1244,3kWh poupados 1244,3 kWh poupados com a
i

A opção Dark Mode permite-lhe poupar até 30% de bateria.

Reduza a sua pegada ecológica.
Saiba mais

Pentágono nega que remoção de minas no Estreito de Ormuz leve 6 meses

Congresso dos EUA terá sido informado em reunião confidencial que eliminar as minas que o Irão terá colocado no Estreito de Ormuz demoraria seis meses. Pentágona diz que informação é "imprecisa".

epa12835635 (FILE) - Cargo ships are seen in the Persian Gulf near Qeshm Island in Hormozgan province, Iran, 23 December 2011 (reissued 20 March 2026). 70% of the maritime shipping in the Strait of Hormuz has declined since tensions in the Persian Gulf Region increased on 28 February 2026. According to the International Food Policy Research Institute IFPRI, a prolonged closure of the Strait of Hormuz could affect fertilizers and food production costs, with 30% of global fertilizer passing through the Strait.  EPA/ABEDIN TAHERKENAREH *** Local Caption *** 50153297
i

▲Antes da guerra, circulava pelo Estreito de Ormuz, diariamente, uma média de 20,1 milhões de barris de petróleo

ABEDIN TAHERKENAREH/EPA

▲Antes da guerra, circulava pelo Estreito de Ormuz, diariamente, uma média de 20,1 milhões de barris de petróleo

ABEDIN TAHERKENAREH/EPA

Acompanhe o nosso artigo em direto sobre a guerra no Médio Oriente

Fontes conhecedoras disseram ao The Washington Post que retirar as minas do Estreito de Ormuz demoraria seis meses, o que poderia ter um impacto económico prolongado e, eventualmente, afetar as eleições de novembro para o Congresso nos EUA. avançou o The Washington Post.

Este meio ano foi referido por um representante do departamento de Defesa e terá sido partilhado na terça-feira, durante uma reunião confidencial com membros do House Armed Services Committee, segundo três fontes citadas no jornal norte-americano como “funcionários familiarizados com o processo”.

As fontes, sob condição de anonimato, revelaram ainda que que os congressistas foram informados de que o Irão pode ter instalado 20 ou mais minas dentro e ao redor do Estreito de Ormuz. Algumas terão sido lançadas remotamente, com tecnologia GPS, o que dificultou a sua deteção pelos norte- americanos. Outras terão sido instaladas por iranianos com pequenas embarcações. Segundo a CNN, o Irão terá começado a instalar estas minas no início de março.

Em resposta ao artigo de quarta-feira do Washington Post, um porta-voz do Pentágono, Sean Parnell, classificou a informação partilhada como “imprecisa”.

“Ao decidir publicar essas alegações falsas, o Washington Post deixou claro que se preocupa mais em promover uma agenda do que a verdade”, referiu ao jornal.

Também numa entrevista dada esta quinta-feira à AFP, citada na France 24, o porta-voz explicou que “o fecho do Estreito de Ormuz por seis meses é uma impossibilidade e completamente inaceitável”.

Apesar de o Washington Post mencionar que a remoção das minas poderá começar apenas no final da guerra entre os EUA e o Irão, Donald Trump, na rede social X, anunciou esta quinta-feira que já começou a limpar o Estreito. Adicionalmente, referiu que ordenou à Marinha norte-americana para que “dispare e destrua qualquer barco, mesmo que seja pequeno […] se estiver a colocar minas na água”.

O tempo sugerido pelo The Washington Post para a remoção das minas aponta para consequências económicas potencialmente duradouras, segundo o The Independent. Antes da guerra, circulava pelo Estreito de Ormuz, diariamente, uma média de 20,1 milhões de barris de petróleo, cerca de 20% do consumo global de petróleo.

O caminho marítimo pelo Estreito de Ormuz que o Irão quer bloquear. A importância desta rota no comércio do petróleo e do gás

De acordo com as fontes do Washington Post, os democratas e os republicanos ficaram frustrados com a informação dos 6 meses, sendo um “sinal de que os preços da gasolina e do petróleo podem permanecer elevados por muito tempo após a assinatura de um acordo de paz”.

O mesmo meio de comunicação social enfatizou os possíveis efeitos da situação das minas nas eleições de novembro para o Congresso nos EUA. Um relatório da Pew Research Center lançado em março revelou que a maioria dos americanos não aprova o ataque ao Irão nem a forma como o Presidente Donald Trump está a lidar com o conflito. 

Esta quinta-feira, o Presidente veio afirmar que, neste momento, tem “o controlo total sobre o Estreito de Ormuz”: “Nenhum navio pode entrar ou sair sem a aprovação da Marinha dos Estados Unidos. Está ‘totalmente fechado’ até que o Irão consiga fechar um acordo!”, escreveu na Truth Social.

Texto editado por Dulce Neto

Ofereça este artigo a um amigo

Enquanto assinante, tem para partilhar este mês.

A enviar artigo...

Artigo oferecido com sucesso

Ainda tem para partilhar este mês.

O seu amigo vai receber, nos próximos minutos, um e-mail com uma ligação para ler este artigo gratuitamente.

O seu plano não inclui a oferta de artigos

Para poder oferecer artigos aos seus amigos, faça upgrade para um plano de subscrição superior.

Ofereça até artigos por mês ao ser assinante do Observador

Partilhe os seus artigos preferidos com os seus amigos.
Quem recebe só precisa de iniciar a sessão na conta Observador e poderá ler o artigo, mesmo que não seja assinante.

Este artigo foi-lhe oferecido pelo nosso assinante . Assine o Observador hoje, e tenha acesso ilimitado a todo o nosso conteúdo. Veja aqui as suas opções.

Atingiu o limite de artigos que pode oferecer

Já ofereceu artigos este mês.
A partir de 1 de poderá oferecer mais artigos aos seus amigos.

Aconteceu um erro

Por favor tente mais tarde.

Atenção

Para ler este artigo grátis, registe-se gratuitamente no Observador com o mesmo email com o qual recebeu esta oferta.

Caso já tenha uma conta, faça login aqui.