Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • O que se passou até agora

    • Os Estados Unidos não irão considerar acordos económicos ou alívio de sanções contra a Rússia enquanto não for alcançado um cessar-fogo na Ucrânia, conforme afirmou a porta-voz do Departamento de Estado norte-americano. As negociações com a Rússia têm sido consideradas positivas, mas ainda não há contornos claros para um acordo. A Administração Trump tem expressado abertura para parcerias económicas com a Rússia após o fim do conflito.
    • O governador da região de Sumy, Volodymyr Artiukh, foi demitido após admitir que estava planeada uma cerimónia militar no dia em que ocorreu o ataque russo, que resultou em 35 mortos e 129 feridos. As tensões na região intensificaram-se com explosões múltiplas relatadas tanto em Sumy como em Kherson.
    • O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, reafirmou a soberania da Ucrânia sobre todos os seus territórios, manifestando-se contra quaisquer concessões territoriais numa eventual negociação de paz. Zelensky também expressou a importância de decisões políticas para fortalecer a defesa aérea da Ucrânia, um tema discutido em contexto de assistência internacional.
    • Em resposta aos ataques, a Ucrânia declarou ter atingido a base da brigada russa responsável pelo bombardeamento de Sumy. As forças ucranianas têm conseguido travar incursões russas na região, destacando os contínuos confrontos ao longo da fronteira. Pequenos progressos das forças russas continuam a ser relatados na região de Donetsk.

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  • Este liveblog fica por aqui.

    Continue a acompanhar toda a atualidade sobre a guerra na Ucrânia, neste novo liveblog que agora abrimos.

    Até já.

    Três feridos num ataque russo com drones a Odessa

  • Não há acordos com a Rússia até o conflito terminar, avisam EUA

    Os Estados Unidos não vão celebrar quaisquer acordos bilaterais com a Rússia ou aliviar as sanções até que seja alcançado um cessar-fogo na Ucrânia, segundo a porta-voz do Departamento de Estado norte-americano, Tammy Bruce, citada pelo Ukrinform.

    “Não haverá negociações, nem decisões, nem acordos até que o massacre tenha parado”, afirmou.

    Bruce sublinhou, ainda, que começou a surgir um padrão preocupante após o ataque em Sumy, levantando questões sobre quem procura a paz e um cessar-fogo. “No entanto, continuamos a trabalhar obviamente para o cessar-fogo”, garante.

  • Novo ataque em Sumy: registada uma explosão

    A agência Tass está a avançar que ocorreu uma explosão em Sumy, no norte da Ucrânia.

    Ainda não há relatos de vítimas ou danos.

    Também na cidade ucraniana de Kherson há registo de explosões pela quarta vez em 24 horas.

  • Parlamento da Eslováquia recusa condenar Rússia pelos ataques a Sumy

    O parlamento eslovaco rejeitou um projeto de resolução que condenava os “mortíferos ataques” com mísseis russos à cidade de Sumy.

    De acordo com o European Pravda, que cita o jornal eslovaco SME, o deputado da oposição Ondrej Dostál apresentou a proposta para apreciação, mas foi rejeitada pela maioria dos deputados.

    O resultado era esperado, uma vez que a coligação governamental, liderada pelo primeiro-ministro Robert Fico, detém a maioria parlamentar.

    O primeiro-ministro recusou-se a condenar diretamente o ataque russo a Sumy, alegando que não dispunha de “informações suficientes” a este respeito.

  • Estados Unidos abertos a parceria económica com Rússia após conflito ucraniano

    Os Estados Unidos admitiram a possibilidade de uma parceria económica com a Rússia após o cessar-fogo na Ucrânia, segundo a agência Tass, que cita a porta-voz da Casa Branca, Caroline Leavitt.

  • Rússia não vê "contornos claros" nas negociações com os Estados Unidos, apesar de estarem a ser "positivas"

    O Kremlin não vê “contornos claros” de um acordo com os Estados Unidos sobre a guerra na Ucrânia embora as negociações estejam a ser “positivas”, segundo o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, citado pelo The Kyiv Independent.

    As declarações de Peskov surgem na sequência de uma reunião entre o enviado especial dos Estados Unidos, Steve Witkoff, e o Presidente russo, Vladimir Putin, em São Petersburgo, na última sexta-feira.

    Após a reunião, Witkoff descreveu as negociações como produtivas, afirmando que Putin expressou o desejo de uma “paz permanente”. Disse, ainda, que a reunião se centrou num potencial acordo de paz que envolve o estatuto dos “cinco territórios”.

    Peskov considerou as recentes negociações — incluindo a reunião de Witkoff com Putin — “positivas e úteis”. “Estamos muito, muito positivos em relação aos contactos construtivos e significativos que tiveram lugar”, afirmou, acrescentando que ambas as partes têm a vontade política de chegar a um acordo.

    “Gostaria de esperar o melhor para que este trabalho tenha resultados positivos. Nesta altura, não podemos dizer com certezas qual é o calendário”, concluiu.

  • "Apenas os ucranianos podem falar sobre os territórios do nosso país", responde Zelensky a Witkoff

    O Presidente ucraniano comentou as declarações de Steve Witkoff sobre o estatuto de “cinco territórios” — que seria, na visão dos Estados Unidos, a chave para o fim da guerra.

    “A Ucrânia é um Estado soberano e todos os territórios pertencem ao Estado unitário da Ucrânia. Por isso, mais uma vez, apenas o povo da Ucrânia pode falar sobre os territórios do nosso país. E sabem que, para nós, é uma linha vermelha reconhecer quaisquer territórios temporariamente ocupados como sendo não ucranianos, mas russos”, afirmou Volodymyr Zelensky, citado pela Interfax-Ucrânia.

  • Zelensky agradece apoio "inabalável" da NATO à Ucrânia após encontro com Mark Rutte

    O Presidente ucraniano agradeceu, na rede social X, ao secretário-geral da NATO o apoio prestado à Ucrânia pela organização.

    “Sou grato a todos os líderes que não ignoram a realidade de que uma paz duradoura só pode ser alcançada por meio da determinação. Sou grato ao secretário-geral da NATO pelo apoio inabalável à Ucrânia desde os primeiros dias desta guerra”, escreveu.

    Volodymyr Zelensky e Mark Rutte reuniram-se esta terça-feira na Ucrânia para discutir a segurança dos países europeus, assim como as relações com todos os parceiros na Europa e na América.

  • Rutte admite que negociações lideradas por Trump “não são fáceis”

    O secretário-geral da NATO, Mark Rutte, admitiu nesta terça-feira que as “importantes negociações” lideradas pelo Presidente norte-americano com a Rússia e Ucrânia “não são fáceis”, enquanto deplorou o recente ataque russo contra Sumy.

    “Voltámos a falar sobre as importantes negociações que o Presidente Trump está a conduzir com a Ucrânia, bem como com a Rússia, para tentar pôr fim à guerra e garantir uma paz duradoura. Essas discussões não são fáceis — principalmente após esta violência terrível –, mas todos apoiamos a procura do Presidente Trump pela paz”, declarou Rutte, numa conferência de imprensa ao lado do Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, em Odessa, sul da Ucrânia, onde realizou nesta terça-feira uma visita surpresa.

    O responsável da NATO destacou que “outros aliados”, nomeadamente através de iniciativas lideradas por França e Reino Unidos, “estão prontos, dispostos e aptos a assumir mais responsabilidades para ajudar a garantir a paz quando chegar esse momento”.

    Rutte condenou o ataque russo contra a cidade de Sumy, no passado domingo, que fez mais de 30 mortos civis e mais de 100 feridos.

    “Isso é simplesmente ultrajante. Faz parte de um padrão terrível de ataques russos a alvos civis e infraestruturas em toda a Ucrânia”, criticou, recordando que “até centenas de hospitais e profissionais de saúde foram alvos” desde o início da invasão russa, em fevereiro de 2022.

  • Quatro jornalistas russos condenados a cinco anos e meio de prisão por trabalharem para a Fundação Anticorrupção

    Quatro jornalistas foram, esta terça-feira, condenados por um tirbunal de Moscovo a cinco anos e meio de prisão por terem trabalhado para a Fundação Anticorrupção de Alexei Navalny (proibida na Rússia).

    Os jornalistas, de acordo com a agência russa Tass, são Sergei Karelin, Konstantin Gabov, Artem Kriger e Antonina Favorskaya.

  • "Sumy é mais um crime hediondo cometido pela Rússia"

    O Major-General Isidro Morais Pereira fala numa “atitude irresponsável” do governador de Sumy. Sobre a NATO, considera que EUA dificilmente vão sair da organização, mas que o investimento diminuirá.

    Ouça aqui o novo episódio do “Gabinete de Guerra” da Rádio Observador.

    “Sumy é mais um crime hediondo cometido pela Rússia”

  • Ucrânia, Reino Unido, França e Turquia reúnem-se para discutir segurança no Mar Negro

    O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, anunciou uma reunião com os representantes ucranianos, britânicos, franceses e turcos esta terça-feira, na Turquia.

    O objetivo será a discussão de questões de segurança no Mar Negro.

  • Sócrates ataca discurso a favor do rearmamento da Europa por causa da Ucrânia

    O antigo primeiro-ministro socialista José Sócrates contesta o discurso do “bom senso” que diz justificar a ideia a favor do rearmamento da Europa e considera que a Rússia revela fraqueza militar na invasão da Ucrânia.

    Estas posições constam de um artigo que o antigo líder do PS (2004/2011) publicou na segunda-feira no site brasileiro ICL Notícias, com o título “A Europa, de novo: a cultura da paz e a cultura da guerra”.

    “O que vejo de pior no recente discurso sobre o rearmamento da Europa é a forma como ele é apresentado — simples questão de bom senso, dizem. Não é uma escolha, não é uma opção política, é apenas bom senso”, refere José Sócrates.

    Ora, sendo uma questão de bom senso, de acordo com o antigo primeiro-ministro, então “não é necessário debate, nem boas razões”.

    “A coisa é autoexplicativa: a invasão russa da Ucrânia e o abandono americano da guerra não deixam alternativa. Assim se constrói o pensamento único — chamando-lhe bom senso”, sustenta.

    No seu artigo, em que nunca visa diretamente os atuais responsáveis pelas instituições europeias, José Sócrates critica “a pressão do jornalismo pela política de rearmamento”, dizendo que é tão forte “que qualquer personagem que a ponha em causa é imediatamente banida para o espaço marginal que as democracias reservam aos doidos e aos hereges”.

    “Eis, portanto, a nova cultura política europeia: o discurso da paz é radical, o da violência é normal. A paz é a retórica dos fracos”, conclui.

  • Defesa aérea ucraniana depende "inteiramente de decisões políticas", diz Zelensky

    Volodymyr Zelensky afirmou, após o encontro com o secretário-geral da NATO, Mark Rutte, que a capacidade da Ucrânia para se proteger dos mísseis russos “depende inteiramente de decisões políticas”.

    Esta afirmação surge após Donald Trump ter dito que a Ucrânia está sempre a pedir ajuda “sem parar” e de ter rejeitado o pedido de Zelensky de comprar sistemas de defesa aérea Patriot por 15 mil milhões de dólares.

    “Toda a gente vê o quão urgente é a necessidade da Ucrânia em ter sistemas de defesa aérea. Os Patriot são armas defensivas e não estamos apenas a pedir Patriots — estamos prontos para os comprar”, garantiu o Presidente ucraniano na rede social X.

  • Administração Trump impede G7 de condenar Rússia pelo ataque a Sumy

    Os Estados Unidos não apoiam uma declaração conjunta do grupo dos países mais industrializados do mundo a condenar o ataque com mísseis da Rússia à cidade ucraniana de Sumy.

    De acordo com a Bloomberg, citada pelo Ukrainska Pravda, a administração do Presidente norte-americano disse aos parceiros do G7 que não podia assinar a declaração de condenação porque estava a “trabalhar para preservar o espaço para negociar a paz”.

    O Canadá, que detém atualmente a presidência do grupo, informou os membros de que sem o apoio dos Estados Unidos não poderia ser emitida uma declaração conjunta.

  • Zelensky afirma que negociações com os EUA sobre acordo dos minerais foram "positivas"

    O Presidente da Ucrânia afirmou esta terça-feira que as negociações com os Estados Unidos sobre um eventual acordo no setor dos minerais foram “positivas”.

    Volodymyr Zelensky disse, ainda, que os encontros sobre o acordo continuarão ao longo desta semana.

  • Rutte faz visita surpresa à Ucrânia e encontra-se com Zelensky

    O secretário-geral da NATO, Mark Rutte, fez uma visita surpresa à Ucrânia, tendo-se encontrado com o Presidente Volodymyr Zelensky na cidade de Odessa.

    Na rede social X, o secretário-geral partilhou uma imagem do encontro e afirmou que o “apoio da NATO” à Ucrânia era “inabalável”.

    “Continuaremos a ajudar a Ucrânia para que se possa defender hoje e impedir agressões no futuro, assegurando uma paz justa e duradoura”, escreveu ainda, depois de se referir ao ataque a Sumy, no “domingo de Ramos”

  • Ucrânia diz ter atacado a base da brigada russa que bombardeou Sumy

    A Ucrânia diz ter atacado a base da brigada russa que bombardeou a cidade ucraniana de Sumy, matando 35 pessoas.

    Num comunicado partilhado no Telegram, as forças armadas ucranianas anunciaram o ataque à “448ª brigada de mísseis dos ocupantes russos”, que terá sido responsável pelo lançamento dos Iskander que atingiram a cidade ucraniana no passado domingo.

    “Os resultados do ataque estão a ser apurados”, concluíram os militares.

  • Forças ucranianas travam incursão russa na região de Sumy

    Um grupo de soldados ucranianos do 5º Destacamento de Fronteira conseguiu travar um grupo de assalto russo que tentava fazer uma incursão na região de Sumy, avança o Ukrainska Pravda, citando o Serviço de fronteira da Ucrânia.

    “Os guardas de fronteira destruíram impiedosamente grupos de assalto inimigos, equipamentos e sistemas de comunicação, que são alvos legítimos das forças de defesa da Ucrânia”, lê-se no comunicado.

    As forças russas têm tentado repetidamente fazer incursões pela fronteira na região de Sumy desde que as forças ucranianas foram expulsas de grande parte do território que ocupavam na região de Kursk, que faz fronteira com Sumy.

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