O foguetão Starship chegou pela primeira vez à órbita terrestre. O maior lançador do mundo, desenvolvido pela SpaceX, descolou esta segunda-feira pela 14.ª vez desde a Starbase, no Texas. Os restantes 13 voos foram suborbitais e este ensaio foi apenas a segunda ocasião em que o foguetão também “soltou” satélites Starlink.
Starship performs its orbital insertion burn and enters orbit of Earth for the first time pic.twitter.com/LodrSTnEnl
— SpaceX (@SpaceX) September 28, 2026
A entrada em órbita só foi decidida mesmo no último minuto. A manobra de entrada estava prevista para cerca de 25 minutos após a descolagem, mas uma falha detetada num dos motores Raptor durante o lançamento chegou a colocar em causa o futuro da missão. Mesmo na emissão transmitida em direto na rede social X, afirmaram que só iriam avançar para órbita “se tivessem 100% de certeza de que o veículo estaria em segurança”. Poucos minutos depois, após “muitas conversas” na sala de controlo de lançamento, tiveram luz verde.
“Seguimos para órbita!”, anunciaram na emissão. E assim foi, com apenas um único motor a funcionar, a Starship começou a manobra de entrada em órbita a uma altitude de 275 km. A partir daí, ouviram-se os aplausos desde o posto de comando no Texas e poucos minutos depois começou a sair a terceira versão dos satélites Starlink, um por minuto. Dentro do maior foguetão alguma vez construído estavam 26 destes dispositivos.
Como previsto, o propulsor e módulo inferior Super Heavy amarou no Golfo do México. O regresso da Starship à Terra está previsto para quase 10 horas após o lançamento (cerca das 23h em Lisboa). No seu último voo, a Starship foi recuperada intacta no Oceano Índico pela primeira vez, em julho deste ano. O veículo foi, algumas semanas depois, recuperado e tem sido alvo de várias análises desde então. O 13.º voo foi a primeira vez que o foguetão emitiu satélites Starlink. E à semelhança do lançamento anterior, a SpaceX espera uma “aterragem entusiasmante” do módulo superior pela segunda vez.
[Dois meses após o desaparecimento, e já depois de o genro, Raymond Quendoz, lhes ter anunciado que ia divorciar-se dela, os Silva Pais recebem finalmente notícias da filha. Annie está bem. Recusa dar detalhes sobre o seu paradeiro mas há cada vez mais evidências de que fugiu do marido para se juntar à revolução cubana. E, se isso aconteceu, uma coisa é certa: Annie tem de ter tido a ajuda e o aval do próprio Fidel Castro. Resta apenas saber porquê. Já pode ouvir o segundo episódio de “Os Escândalos de uma Revolucionária”, o novo Podcast Plus do Observador. Está disponível no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube.]