximo episódio do podcast "Vozes Circulares".