A auditoria da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) aos anos da liderança de Fernando Gomes passou a ser forense, noticia o semanário Expresso. Pedro Proença, que depois de ser eleito, deu ordens para iniciar a auditoria ao seu antecessor confirmou a informação na Assembleia Geral da FPF, que aconteceu no final de outubro.
O objetivo da auditoria, um processo feito por uma consultora externa, é concluir o que foi feito durante os anos em que Fernando Gomes foi presidente da FPF, sendo que as auditorias forenses acontecem, teoricamente, quando há suspeitas de irregularidades ou eventuais práticas criminais e a investigação procura provas.
Em março, depois de terem sido realizadas buscas na FPF por parte da pela Polícia Judiciária (PJ), a direção do organismo reuniu de urgência e autorizou o alargamento da auditoria interna ao segundo mandato de Fernando Gomes, que decorreu entre 2016 e 2020, com vista a ter uma “análise minuciosa e aprofundada, sobretudo nas áreas críticas que envolvem pagamento de comissões, prestações de serviços e procedimentos na área de recursos humanos, por forma a apurar eventuais responsabilidades civis ou criminais”.
Antes, a auditoria incidia sobre o último mandato (2020-2024) do agora presidente do Comité Olímpico de Portugal.