Portugal Fashion

A moda faz-se de uma partida de poker e de novas silhuetas

Terceiro dia de Portugal Fashion, mais sugestões para a próxima estação fria. Carlos Gil e Diogo Miranda brilharam no Palácio da Bolsa, fechado por Miguel Vieira. Sábado é o dia mais longo.

Diogo Miranda

Fábio Pinto

Autores
  • Catarina Marques Rodrigues
  • Diogo Queiroz de Andrade
  • Fábio Pinto

Terceiro dia, 27 de março, 36ª edição do Portugal Fashion, das 17h30 até depois das 23h00. Os números ajudam a situar e a contextualizar, mas a altura de mostrar o trabalho preparado durante seis meses é sobretudo feita de tensão e de emoções. Cada criador tem cerca de 10 minutos de passerelle para apresentar o resultado da coleção. Eis os premiados desta sexta-feira.

Ricardo Preto assina em nome próprio, como fez por exemplo nesta Moda Lisboa, mas assina também através da marca Meam. O designer que em tempos trabalhou com Dino Alves abriu o Palácio da Bolsa no Porto. Susana Bettencourt e Estelita Mendonça continuaram a tarde de moda que não perdeu o ritmo com a marca Klar. Os jovens que a constituem são apoiados pela plataforma Bloom e, ainda nesta temporada, tiveram oportunidade de elaborar uma peça para a instalação de moda que Portugal constituiu no International Fashion Showcase, em Londres.

Depois de Anabela Baldaque ter brindado os madrilenos com a sua “hora do chá”, chegou o dia de serem os portugueses a assistir às silhuetas longas e fluidas, aos beges, verdes, laranjas, azuis e aos casacos e cachecóis camisa como peças-chave.

Com Carlos Gil, ficou tudo “All In”. O criador decidiu lançar as cartas na passerelle numa coleção que emana mensagens como “a vida é uma partida de poker”.

Diogo Miranda trabalhou o bordeaux, o preto, alguns azuis e o branco. O criador apresentou ombros acentuados, cinturas definidas e ancas exageradas, com volumes angulares. “Uma nova impressão da figura feminina”, diz.

Miguel Vieira fechou o terceiro dia de Portugal Fashion. O evento termina este sábado na tradicional Alfândega do Porto.

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