Médicos e especialistas em terrorismo analisaram o vídeo do assassinato de Peter Kassig pelo Estado Islâmico e chegaram à conclusão que o americano poderá ter sido morto a tiro antes de ser decapitado. As imagens do americano indicam que já estaria morto no momento da decapitação.

A teoria que baseia estas conclusões aponta para que Peter, antigo soldado, tenha resistido às primeiras tentativas de decapitação. O Estado Islâmico tem divulgado os vídeos completos dos assassinatos que leva a cabo, mas neste a filme não inclui a parte em que Peter morre. Uma análise mais detalhada também fez os investigadores desconfiar que a imagem de Jihadi John seja uma montagem, não se tendo agora a certeza se o terrorista com sotaque britânico esteve ou não presente naquele momento. Alegadamente, as sombras do sol não correspondem às que deveriam estar presentes na imagem.

O vídeo da suposta decapitação foi gravado com recurso a um programa de edição chamado Avid, normalmente usado em Hollywood para acrescentar efeitos especiais às filmagens.

A análise tem a assinatura de Quilliam – think-tank antiterrorismo britânico – e da TRAC – consórcio americano para a pesquisa e análise terrorista. Os autores permanecem desconhecidos, alegando-se que para proteção da sua segurança.