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Primeiro-ministro líbio Abdullah al-Thani sobrevive a atentado contra a sua vida

Este artigo tem mais de 5 anos

Um grupo não identificado disparou ao carro do primeiro-ministro na cidade de Tobruk após sessão parlamentar, avança a BBC. Um dos guarda-costas do líder líbio encontra-se ferido.

Primeiro-ministro líbio Abdullah al-Thani foi vítima de um ataque esta terça-feira
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Primeiro-ministro líbio Abdullah al-Thani foi vítima de um ataque esta terça-feira

AFP/Getty Images

Primeiro-ministro líbio Abdullah al-Thani foi vítima de um ataque esta terça-feira

AFP/Getty Images

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O primeiro-ministro da Líbia, Abdullah al-Thani, foi vítima de um atentado contra a sua vida esta terça-feira, avança a BBC. Um grupo não identificado abriu fogo contra o seu carro na cidade de Tobruk, no noroeste do país.

Segundo Hatem el-Ouraybi, porta-voz do primeiro-ministro,  Abdullah al-Thani sobreviveu ao ataque e encontra-se bem. “O carro do primeiro-ministro foi atingido por balas quando homens armados abriram fogo no momento em que estava a sair de uma área onde uma sessão do parlamento foi realizada”, disse à agência AFP. Hatem el-Ouraybi confirmou ainda que um dos guarda-costas do líder líbio foi ferido. “Graças a Deus, conseguimos escapar”, afirmou Abdullah al-Thani  em entrevista ao canal al-Arabiya, segundo a BBC.

Segundo testemunhas citadas pelo canal, diversos manifestantes reuniram-se esta terça-feira do lado de fora do Parlamento em  Tobruk para protestar contra a presença de Abdullah al-Thani. Os manifestantes teriam ateado fogo a um carro, o que motivou o presidente do Parlamento, Aqila Saleh, a pedir ao primeiro-ministro que deixasse o local para a sua própria segurança.

“O parlamento estava a questionar o trabalho do governo na sessão de hoje, quando ouvimos tiros do lado de fora”, disse por telefone o parlamentar Faraj Abu Hashem em entrevista ao canal NDTV. “Homens armados tentaram entrar no Parlamento, mas as forças de segurança conseguiram impedir que entrasse”, conta.

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O primeiro-ministro líbio está a tentar governar o país a partir de Tobruk, após ser expulso da capital Tripoli por milícias, em 2014, que reivindicam o controlo do país. O dirigente tinha originalmente planeado sediar o Parlamento na cidade de Benghazi, mas teve de mudar o seu destino devido à forte oposição de milícias islamistas.

A Líbia vive um época de instabilidade política desde o fim da guerra civil que provocou a derrocada de Muammar Gaddafi do poder, após 40 anos de governo.

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