Inteligência Artificial

Estratégia nacional prevê inteligência artificial nas áreas da educação e sociedade

A curto e médio prazos, Portugal aponta para estar na rede europeia de centros de excelência em inteligência artificial e trabalhar em conjunto para resolver os problemas da Europa nesta área.

Portugal tem potencia para desenvolver inteligência artificial aplicada a áreas como as redes de energia sustentável, cidades, florestas e oceanos, mobilidade, condução autónoma ou saúde

FACEBOOK / HANDOUT/EPA

A Estratégia Nacional para a Inteligência Artificial antevê que esta tecnologia comece a ser ensinada nas escolas cada vez mais cedo, que se expanda na administração pública e se generalize nas pequenas e médias empresas.

Nos curto e médio prazos, pretende-se “explorar a fundo o potencial da Inteligência Artificial na economia e na sociedade”, de acordo com um esboço da estratégia, que começa a ser discutida publicamente na terça-feira, num encontro com investigadores no Laboratório Ibérico de Nanotecnologia, em Braga.

Nas escolas, a ênfase será no ensino de aprendizagem automática básica aos alunos mais jovens, em “clubes de ciência”, propondo aos estabelecimentos de ensino desafios em áreas como o ambiente ou a biodiversidade.

Os núcleos de alunos treinados nesta área serão levados depois a colaborar uns com os outros, produzindo vídeos e outros conteúdos multimédia focados em temas como a biologia ou a História das várias regiões, que são depois colocados numa rede que permite acesso a todos.

As escolas participarão também em campeonatos de código de programação, ultrapassando desafios com os conhecimentos que os alunos adquiriram.

No ensino superior, a estratégia prevê a constituição de redes locais para as qualificações digitais, envolvendo universidades, politécnicos (onde já se fazem cursos curtos) e empresas, para que os trabalhadores ganhem novas qualificações e se adaptem às alterações ao trabalho introduzidas pela inteligência artificial.

Em termos mais gerais, na estratégia portuguesa entende-se a inteligência artificial como campo para fomentar “robustez social”, assumindo os impactos da inteligência artificial “na democracia, privacidade, segurança, justiça, mercado laboral, transparência e equidade”.

Outros eixos são a criação de emprego, ressalvando “a inclusão de todos os trabalhadores afetados” pela inteligência artificial e a “transformação dos serviços públicos” com a incorporação de projetos que usam a inteligência artificial para os melhorar, como os que já estão em curso no âmbito do programa “INCODE 2030”.

A curto e médio prazos, Portugal aponta para estar na rede europeia de centros de excelência em inteligência artificial, concertados com a indústria e trabalhando em conjunto para resolver os problemas da Europa nesta área.

Na estratégia aponta-se o potencial de Portugal para desenvolver inteligência artificial aplicada a áreas como as redes de energia sustentável, cidades, florestas e oceanos, mobilidade, condução autónoma ou saúde.

    Se tiver uma história que queira partilhar ou informações que considere importantes sobre abusos sexuais na Igreja em Portugal, pode contactar o Observador de várias formas — com a certeza de que garantiremos o seu anonimato, se assim o pretender:

  1. Pode preencher este formulário;
  2. Pode enviar-nos um email para abusos@observador.pt ou, pessoalmente, para Sónia Simões (ssimoes@observador.pt) ou para João Francisco Gomes (jfgomes@observador.pt);
  3. Pode contactar-nos através do WhatsApp para o número 913 513 883;
  4. Ou pode ligar-nos pelo mesmo número: 913 513 883.

Agora que entramos em 2019...

...é bom ter presente o importante que este ano pode ser. E quando vivemos tempos novos e confusos sentimos mais a importância de uma informação que marca a diferença – uma diferença que o Observador tem vindo a fazer há quase cinco anos. Maio de 2014 foi ainda ontem, mas já parece imenso tempo, como todos os dias nos fazem sentir todos os que já são parte da nossa imensa comunidade de leitores. Não fazemos jornalismo para sermos apenas mais um órgão de informação. Não valeria a pena. Fazemos para informar com sentido crítico, relatar mas também explicar, ser útil mas também ser incómodo, ser os primeiros a noticiar mas sobretudo ser os mais exigentes a escrutinar todos os poderes, sem excepção e sem medo. Este jornalismo só é sustentável se contarmos com o apoio dos nossos leitores, pois tem um preço, que é também o preço da liberdade – a sua liberdade de se informar de forma plural e de poder pensar pela sua cabeça.

Se gosta do Observador, esteja com o Observador. É só escolher a modalidade de assinaturas Premium que mais lhe convier.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: observador@observador.pt
Inovação

#PortugalMaisDigital!

Rogério Campos Henriques

É importante existir um movimento que incentive a utilização dos recursos digitais existentes na sociedade por todos os cidadãos, de forma consciente e informada. E este é o grande propósito do MUDA.

Governo

A famiglia não se escolhe? /premium

Alberto Gonçalves
248

Se ainda não se restringiu o executivo aos parentes consanguíneos ou afins do dr. Costa, eventualidade que defenderia com empenho, a verdade é que se realizaram amplos progressos na área do nepotismo

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

Confirme a sua conta

Para completar o seu registo, confirme a sua conta clicando no link do email que acabámos de lhe enviar. (Pode fechar esta janela.)