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Sintra vai ser uma vila árabe durante cinco dias

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Camelos, falcões, um espetáculo de cobras, bailarinas de dança do ventre e um fakir são apenas algumas das atrações dos Arabian Days, que vão tornar mais árabe o Largo São Pedro de Penaferrim, Sintra.

Autor
  • Sara Otto Coelho

Bailarinas árabes, camelos e um faquir em São Pedro de Sintra. Não se trata de uma miragem, mas sim da primeira edição sintrense dos Arabian Days, um evento de cultura árabe que vai ocupar o Largo São Pedro de Penaferrim entre 13 e 17 de agosto.

Se não pode apanhar o avião e viajar até um país árabe, este souk (palavra árabe para designar um mercado tradicional) vai dar uma amostra da cultura árabe. Diariamente há encantadores de serpentes, dança do ventre, massagens, tatuagens com hena, esculturas de areia, música, malabaristas e cuspidores de fogo, diz Cristina Arvelos ao Observador, que juntamente com a Câmara Municipal de Sintra organiza o evento com a empresa Press Happiness.

Diariamente, às 22h, sobem ao palco os mais tradicionais sons árabes em vários espetáculos de dança do ventre, com o bailarino Youssef Batanero e a bailarina Susana Amira, dança egípcia com Emad Selim, um faquir e, no dia 14, Rão Kyao com o seu trabalho “Virado a Nascente”, uma fusão entre tendências ocidentais e orientais.

Os animais também vão andar por lá, com destaque para a presença de um camelo, sábado e domingo, trazido por Alcaide Faria Mendes para que miúdos e graúdos possam ver o animal de perto (e, se a multidão permitir, quem sabe dar uma voltinha, diz Cristina Arvelos).  Para além do camelo, e de um espetáculo de cobras na sexta-feira, todos os dias estarão no recinto burros e póneis. Nos céus haverá falcões para admirar.

arabian days

Os falcões vão mostrar-se bem de perto

Para os mais novos, o Espaço Castelo Velho de Alcoutim vai dedicar-lhes histórias e jogos tradicionais da Dinastia Omíada que, entre outros legados, introduziu o zero na matemática.

E porque um souk não é um souk sem compras e vendas, lá estarão presentes vendedores de artesanato, tecidos, especiarias,  velas, perfumes, bijuteria, tapetes, mobiliário e até candeeiros. A gastronomia típica para encher o estômago, o tradicional chá de menta para enganar a sede e a famosa shisha não poderiam faltar. Como recordação, o visitante pode sempre levar o seu nome escrito por um calígrafo árabe.

Nos primeiros dias, quarta e quinta-feira, os Arabian Days funcionam com um horário mais curto – das 18h à 01h . No feriado e no fim de semana há mais animação, e mais cedo, com as portas a abrirem-se às 13h.

A entrada no mundo das Arábias custa três euros por dia, ou cinco euros para todos os dias do evento. Gratuito para crianças até aos seis anos.

 

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