Momentos-chave
- O que se passou até agora
- Cidade de Odessa passa para governo militar depois de cidadania de autarca ser revogada
- Zelensky revoga cidadania a autarca de Odessa
- Kremlin diz que não há "nenhuma menção" de novas conversas entre Putin e Erdogan
- Rússia elogia negociação de Witkoff em Gaza: "Esperamos que seus talentos contribuam na Ucrânia"
- ONU condena ataque russo a camiões com ajuda humanitária em Kherson
- Kremlin diz que aguarda reunião entre Trump e Zelensky para clarificar situação dos Tomahawk
- Zelensky deve falar com Trump "assuntos que não podem ser discutidos por telefone" acerca dos Tomahawks
- Zelensky volta a comparar negociações para o acordo em Gaza com esforços para acabar com o conflito na Ucrânia
- Embaixador russo questiona esforços de paz de Trump
- Trump considera que Erdogan pode ajudar a mediar um acordo entre Rússia e Ucrânia
- Rússia pagou "ataques híbridos" com criptomoedas e usa "frota sombra" para lançar drones no espaço aéreo europeu, diz oficial polaco
- Ataque russo em Kharkiv deixa 30 mil pessoas sem energia elétrica
- Apoio militar da Europa à Ucrânia decaiu nos últimos meses, diz relatório
- Trump confirma encontro com Zelensky
Histórico de atualizações
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O que se passou até agora
- O enviado dos EUA à NATO, Matthew Whitaker, apelou aos aliados para incrementarem significativamente os seus gastos com a Ucrânia, tendo em vista a aquisição de armamento produzido pelos Estados Unidos através do programa PURL. Whitaker destacou a eficiência desse programa e antecipou anúncios relevantes para breve, sublinhando a importância do apoio europeu para fortalecer a defesa ucraniana face à agressão russa.
- Um relatório do Kiel Institute alertou para uma diminuição acentuada no apoio militar europeu à Ucrânia nos últimos meses, apesar do acordo PURL. Esta queda no envio de equipamentos foi assinalável durante os meses de verão, reforçando a necessidade de monitorizar a evolução do apoio ao longo do outono de modo a garantir a continuidade do auxílio a Kiev num contexto de conflito contínuo.
- Volodymyr Zelensky e Donald Trump estão prestes a discutir a possibilidade de fornecimento de mísseis Tomahawk à Ucrânia num encontro agendado para Washington. O foco central da reunião será a defesa antiaérea, além de abordar outros temas como cooperações energéticas e encontros com empresas do setor de armamento, numa tentativa de fortalecer a posição ucraniana perante a Rússia.
- A cidade portuária de Odessa, na Ucrânia, passará para administração militar após a revogação da cidadania ucraniana do seu autarca, Hennadiy Trukhanov, por suas alegadas conexões com a Rússia. Esta decisão integra uma série de medidas anunciadas por Zelensky visando reforçar a segurança da cidade, cuja importância estratégica exige resposta cabal às ameaças de segurança atuais.
Apesar da euforia em torno de Freitas, Soares recupera. O debate com Zenha será decisivo. Quando acabar, nunca mais serão amigos. A “Eleição Mais Louca de Sempre” é o novo Podcast Plus do Observador sobre as Presidenciais de 1986. Uma série narrada pelo ator Gonçalo Waddington, com banda sonora original de Samuel Úria. Pode ouvir aqui, no Observador, e também na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube Music. E pode ouvir o primeiro episódio aqui e o segundo aqui]
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Bom dia,
Encerramos por aqui este liveblog, que ao longo de terça-feira acompanhou os principais desenvolvimentos do conflito na Ucrânia.
Pode continuar a seguir a nossa cobertura sobre a guerra nesta nova ligação.
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Secretário do Tesouro dos EUA promete aumentar pressão a Moscovo após encontro com primeira-ministra da Ucrânia
Esta terça-feira, o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, e a primeira-ministra da Ucrânia, Yulia Svyrydenko, encontraram-se em Washington, parte da visita da chefe do governo aos EUA.
De acordo com um resumo do encontro, Bessent “reafirmou o apoio inabalável dos Estados Unidos à soberania ucraniana e enfatizou a dedicação dos Estados Unidos em garantir uma paz duradoura e sustentável” e prometeu “trabalhar com os parceiros do G7 para escalar a pressão à Rússia de forma significativa”.
Bessent “salientou a necessidade de os aliados europeus intensificarem a sua campanha de pressão não só contra a Rússia, mas também contra qualquer país que financie a máquina de guerra russa através da compra de petróleo russo”, lê-se ainda.
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88 pessoas terão sido detidas na Bielorrússia em operação contra grupo de monitorização militar
Pelo menos 88 pessoas foram detidas na Bielorrússia por alegadas ligações ao Belarusian Hajun, um grupo que monitorizava o exército do país e também o da Rússia, avançou a organização de direitos humanos bielorrussa Centro de Direitos Humanos Viasna.
De acordo com o Kyiv Independent, o grupo usava informações militares open source para rastrear os movimentos militares de ambos os exércitos durante a invasão da Ucrânia. O projeto já tinha sido fechado em fevereiro, acrescentou o jornal, depois da base de dados de contactos ter sido hackeada.
A maioria das detenções de pessoas ligadas a este grupo têm ocorrido maioritariamente no sudeste do país, na região de Gomel. A organização indica que o número de detidos, porém, pode ser ainda maior.
“Desde o início de setembro, 68 pessoas condenadas por ‘promover o extremismo’ foram adicionadas à ‘lista de extremistas’. Isso representa mais de um terço de todas as pessoas adicionadas à lista durante esse período”, lê-se no comunicado do Viasna, publicado no Telegram.
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UE e Ucrânia acordam retirada de tarifas e aumento de quotas europeias de exportação de produtos de Kiev
A Ucrânia e a UE aprovaram retirar algumas tarifas e aumentar as quotas europeias de exportação de produtos agrícolas de Kiev, anunciou Taras Kachka, vice-primeiro-ministro ucraniano para a integração europeia no Facebook.
Sem elaborar sobre que tarifas e quotas serão alteradas, Kachka avança que o acordo irá entrar em vigor daqui a duas semanas, a 29 de outubro.
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Enviado dos EUA à NATO pediu gastos “significativos” aos aliados para fortalecer Ucrânia com armas dos EUA
O enviado dos EUA à NATO, Matthew Whitaker, pediu aos aliados para fazerem promessas de gastos “significativos” esta quarta-feira para que a Ucrânia possa comprar de armas produzidas por Washington, ao abrigo do novo programa norte-americano de armamento (conhecido pela sigla PURL)
Segundo Whitaker, que falou à agência Bloomberg, o PURL “está a funcionar de forma suave e eficiente neste momento”, prometendo “grandes anúncios” amanhã relacionados com este assunto.
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Cidade de Odessa passa para governo militar depois de cidadania de autarca ser revogada
O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou que a cidade de Odessa iria passar a ser administrada militarmente, após a nacionalidade ucraniana do autarca da cidade ter sido revogada esta terça-feira.
“Odessa merece maior proteção e maior apoio. Isso pode ser feito no formato de uma administração militar – há muito tempo que muitas questões de segurança em Odessa permanecem sem uma resposta adequada. Todas as decisões eficazes serão tomadas. Nomearemos em breve o chefe da administração militar”, disse Zelensky citado pela Ukrinform.
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Ministro dos Negócios Estrangeiros da Polónia avisa a Europa se deve preparar para um ataque "profundo"
O ministro das Negócios Estrangeiros da Polónia, Radoslaw Sikorski, alertou que um ataque russo pode chegar “bem fundo” na Europa, sublinhando a necessidade de defesas aéreas na zona limítrofe oriental do continente.
Sikorski, citado pela Reuters, apelou à construção de uma “barreira de drones” no leste, assim como o fortalecimento das defesas aéreas da Ucrânia para bloquear incusões de drones.
“Devemos estar preparados para combater [os ataques], e por isso acho que não construir capacidade antirrobôs e drones nos dias de hoje seria irresponsável”, acrescentou.
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"Pressão de Trump não funcionará na Rússia como no Hamas"
Jorge Rodrigues, coordenador de risco geopolítico da Porto Business School, admite que Trump tem poder, mas que não chega a fazer Putin para o conflito com a Ucrânia. Ouça aqui o novo episódio de Gabinete de Guerra da Rádio Observador.
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Zelensky revoga cidadania a autarca de Odessa
Volodymyr Zelenskyy, revogou a cidadania do autarca de Odessa, Hennadiy Trukhanov, diz uma fonte à Reuters, citada pelo The Guardian. Trukhanov é presidente da câmara municipal da maior cidade portuária da Ucrânia desde 2014 e terá cidadania russa, apesar de já o ter negado anteriormente.
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Kremlin diz que não há "nenhuma menção" de novas conversas entre Putin e Erdogan
Depois de Donald Trump sugerir que o Presidente turco, Tayyip Erdogan, poderia ter um papel importante num potencial acordo de paz na Ucrânia, o Kremlin negou que exista alguma “menção” de novas conversas entre Eerdogan e Vladimir Putin.
“Não, não houve nenhuma nova conversa”, disse Dmitry Peskov, o porta-voz russo, em declarações publicadas pela agência TASS. “Sabem que Putin e Erdogan podem concordar em ter uma conversa por telefone muito rapidamente. Mas, até agora, não há nenhuma menção disto”, confirmou Peskov.
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Berlim considera ter chegado hora do diálogo Moscovo-Kiev
O Governo da Alemanha afirmou hoje ter chegado o momento de o Presidente russo, Vladimir Putin, dialogar com o homólogo ucraniano, Volodymyr Zelensky, para alcançar um acordo de paz.
“Chegou o momento de recordar a importante proposta do Presidente dos Estados Unidos, que até agora não obteve resposta do Presidente Putin, para iniciar um diálogo com a Ucrânia”, disse o ministro dos Negócios Estrangeiros alemão, Johann Wadephul, numa conferência de imprensa em Bucareste, no final de um encontro com a homóloga romena, Oana Toiu.
Wadephul aludia às tentativas fracassadas do Presidente norte-americano, Donald Trump, de promover um encontro direto entre Putin e Zelensky.
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Rússia elogia negociação de Witkoff em Gaza: "Esperamos que seus talentos contribuam na Ucrânia"
Depois de Donald Trump sinalizar que, com o acordo de cessar-fogo em Gaza, o foco dos EUA está em garantir a paz na Ucrânia, o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov reagiu, em declarações publicadas pelo The Guardian.
“Certamente saudamos tais intenções e saudamos a confirmação da vontade política de fazer todo o possível para promover a busca por soluções pacíficas. Já conhecemos bem o Sr. Witkoff; ele é eficaz, já provou a sua eficácia no Médio Oriente, e esperamos que os seus talentos continuem a contribuir para o trabalho já em andamento na Ucrânia”, afirmou o porta-voz russo. “O lado russo permanece aberto e pronto para o diálogo pacífico, e esperamos que a influência dos Estados Unidos e as habilidades diplomáticas dos enviados do Presidente Trump ajudem a encorajar o lado ucraniano a ser mais ativo e mais disposto a se envolver no processo de paz.”
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ONU condena ataque russo a camiões com ajuda humanitária em Kherson
A ONU condenou o ataque russo a quatro camiões com ajuda humanitária que entregavam bens essenciais na cidade de Bilozerka, em Kherson. “Trabalhadores humanitários, incluindo do OCHA Ucrânia e da OMS Ucrânia, estavam em missão para fornecer ajuda humanitária a uma comunidade fortemente impactada pela guerra, que não recebia assistência há meses. Quando os trabalhadores humanitários estavam no local, houve intenso fogo de artilharia e, posteriormente, durante o descarregamento, dois camiõess claramente identificados do Programa Mundial de Alimentos foram alvos de drones. Felizmente, os trabalhadores humanitários não ficaram feridos, mas dois caminhões foram danificados e incendiados”, diz o comunicado divulgado pela ONU. “Tais ataques são totalmente inaceitáveis. Trabalhadores humanitários são protegidos pelo Direito Internacional Humanitário e jamais devem ser atacados”, diz o texto, assinado pelo coordenador humanitário para a Ucrânia, Matthias Schmale.
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Kremlin diz que aguarda reunião entre Trump e Zelensky para clarificar situação dos Tomahawk
A Rússia está a aguardar a reunião entre Donald Trump e Volodymyr Zelensky, planeada para a próxima sexta-feira, para definir os próximos passos acerca da ameaça dos EUA em fornecer mísseis Tomahawk para a Ucrânia.
“Vamos aguardar e olhar para as declarações, ouvir e analisar. Até agora, tudo o que sabemos vem das notícias. Mas sabemos que o Presidente confirmou a reunião com Zelensky em Washington. Vamos olhar para os resultados”, disse Dmitry Peskov, citado pela TASS.
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Zelensky deve falar com Trump "assuntos que não podem ser discutidos por telefone" acerca dos Tomahawks
Volodymyr Zelensky e Donald Trump devem abordar, na reunião da próxima sexta-feira em Washington, o possível fornecimento de mísseis Tomahawk à Ucrânia, de acordo com fontes ouvidas pelo site Axios. “Há certos assuntos que não podem ser discutidos por telefone”, avança a fonte.
Na segunda-feira, Zelensky já havia mencionado que pretendia abordar o tema dos mísseis de longo alcance no encontro com Trump. “Precisamos de discutir uma sequência de medidas que pretendo propor ao Presidente”, disse, sem adiantar mais pormenores. “O principal tema será a defesa antiaérea, mas terei também reuniões com empresas do setor da energia”, prosseguiu, numa conferência de imprensa ao lado de Kaja Kallas.
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Zelensky volta a comparar negociações para o acordo em Gaza com esforços para acabar com o conflito na Ucrânia
Volodymyr Zelensky voltou a defender que os esforços internacionais pela paz em Gaza devem repetir-se para garantir um acordo entre a Ucrânia e a Rússia, numa partilha no X esta manhã.
“Agora que a guerra no Médio Oriente chega ao fim, é importante não perder o ímpeto de avançar pela paz. A guerra na Europa também pode ser encerrada e, para isso, a liderança dos Estados Unidos e de outros parceiros é de extrema importância”, assinalou o Presidente ucraniano.
“Hoje, passei quase uma hora discutindo tudo isso com o Presidente da Finlândia, Alexander Stubb. Estamos a coordenar as nossas posições. É importante que o Presidente Trump tenha sucesso na implementação das medidas necessárias para garantir a libertação dos reféns e interromper a guerra em Gaza. Sem dúvida, as ações corretas dos Estados Unidos também podem ajudar a pôr fim à guerra da Rússia contra a Ucrânia. Temos uma visão correspondente para isso”, afirmou Zelensky.
Também discutimos com Alex os recentes ataques russos ao nosso setor energético e a necessidade de fortalecer a defesa aérea. Sou grato pela prontidão em ajudar. A Rússia deve ser privada dos meios para continuar a sua guerra e terror – e isso pode se tornar a base mais confiável para a paz em nossa região”, rematou.
Now, as the war in the Middle East comes to an end, it is important not to lose the momentum for advancing peace. The war in Europe can also be brought to an end, and for that, the leadership of both the United States and other partners is of utmost importance.
Today, I spent…
— Volodymyr Zelenskyy / Володимир Зеленський (@ZelenskyyUa) October 14, 2025
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Embaixador russo questiona esforços de paz de Trump
Em declarações ao canal de televisão russo Solovyov Live, o Embaixador itinerante Rodion Miroshnik questionou os esforços de paz de Donald Trump e disse que tentar pressionar a Rússia é fútil. “Se Trump agora tenta pressionar, fornecer assistência militar aos gângsteres e fornecer-lhes armas de longo alcance, como Tomahawks, isso levanta a questão de quão autênticos são os seus esforços de paz — ou se está a seguir o mesmo caminho de Biden, ao tentar apoiar o lado ucraniano e agravar ainda mais o conflito. Esta é a disputa política que se desenrola atualmente”, afirmou o embaixador russo.
Sobre a possibilidade dos EUA fornecerem mísseis de longo alcance à Ucrânia através da NATO, Miroshnik considerou que o tema foi “amplamente exagerado”, destacando que há “muito mais política envolvida do que lógica militar”. O embaixador afirma ainda que a Rússia tem tecnlogia e conhecimento militar para combater os Tomahawks eficientemente.
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Trump considera que Erdogan pode ajudar a mediar um acordo entre Rússia e Ucrânia
Donald Trump considera que o Presidente turco, Tayyp Erdogan, pode ajudar a mediar um potencial acordo entre a Rússia e a Ucrânia. O Presidente norte-americano sugeriu o envolvimento de Erdogan esta segunda-feira, 13 de otububro, em conversa com os jornalistas dentro do Air Force One, a caminho de Washington depois da visita a Israel e ao Egito.
“É respeitado pela Rússia. A Ucrânia eu não sei, mas ele é respeitado por Putin”, disse Trump, que já havia elogiado o papel de Erdogan nas negociações pela paz em Gaza. O Presidente norte-americano disse ainda que agora está focado em acabar com a guerra na Ucrânia — dias antes da reunião com Zelensky planeada para a próxima sexta-feira em Washington.
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Zelensky queixa-se de novos bombardeamentos contra infraestruturas civis
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, denunciou hoje nas redes sociais novos bombardeamentos russos contra infraestruturas civis, designadamente de transportes, de energia e de saúde, nas regiões de Kharkiv, Kirovograd Sumy e Donetsk.
“Todos os dias, todas as noites, a Rússia ataca as nossas estações [de produção] e linhas de distribuição de eletricidade e as infraestruturas de gás”, escreveu, insistindo que a Ucrânia precisa de mais sistemas de mísseis dos aliados, como Patriot, NASAMS e SAMP/T, para se defender contra os projéteis inimigos.
A Força Aérea ucraniana relatou que a Rússia lançou durante a noite de segunda-feira um total de 96 drones (aeronaves telepilotadas) contra o seu território, tendo 69 sido neutralizados pelos sistemas de defesa da Ucrânia.
Outros 27 drones não foram intercetados e registaram-se impactos em sete localizações distintas, que não foram especificadas.