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É uma conceituada atriz de Hollywood, conhecida pelo gosto na arte de bem vestir e não tem estilista. Sim, não leu mal. Diane Kruger não tem estilista e, garantimos, a decisão é consciente. Segundo o site mytheresa.com, que a entrevistou, a estrela não precisa de ajuda quando a cuidar do cabelo ou a fazer a maquilhagem. Acima de tudo, não consulta terceiros para escolher a roupa. Não esquecer que estamos a falar da pessoa que deu vida  — e beleza — à personagem de Helena, no filme Tróia.

“Eu sei que é uma loucura pensar que seria incomum alguém vestir-se sozinho. Mas, muitas vezes em Hollywood, as mulheres têm estilistas e todas têm a mesma aparência”, diz, apesar de confessar que fez o mesmo nos primeiros anos da carreira que a elevou à fama internacional. Porque desistiu do hábito? Quando se via em fotografias não se reconhecia. “À medida que a minha confiança foi crescendo, enquanto atriz e mulher, comecei a escolher as minhas próprias roupas. Eu não quero parecer como todos os outros”.

German actress Diane Kruger poses for photographers during the photocall for the film Farewell my Queen (Les adieux à la Reine) on February 9, 2012 in Berlin. The 62nd Berlinale, the first major European film festival of the year, kicked off on February 9, 2012, with 23 productions screening in the main showcase. Eighteen pictures will vie for the Golden Bear top prize at the event running to February 19, with a jury led by British director Mike Leigh selecting the winner. AFP PHOTO / JOHANNES EISELE (Photo credit should read JOHANNES EISELE/AFP/Getty Images)

JOHANNES EISELE / Getty Images

O Telegraph explica que o estilo descontraído, que aparentemente não requer esforço, de Kruger faz dela uma favorita entre muitos designers, incluindo a casa Chanel, Jason Wu e Giambattista Valli. A publicação chega a afirmar que, com tantos e bons pretendentes no mundo da moda, seria de esperar que a atriz tivesse um armário “maravilhoso”. Mas, ao que tudo indica e ao contrário de muitas colegas de profissão, a estrela não acumula roupas e até arruma o armário a cada dois ou três meses. As peças que já não são desejadas são dadas à caridade, aos amigos ou às suas afilhadas. A jornalista Bibby Sowray, do Telegraph, não consegue não exclamar um tradicionalmente português “que sorte!” — em inglês, “how lucky are they?).

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