A imagem também importa, principalmente se estivermos a falar dos líderes políticos mais importantes do mundo. É por isso que muitos deles se dedicam ao desporto, para se manterem saudáveis e para darem o exemplo aos cidadãos que governam.

No início deste ano, a Health Fitness Revolution estudou as práticas desportivas dos políticos e as condições físicas dos líderes para chegar aos mais saudáveis, explica a BBC.

O caso mais relevante é o do vício pelo desporto do líder russo, Vladimir Putin. É que o presidente dedica-se a várias modalidades, desde judo até várias outras artes marciais. Também Barack Obama, o presidente norte-americano, não dispensa uma partida de basquetebol e também já se rendeu ao golfe.

Da Bolívia chega o exemplo de Evo Morales, o presidente que joga futebol ativamente. A América do Sul também conta com a argentina Kirchner, que prefere a tranquilidade do ioga, ou do colombiano Juan Manuel Santos, amante de golfe.

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O presidente da Bielorússia, Alexander Lukashenko, gosta de esqui ou ténis, mas pratica muitos outros desportos. E chegou a jogar hóquei ao lado de Putin. Já na Jordânia, o rei admite que é um amante de paraquedismo, enquanto a presidente da Coreia do Sul, Park Geun-Hye, não esconde a paixão pela dança aeróbia. Do interior da Ásia, do Butão, Jigme Wangchuck gosta tanto de jogar basquetebol que quer torná-lo no desporto oficial do reino.

Na remota Austrália, Tony Abbot também dá o exemplo com as provas de resistência que gosta de praticar. Participa mesmo em maratonas junto a pessoas com dificuldades visuais.

Voltando à Europa. Na Finlândia, Sauli Niinisto não larga o seu par de patins e já percorreu pistas em 30 países .

Em Portugal tinhamos um exemplo: José Sócrates. O ex-primeiro-ministro, agora detido, gostava de correr e chegou a participar em algumas maratonas. E consta que, mesmo no estabelecimento prisional de Évora, Sócrates ainda não largou o hábito.