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Ronaldo começa o ano a bisar, chega aos 758 golos e supera marca de Pelé no regresso da Juventus às vitórias

No dia em que se tornou o primeiro a chegar aos 250 milhões de seguidores no Instagram, Ronaldo ficou bem na fotografia: dois golos que superaram Pelé, uma assistência e a vitória da Juventus (4-1).

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Ronaldo começou da melhor forma o ano com dois golos (e uma assistência) que voltaram a colocar avançado na liderança isolada dos melhores marcadores da Serie A

Ronaldo começou da melhor forma o ano com dois golos (e uma assistência) que voltaram a colocar avançado na liderança isolada dos melhores marcadores da Serie A

Marcou 44 golos e fez sete assistências em 45 jogos ao longo de 2020, terminou o ano civil com mais golos do que todos os outros incluindo Lewandowski (33-32). Naquela que está a ser a melhor temporada no plano individual desde que chegou a Itália, Ronaldo, que levava 12 golos em dez jogos da Serie A e mais quatro em quatro partidas da Champions em 2020/21, começava 2021 com uma receção à Udinese depois de umas curtas férias no Dubai (onde foi distinguido com o prémio de Melhor Jogador do Século nos Globe Soccer Awards) sem margem de erro após a derrota caseira frente à Fiorentina na última jornada que deixara os campeões italianos a dez pontos do AC Milan e a nove do Inter já com a 15.ª jornada a decorrer. Em 13 jogos, a equipa não ganhou metade – até porque a vitória administrativa frente ao Nápoles da terceira ronda foi revertida e terá de haver mesmo jogo.

A Juventus tinha uma bandeira. Mas um dia, uma noite, o vento tinha de deixar de soprar

“Falámos sobre o jogo em que perdemos com a Fiorentina e que foi todo errado, desde a atitude a cada detalhe. Foi uma péssima maneira de terminar 2020. Tivemos uma boa sessão onde discutimos os nossos objetivos futuros e o que aconteceu. Foi produtivo. Não quero voltar a ver a Juventus a fazer um jogo daqueles. Melhorámos em muitos aspetos ultimamente mas estou convencido de que podemos fazer muito melhor”, comentou o treinador Andrea Pirlo na antecâmara do encontro frente à Udinese que seria também para ele mais um teste quando já se coloca a hipótese de uma “medida PSG” de troca de técnico como aconteceu com Pochettino em vez de Tuchel.

“Assim como quando eu era jogador, precisamos avaliar as situações pela sua totalidade e olhar para o quadro geral. É muito fácil passar-se de herói a nada na comunicação social, mas estou acostumado a isso, pois já fui um jogador de alto nível. Não é nada novo. Quando estás ao comando da Juve, vais passar por muitas dificuldades e terás que assumir muitas responsabilidades mas estou pronto para isso”, destacou ainda o técnico, perante as críticas à forma como tem montado a equipa sem que se perceba em definitivo a tática mais habitual na abordagem aos jogos (que vai variando entre os três defesas e a linha de quatro e entre os dois e os três elementos na frente), lacuna algumas vezes maquilhada pelos golos não só de Ronaldo, que depois de ter cumprido os dois testes negativos após chegar do Dubai voltou a trabalhar com os companheiros, mas também de Morata.

Uma pequena pausa que recordarei sempre pelas melhores razões. Bons tempos e grandes memórias com a minha família, os meus amigos e os meus calorosos fãs do Dubai. Mas agora é tempo de voltar ao trabalho! As baterias estão completamente carregadas para que possa regressar mais forte e mais motivado do que nunca de forma a conseguir os objetivos na Juventus, não só em Itália, mas também na Europa”, escreveu o português no dia em que regressou aos treinos com os bianconeri.

E o ano não poderia ter começado melhor para o avançado português, ainda que a Vecchia Signora não tenha feito a melhor exibição (mais uma vez): com apenas 31 minutos de jogo, Ronaldo inaugurou o marcador e chegou na segunda parte aos 758 golos entre clubes e seleção, superando o número do mítico Pelé no dia em que também fora dos relvados fez história ao tornar-se a primeiro pessoa com 250 milhões de seguidores no Instagram. Em paralelo, o capitão da Seleção voltou a descolar de Lukaku na lista dos melhores marcadores da Serie A (14-12).

Já depois de uma primeira ameaça de Ramsey à baliza de Juan Musso (6′), Rodrigo de Paul ainda marcou após uma saída rápida em que combinou com Lasagna mas o golo foi anulado devido a um toque com o braço do início da jogada por parte do capitão (10′). Ainda assim, bastou esse susto para a Juventus voltar a entrar no tipo de jogo que é um enigma para si própria, a afunilar quando tem de ir para campo grande e a lateralizar quando ganha superioridade pelo corredor central. Só mesmo a inspiração individual poderia fazer a diferença e bastou a bola chegar com qualidade a Ronaldo para o português inaugurar o marcador: corte em zona adiantada de Ramsey, diagonal do avançado a entrar na área e remate cruzado sem hipóteses para o guarda-redes da Udinese (31′), que tirou ainda mais uma vez o golo ao internacional galês antes do intervalo (37′).

[Clique nas imagens para ver os golos do Juventus-Udinese em vídeo]

No segundo tempo, Chiesa aumentou a vantagem após grande assistência de Ronaldo logo a abrir (49′), Ramsey marcou pouco depois em mais uma transição em que a Udinese concedeu demasiados espaços mas o golo foi de novo invalidado pelo VAR devido a um toque com o braço na bola, Molina ainda acertou na trave mas o português, com uma eficácia quase total em frente à baliza, voltou a enquadrar-se para marcar o 3-0 e encerrar em definitivo a história do encontro (70′) apesar dos golos de Marvin Zeegelaar, antigo lateral do Sporting e do Rio Ave, que já tinha acertado antes na trave (90′), e de Dybala, no último minuto de descontos (90+3′).

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