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Desde há mais de duas décadas que o processo não mudou muito. Abre-se o site do motor de pesquisa da Google, escreve-se o que se quer encontrar e, por norma, aparecem as hiperligações dos sites mais relevantes. Contudo, como anunciou a empresa esta terça-feira no Google I/O — a conferência anual da empresa para programadores –, onde são anunciadas as principais novidades de software, este processo vai mudar: brevemente, a empresa vai passar a mostrar “mais contexto” antes de um utilizador abrir uma hiperligação. O objetivo é combater a desinformação. Contudo, em Portugal, esta funcionalidade não vai aparecer já.

Como explicou na segunda-feira, Pandu Nayak, vice-presidente da Google para pesquisas, numa conversa com jornalistas na qual o Observador participou, “desde o início” que o objetivo da empresa é tentar “fazer que o motor de busca entregue os resultados relevantes das fontes mais relevantes”. Para isso, a Google tem aprimorado o algoritmo e, “nos últimos anos”, tem oferecido ferramentas para ajudar os utilizadores nas pesquisas. Agora, a empresa dá um passo em frente e, antes de um utilizador abrir algumas hiperligações, carregando nos três pontos ao pé do resultado, surgirá uma sub-janela dentro do separador do navegador de internet, ou da aplicação usada, na qual a empresa fornecerá mais “informação de contexto” para ajudar neste processo.

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