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Uma agência de paparazzi concordou em não voltar a fotografar os duques de Sussex. Em tribunal, ficou decidido que a agência “invadiu ilegalmente” a privacidade de Meghan Markle e do filho Archie, que em janeiro de 2020 foram fotografados a passear num parque no Canadá, perto da casa onde então viviam.

Em causa está um processo movido pela duquesa contra a Splash News and Picture Agency, sediada em Los Angeles. Na audiência online desta sexta-feira, a Splash News concordou ainda que a venda das fotografias em causa era uma violação de dados e dos direitos de proteção.

A agência está agora em insolvência, com os administradores da Splash UK a acordarem que, caso a empresa retome atividade, não poderá voltar a fotografar os duques de Sussex, bem como o pequeno Archie. Uma ação semelhante contra a agência irmã, Splash US, continua ainda por resolver em tribunal.

Um porta-voz da empresa de advogados que representa os Sussex, citado pelo britânico The Guardian, esclareceu que os duques “resolveram com sucesso uma ação judicial movida no início deste ano contra a agência de paparazzi Splash UK”, num acordo que é “um sinal claro de que o comportamento ilegal, invasivo e intrusivo dos paparazzi não será tolerado”.

A advogada de Meghan Markle, Jenny Afia, argumentou que as fotografias tiradas a 20 de janeiro deste ano foram uma invasão ilegal de privacidade dado que correspondiam a um passeio em família em ambiente rural, onde não existia qualquer interesse público. A isso acresce a observação de que, no dia anterior, um fotógrafo da Splash News tinha feito “uma inspeção de reconhecimento” à casa onde os duques estavam a morar, tendo até colocado a câmara fotográfica sobre a cerca dos Sussex.

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