Os portugueses Dead Combo iniciam na sexta-feira, no Alhambra Theater, em Portland, a primeira digressão pelos Estados Unidos e Canadá.

“Vamos tocar mais coisas do último álbum [“A bunch of Meninos”], mas também vamos picar um bocadinho de tudo. E vamos levar algumas coisas de cenário”, explicou à agência Lusa o contrabaixista Pedro Gonçalves.

Um ano depois de terem editado “A bunch of Meninos”, os Dead Combo farão quatro datas nos Estados Unidos e quatro no Canadá, em salas de diferentes dimensões e que acolhem artistas de vários estilos.

Depois de três concertos nos Estados Unidos da América, a banda de folk parte para o Canadá, para uma atuação em Vancouver.

Nesta digressão, os Dead Combo são apresentados como um grupo português que convoca a alma do fado, e que denota influências de Ennio Morricone e Nick Cave, na criação de uma música instrumental, atmosférica e cinematográfica.

Os Dead Combo são uma banda de portugueses que une o fado com o jazz e o western folk. A banda nasceu há doze anos e o seu primeiro álbum foi lançado em homenagem ao guitarrista Carlos Paredes.

Mais do que uma banda, os Dead Combo funcionam segundo uma identidade: a banda é composta pelas personagens de um cangalheiro e de um gangster, que interpretam estilos de musicas mundiais.

Pedro Gonçalves e Tó Trips são os responsáveis pela banda que já chegou aos tops internacionais. A música Fiji Dream, do álbum “Vol.1”, é a canção mais ouvida do grupo no top do iTunes.