“Nunca voltes ao lugar onde foste feliz”, diz o ditado. No caso dos filmes, é um ditado certeiro a quase 100 por cento. Eddie Murphy foi muito feliz, em termos críticos e comerciais, com “Um Príncipe em Nova Iorque”, de John Landis (1988), uma divertidíssima farsa romântica em que interpretava Akeem, o príncipe de Zamunda, um pequeno, pacífico e fictício reino africano, que se instalava incógnito no bairro de Queens, em Nova Iorque, na companhia de Semmi (Arsenio Hall), o conselheiro do rei seu pai, em busca de uma noiva que o quisesse pelas suas qualidades e não por ser realeza e rico. Murphy e Hall desdobravam-se ainda  por uma mão-cheia de personagens pândegas, como o rezingão barbeiro Clarence ou o lúbrico reverendo Morris.

[Veja o “trailer” do filme original:]

Mais de 30 anos depois, Eddie Murphy quis ser feliz de novo. E juntou uma grande parte da equipa do filme original para fazer uma continuação, “2 Príncipes em Nova Iorque”, que se estreia esta sexta-feira, 5 de março, na Amazon Prime Video. Craig Brewer, o realizador de “Chamem-me Dolemite”, o recente sucesso de Murphy na Netflix, substituiu John Landis atrás das câmaras, Kenya Barris (“Black-ish”) juntou-se aos dois argumentistas do primeiro filme, Barry W. Blaustein e David Sheffield, para escrever  o guião (com Murphy a voltar a dar uma mãozinha), e a maioria dos atores de “Um Príncipe em Nova Iorque” retomou as suas personagens.

Este artigo é exclusivo para os nossos assinantes: assine agora e beneficie de leitura ilimitada e outras vantagens. Caso já seja assinante inicie aqui a sua sessão. Se pensa que esta mensagem está em erro, contacte o nosso apoio a cliente.