Momentos-chave
- O que se passou até agora
- Zelensky diz que Ucrânia está pronta a negociar mas sem ceder território
- Dois drones de origem desconhecida foram identificados perto de uma base militar na Estónia
- Responsáveis europeus e ucranianos vão reunir-se para planear um possível cessar-fogo
- Zelensky condecorou trabalhadores das centrais energéticas ucranianas
- Rússia bombardeia zona residencial em Kramatorsk
- "Ataques russos tentam desgastar-nos, mas a Europa responde com união", diz Von der Leyen
- Estados Unidos excluem os ativos russos da Rosneft na Alemanha de sanções
- Drone russo atinge veículo e fere quatro membros do jornal alemão WELT
- Polónia voltará a abrir duas passagens na fronteira com a Bielorrúsia
- Forças russas têm oito vezes mais soldados em Pokrovsk, admite Zelensky
- Zelensky pediu à Europa apoio financeiro para dois ou três anos
- Refinarias indianas suspenderam compra de petróleo russo e aguardam esclarecimentos do Governo
- Ucrânia terá destruído duas estações de radar russas e um lançador de mísseis
- Petrolífera russa Lukoil vende os seus ativos estrangeiros devido a sanções norte-americanas
- 17 crianças e jovens ucranianos resgatados de territórios ocupados pela Rússia
- Hungria quer formar aliança 'anti-Ucrânia' com Chéquia e Eslováquia
- Cerca de 200 militares russos já se infiltrarem em Pokrovsk. Rússia diz que forças ucranianas estão cercadas
Histórico de atualizações
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O que se passou até agora
- As refinarias indianas interromperam a compra de petróleo russo na sequência das sanções norte-americanas impostas às petrolíferas russas Lukoil e Rosneft. Esta decisão surge após as novas restrições anunciadas pelos Estados Unidos, que também levaram a Lukoil a anunciar que irá vender todos os seus ativos internacionais em resposta às medidas restritivas. Este movimento poderá impactar significativamente as exportações de petróleo da Rússia, dado que a Lukoil e a Rosneft representam quase metade dessas exportações.
- Em Pokrovsk, uma cidade estratégica na região de Donetsk, a situação é crítica com cerca de 200 militares russos infiltrados e confrontos com as forças ucranianas. O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, admite que as forças russas superam em número os soldados ucranianos na cidade, num rácio de oito para um. Apesar do cerco russo, Pokrovsk mantém-se sob controlo ucraniano, embora o combate seja intenso e dinâmico.
- A Hungria está a procurar formar uma aliança anti-Ucrânia com a Rep. Checa e a Eslováquia, numa tentativa de contrariar a tendência pró-Ucrânia dentro da União Europeia. Embora ainda longe de se concretizar, uma tal aliança poderia representar um desafio significativo para a coesão europeia no apoio financeiro e militar à Ucrânia, dificultando os esforços da UE para continuar a prestar assistência ao país.
- O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, solicitou apoio financeiro europeu durante mais dois ou três anos para enfrentar a invasão russa. A proposta envolve o uso gradual de ativos russos confiscados, o que também gerou ameaças da Rússia de que a União Europeia enfrentará “muitas dores de cabeça” se optar por usar esses ativos para ajudar financeiramente a Ucrânia.
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Bom dia,
Encerramos este artigo em direto, mas pode continuar a acompanhar os desenvolvimentos da guerra na Ucrânia neste novo artigo.
Obrigado por continuar connosco.
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Embaixador dos EUA na NATO promete que país vai mesmo "executar" sanções às petrolíferas russas
O embaixador dos Estados Unidos na NATO, Matthew Whitaker, prometeu que o país vai mesmo seguir em frente com as sanções aplicadas por Washington às petrolíferas russas Rosneft e Lukoil, numa entrevista à Bloomberg.
“Implementámos essas sanções. Pretendemos aplicá-las”, prometeu o representante, afirmando que estas talvez sejam a chave para levar o “Presidente Putin a sentar-se à mesa das negociações e pôr fim a esta guerra, ou pelo menos a celebrar um cessar-fogo para que possamos negociar uma resolução definitiva”.
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Ministério da Defesa russa acusa Ucrânia de atacar Moscovo com drones
O Ministério da Defesa da Rússia acusou a Ucrânia de voltar a atacar Moscovo com drones pela terceira noite consecutiva num comunicado publicado no Telegram.
No comunicado, lê-se que quatro drones foram destruídos sobre a região da capital em três horas. Ao todo, nas outras regiões, 57 drones terão sido destruídos.
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Zelensky quer lançar em novembro programa de exportação de armas ucranianas
O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, disse hoje que quer lançar em novembro o programa para a exportação de armas ucranianas, e adiantou que já pediu ao seu ministro da Defesa medidas para fornecimento de drones.
“O programa para o controlo da exportação deve ser lançado no próximo mês”, afirmou Zelensky numa mensagem na sua conta da plataforma Telegram, após uma reunião com os membros do gabinete do governo.
“O ministro da Defesa deve assegurar a plena execução das tarefas para a produção e fornecimento de drones até ao final do ano”, acrescentou o chefe de Estado ucraniano, referindo-se a Denis Shmigal.
Em particular, Zelensky referiu-se a sistemas como drones com dispositivos de visualização (FPV, na sigla em inglês), drones intercetores e para ataques em profundidade.
Também indicou ao titular da Defesa que “até ao final do ano”, a Ucrânia deve “atingir a cifra de +50% de armas ucranianas na defesa do país”, face à invasão russa.
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Zelensky diz que Ucrânia está pronta a negociar mas sem ceder território
O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, disse que a Ucrânia está pronta para negociar com a Rússia, mas recusa-se a ceder qualquer parte do seu território.
Falando aos jornalistas em declarações citadas pela Reuters, o Presidente ucraniano disse aceitar que as negociações se realizem em “qualquer lugar”, com algumas exceções,
“Quase não importa, desde que não seja na Rússia, é claro, e definitivamente não na Bielorrússia”, acrescentou.
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Bielorrússia terá mísseis russos Oreshnik operacionais em dezembro
O sistema de mísseis balísticos hipersónicos russo Oreshnik será colocado em serviço operacional na Bielorrússia em dezembro, anunciou hoje a porta-voz presidencial bielorrussa, Natalia Eismont.
“As condições para a implantação do Oreshnik na Bielorrússia estão quase prontas. Entrará ao serviço operacional em dezembro deste ano, o que elimina quaisquer dúvidas sobre o tema”, disse Eismont, citada pelo gabinete de imprensa da presidência na rede social Telegram.
O Presidente bielorrusso, Alexander Lukashenko, já tinha afirmado que a presença dos mísseis Oreshnik no país não constitui um ato de agressão, mas sim uma medida destinada a garantir a segurança nacional em caso de escalada militar.
A Bielorrússia é o principal aliado da Rússia na guerra da Ucrânia e assinou, no final de 2024, um acordo de segurança com Moscovo que prevê uma cooperação militar reforçada.
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Zelensky discute situação energética com ministro dos Negócios Estrangeiros neerlandês
Volodymyr Zelensky esteve reunido com David van Weel, ministro dos Negócios Estrangeiros neerlandês, onde agradeceu pelo novo pacote de ajuda dos Países Baixos ao setor energético ucraniano no valor de 25 milhões de euros.
Na reunião, abordaram ainda o tema do uso dos ativos russos congelados em benefício da Ucrânia. “A Holanda apoia esta decisão, bem como a importância de manter a pressão sobre a Rússia”, escreveu o Presidente ucraniano numa publicação na rede social X.
Today, the Minister of Foreign Affairs of the Netherlands @ministerBZ, David van Weel, is in Ukraine. We met and discussed the most pressing issue at the moment – the energy situation in Ukraine. I expressed my gratitude for the new aid package supporting Ukraine’s energy sector.… pic.twitter.com/dBqbfqACMD
— Volodymyr Zelenskyy / Володимир Зеленський (@ZelenskyyUa) October 28, 2025
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Dois drones de origem desconhecida foram identificados perto de uma base militar na Estónia
Dois drones de origem desconhecida foram vistos perto de uma base militar no sul da Estónia, tendo um deles sido abatido por forças aliadas, como noticia o Kyiv Independent.
O incidente aconteceu no passado dia 17 de outubro, numa base militar importante para as forças de defesa norte-americanas na Estónia, mas só foi agora anunciado pela imprensa local.
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Zelensky anuncia a criação de uma coligação de energia
O Presidente ucraniano anunciou a criação de uma coligação de energia, após “ataques massivos” ao sistema energético, logístico, abastecimento de água e gás, segundo noticia o Ukrinform.
“Penso que vamos organizar em breve uma reunião em vídeo com a nossa equipa pequena por enquanto, mas estou confiante de que vamos ser capazes de unir esforços para que outros países se juntem. Vamos precisar de apoio”, explicou Zelensky durante uma reunião com o ministro dos Negócios Estrangeiros neerlandês, David van Weel.
Zelensky adiantou ainda que está em conversações com o chanceler alemão, Friedrich Merz, e com a primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, para a compra de novos equipamentos para produção de eletricidade.
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Responsáveis europeus e ucranianos vão reunir-se para planear um possível cessar-fogo
O Presidente Volodymyr Zelensky anunciou que os responsáveis europeus e ucranianos irão encontrar-se no final da semana para discutir os detalhes de um possível cessar-fogo, noticia a Reuters.
“Não é um plano para acabar com a guerra. Antes de tudo, é necessário um cessar-fogo “, disse o Presidente ucraniano. No entanto, Zelensky não precisou o dia em que acontecerá a reunião.
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Aliança anti-Ucrânia "mina coesão da União Europeia"
Pedro Nascimento afirma que possível aliança entre Hungria, Chéquia e Eslováquia criará bloco interno dentro da UE. Em Gaza, garante que entrega errada de corpos é “violação simbólica com muito peso”.
Ouça aqui o novo episódio do “Gabinete de Guerra” da Rádio Observador.
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Zelensky condecorou trabalhadores das centrais energéticas ucranianas
O Presidente ucraniano homenageou os trabalhadores que “apesar de todos os desafios, garantem luz e calor” à população, através de uma condecoração de Estado.
Numa publicação na rede social X, Zelensky elencou os nomes de todos os trabalhadores, tendo ainda condecorado postumamente um trabalhador que morreu num ataque com drones russos este mês.
“E embora hoje não seja o Dia dos Engenheiros de Energia, na verdade, todos os dias na Ucrânia agora – sob constantes ataques russos – são dias para reconhecer essas pessoas”, escreveu o Presidente ucraniano.
We all must honor the work of those among our people who, despite all the challenges, ensure light and warmth. This is often truly heroic work – under shelling, in the border and frontline areas. And although today is not Power Engineers' Day, in fact, every day in Ukraine now –… pic.twitter.com/Z9Hb9xKiw1
— Volodymyr Zelenskyy / Володимир Зеленський (@ZelenskyyUa) October 28, 2025
Além destas condecorações, mais 433 “defensores ucranianos” receberam prémios de Estado, incluindo 179 postumamente. “Os prémios foram concedidos por bravura pessoal demonstrada na defesa da soberania do Estado e da integridade territorial da Ucrânia e pelo desempenho dedicado ao dever militar”, pode ler-se no documento publicado pela Presidência.
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Rússia bombardeia zona residencial em Kramatorsk
A Câmara Municipal de Kramatorsk anunciou o ataque com drones a uma zona residencial, cerca das 14h20 locais (12h20 de Lisboa), numa publicação no Facebook.
A extensão dos danos ainda não foi determinada, como noticia o Ukrinform.
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Presidente do parlamento lituano faz a primeira visita à Ucrânia
Juozas Olekas, presidente do parlamento da Lituânia, encontrou-se com o presidente do Conselho Supremo da Ucrânia, Ruslan Stefanchuk, pela primeira vez desde que assumiu o cargo para discutir medidas para fortalecer as sanções sobre a Rússia, como noticia o Ukrinform.
A reunião teve como tema medidas para aumentar a pressão económica e diplomática sobre a Rússia, mas o foco principal foi a integração europeia da Ucrânia. “Contamos com o apoio da Lituânia na abertura de novos grupos de negociação e no avanço em direção à adesão à NATO”, disse Stefanchuk.
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"Ataques russos tentam desgastar-nos, mas a Europa responde com união", diz Von der Leyen
Ursula von der Leyen explica que a intenção da Rússia é “óbvia”, mas que os ataques estão a ter o efeito contrário na Europa, deixando-a mais unida.
A presidente da Comissão Europeia falava na Cimeira do Conselho Nórdico, elogiando a posição dos países nórdicos. “Como diz um ditado sueco, ‘muitos pequenos riachos formam um rio poderoso’”, comparou a presidente, aludindo à forma como todos os países europeus têm cooperado no combate aos ataques russos.
“A Europa é mais forte unida. Em nenhum lugar isso é mais claro do que na Ucrânia”, conclui.
We’ve entered an age of competitive geopolitics and geoeconomics.
The global order is fraying.
The Nordics stand right at the frontier of it.
As Europe takes more security into its own hands, your role is central ↓ https://t.co/RJGTPA9GI3
— Ursula von der Leyen (@vonderleyen) October 28, 2025
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Estados Unidos excluem os ativos russos da Rosneft na Alemanha de sanções
Os Estados Unidos enviaram uma carta à Alemanha a garantir que os ativos da Rosneft na Alemanha não serão alvos das novas sanções dos EUA às empresas petrolíferas russas Rosneft e Lukoil.
Katherina Reiche, a ministra da Economia alemã, diz ter recebido uma “carta de conforto” dos EUA onde explicitavam que os ativos russos daquela empresa petrolífera na Alemanha foram separados da “empresa-mãe” russa.
A ministra explica ainda à Reuters que, embora a isenção não tenha sido limitada no tempo, mais esclarecimentos estavam pendentes por parte dos norte-americanos.
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Drone russo atinge veículo e fere quatro membros do jornal alemão WELT
Um drone russo atingiu um veículo militar próximo do local onde estava o repórter-chefe do WELT, Ibrahim Naber, que acabou por ficar ferido, juntamente com mais três membros do jornal.
A equipa alemã estava na linha da frente a acompanhar uma unidade de defesa aérea ucraniana, segundo uma publicação do jornal alemão Bild no Telegram.
O repórter-chefe fez ainda uma publicação no Instagram onde explica que, além dos feridos na equipa alemã, um dos militares que tinha entrevistado para a reportagem acabou por morrer. O ataque deixou ainda um soldado gravemente ferido.
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Polónia voltará a abrir duas passagens na fronteira com a Bielorrúsia
O primeiro-ministro polaco Donald Tusk anunciou que a Polónia está pronta a abrir duas passagens na fronteira com a Bielorrúsia, que foram fechadas após terem sido realizados exercícios militares liderados pela Rússia na Bielorrússia e da entrada de 21 drones russos no seu espaço aéreo em setembro, escreve a Reuters.
“Devemos abrir as travessias em Bobrowniki e Kuznica, numa base experimental. Se acontecer que a fronteira precise de ser fechada novamente, não hesitarei por um momento”, garantiu Tusk.
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Rússia promete travar intenções da NATO de controlar a Eurásia
O chefe da diplomacia russa, Serguei Lavrov, acusou hoje a NATO de pretender controlar a Eurásia e assegurou que Moscovo impedirá as tentativas de separar os países do Cáucaso e da Ásia Central da Rússia.
“Queremos que todo o nosso vasto e belo continente se transforme num feudo da NATO? Não podemos concordar com isso”, afirmou Lavrov ao discursar na III Conferência Internacional de Minsk sobre Segurança Eurasiática.
“É claro que usaremos todos os meios disponíveis, diplomáticos, políticos e económicos, para suprimir tais tendências”, afirmou, segundo as agências de notícias russas.
Lavrov disse que a expansão da NATO “não abrandou num por um único momento, apesar das promessas que fizeram aos líderes soviéticos de que a aliança não se moveria para Leste” e que contraria os compromissos da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE).
“Ninguém pode melhorar a própria segurança à custa da segurança de outros nem aspirar ao domínio regional ou global”, defendeu.
O ministro dos Negócios Estrangeiros russo considerou que as ações do Ocidente estão a impedir o diálogo normal sobre a segurança na Eurásia e que a questão principal já não é o que “está a acontecer na Ucrânia”.
Trata-se antes “do que o Ocidente, principalmente os europeus, as chamadas elites da NATO e da UE, estão a fazer em resposta ao fracasso óbvio da estratégia de infligir uma derrota estratégica à Rússia”, afirmou.
Lavrov disse que tanto a NATO como a UE se recusam a assumir que o Ocidente já não é o pilar do mundo e que os governos ocidentais “já se estão a preparar para uma nova grande guerra europeia”.
“Não é segredo nenhum”, afirmou, referindo que França e Reino Unido concordaram em junho em coordenar as forças nucleares, enquanto Londres assinou recentemente um acordo de cooperação militar com a Alemanha.
“Dissemos repetidamente que não tivemos nem temos intenções de atacar nenhum país dos atuais membros da NATO e da União Europeia”, disse o ministro russo.