Tem acesso livre a todos os artigos do Observador por ser nosso assinante.

Lewis era um miúdo empertigado de nove anos, que desfilava um smoking emprestado e vestia um sorriso confiante. Preparava-se para receber um prémio num evento promovido pela revista Autosport — afinal, acabava de ganhar o campeonato britânico de kart. Mas os olhos do pequeno Hamilton não se arregalavam em direção ao palco. Longe disso. Naquele dia, a sua missão era outra.

Entre a audiência estava Ron Dennis, o então homem forte da McLaren. Era a oportunidade de uma vida. Lewis avançou na sua direção, com um livro de autógrafos numa mão e uma tremenda lata na outra:

Este artigo é exclusivo para os nossos assinantes: assine agora e beneficie de leitura ilimitada e outras vantagens. Caso já seja assinante inicie aqui a sua sessão. Se pensa que esta mensagem está em erro, contacte o nosso apoio a cliente.