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Ao contrário do que sempre aconteceu nos casamentos da família real britânica — como no caso do casamento do príncipe William e Kate Middleton — o príncipe Harry e Meghan Markle não vão convidar líderes políticos. Isto quer dizer que, rompendo a tradição real, os presidentes dos Estados Unidos e outros líderes políticos a nível mundial não estão convidados para o dia da cerimónia.

Entre a lista destes “não convidados” constam Barack Obama e Donald Trump. A primeira-ministra britânica, Theresa May, também não deverá estar presente, além de outros líderes políticos ingleses.

O porta-voz do Palácio de Kensington disse que “foi decidido que uma lista oficial de líderes políticos — do Reino Unido e do resto do mundo — não fará parte do casamento do príncipe Harry com Meghan Markle”, cita o jornal The Guardian. “O governo da rainha Isabel II de Inglaterra foi consultado para esta decisão, que foi tomada pela Casa Real”.

Àparte desta lista de pessoas que afinal não vão estar presentes no próximo casamento real, Harry e Meghan já tinham anunciado que seriam 600 os convidados para a cerimónia e, cita o mesmo jornal, espera-se que sejam pessoas com ligação direta aos noivos. Além das seis centenas de convidados oficiais, Harry e Meghan decidiram que há mais 2.640 pessoas que vão poder acompanhar cerimónia mais de perto.

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Embora o príncipe Harry já tenha dado provas que se dá bem com Barack Obama, Meghan Markle ainda não o conhece, e provavelmente só vai conhecer o ex-presidente norte-americano durante a primeira viagem oficial com o futuro marido.

Entretanto, já há mais detalhes sobre a lista de convidados do público para assistir ao casamento, nomeados pelos Palácio de Kensington: Amelia Thompson, de 12 anos, que no ano passado presenciou os ataques na arena de Manchester; Pamela Anomneze, que trabalha na instituição Studio 306, que ajuda pessoas com problemas mentais; e Reuben Litherland, um jovem de 14 anos surdo que criou um clube de linguagem gestual na sua escola, em Derby.

Tanto Harry como Meghan já tinham feito saber que entre os convidados para o casamento estariam pessoas que, de algum modo, tenham contribuído para as comunidades em que estão inseridas. A cerimónia está marcada para o dia 19 de maio.