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  • Bom dia! Este liveblog fica por aqui, mas pode acompanhar todas as reações à noite eleitoral de domingo neste outro artigo em direto, que agora abrimos.

    Pedro Nuno Santos demite-se e não se recandidata. Montenegro fala em voto de confiança inequívoco no Governo

  • Manual de bolso por distritos: Norte e Centro a laranja, Chega domina a Sul (exceto Évora)

    AD venceu todos os distritos no Norte e Centro. PS perdeu a vantagem a Sul para o Chega e só liderou em Évora. Além de Faro, partido de André Ventura vence três distritos.

    Manual de bolso por distritos: Norte e Centro a laranja, Chega domina a Sul (exceto Évora)

  • ADN continua com número de votos suficientes para pedir subvenção partidária

    Mesmo não elegendo deputados, o ADN pode pedir a subvenção partidária por ter tido mais de 50 mil votos.

    ADN continua com número de votos suficientes para pedir subvenção partidária

  • 14 dados (algumas curiosidades) que saíram das eleições legislativas de 2025

    A AD tem mais deputados que a esquerda. O PS terá o seu terceiro pior resultado. O Chega só não elegeu em Bragança. Ventura ganha na sua terra, ao contrário de Pedro Nuno Santos.

    14 dados (algumas curiosidades) que saíram das eleições legislativas de 2025

  • De uma sala apática às lágrimas de alegria. PAN dá a volta e elege Inês Sousa Real (pela terceira vez) como deputada única

    A esperança foi mesmo a última a morrer na noite em que o PAN voltou a sentar Sousa Real no Parlamento. A tricampeã da representação única não fecha a porta a acordo com a AD, mas tem condições.

    De uma sala apática às lágrimas de alegria. PAN dá a volta e elege Inês Sousa Real (pela terceira vez) como deputada única

  • Montenegro. "Voto de confiança inequívoco"

    Líder da AD pessoaliza vitória nas legislativas, promete fazer “tudo pela estabilidade” e pede diálogo a todos os partidos.

    Ouça aqui o discurso de vitória de Luís Montenegro

    Montenegro. “Voto de confiança inequívoco”

  • Alexandra Leitão candidata à liderança do PS? "Não lhe vou responder agora. Estou candidata à Câmara de Lisboa e é aí que me vou concentrar"

    Depois de Pedro Nuno Santos anunciar a demissão, traçam-se possíveis cenários para a liderança do Partido Socialista.

    Na CNN, no habitual espaço de comentário, Alexandra Leitão foi confrontada com a questão: seria candidata à liderança do partido? “Não vou destrunfá-la já”, começou por dizer a líder parlamentar do PS. Perante a insistência do jornalista contestou: “Não lhe vou responder agora. Estou candidata à Câmara de Lisboa e é aí que me vou concentrar nos próximos meses.”

    Alexandra Leitão é a candidata socialista à Câmara Municipal de Lisboa nas eleições autárquicas previstas para setembro.

  • Sérgio Sousa Pinto diz que candidatura de José Luís Carneiro à liderança do PS é uma "excelente notícia"

    Sérgio Sousa Pinto diz que a candidatura de José Luís Carneiro à liderança do Partido Socialista é uma “excelente notícia”.

    O jornal Expresso avança que a decisão está tomada e deverá ser formalmente anunciada no contexto da reunião da Comissão Nacional do PS anunciada para o próximo sábado.

    Em declarações à CNN, onde é comentador, Sérgio Sousa Pinto reagiu à demissão de Pedro Nuno Santos felicitando a disponibilidade e José Luís Carneiro, que considera “uma pessoa que reúne todas as condições para poder avançar para a liderança do Partido Socialista e fazer alguma coisa”. “O Partido Socialista tem de liderar a esquerda e liderar as soluções que sejam autenticamente reformistas e progressistas para o nosso país”, disse o antigo deputado.

    Questionado diretamente se apoiaria então José Luís Carneiro, Sérgio Sousa Pinto foi menos taxativo: “Não disse que apoiava José Luís Carneiro, mas é natural que o faça. O que disse é que é uma boa notícia.”

    Sérgio Sousa Pinto, antigo deputado socialista, anunciou que não queria integrar as listas já depois de terem sido aprovadas pela Comissão Política Nacional, à qual faltou.

  • "Muitos com azia, Governo depende só do Chega"

    André Ventura diz que vai “exigir contas a todos” e antecipa que o Chega há-de ter bons resultados na no círculo da emigração, conseguindo “superar o partido de Mário Soares”.

    Ouça aqui o discurso de André Ventura

    “Muitos com azia, Governo depende só do Chega”

  • “Pode ser um retrato genuíno do país, mas é um retrato absolutamente preocupante”, diz Marisa Matias

    “Este é um resultado trágico”, diz Marisa Matias, num vídeo publicado na rede social X. “Pode ser um retrato genuíno do país, mas é um retrato absolutamente preocupante”, continua a então deputada do Bloco de Esquerda que era cabeça de lista do partido pelo Porto. No entanto, o Bloco de Esquerda não elegeu qualquer deputado pelo círculo eleitoral da Invicta nas eleições deste domingo.

    Num vídeo em jeito de despedida, a antiga eurodeputada disse: “Não é apenas uma derrota da esquerda ou do Bloco de Esquerda, é o país que sai fragilizado”. “Temos a certeza absoluta de que as pessoas que precisavam de nos no dia 17 de maio vão precisar ainda mais a partir de hoje. Cá estaremos para fazer essas lutas de forma coletiva e não baixamos os braços.”

    Matias rematou o vídeo dizendo: “Dos cacos que saem desta noite havemos de fazer muitos cristais.”

  • Abstenção alcança valor mais baixo em 30 anos

    A taxa de abstenção nas eleições legislativas de domingo deverá situar-se nos 35,62%, a mais baixa em 30 anos, quando em outubro de 1995 ficou nos 33,70%.

    Estes valores não incluem ainda os eleitores residentes no estrangeiro, cuja participação e escolhas serão conhecidos a 28 de maio.

    A taxa de abstenção baixou nas duas últimas eleições legislativas, depois da tendência de subida durante décadas, tendo alcançado em 2019 o valor mais elevado desde 1975 ao atingir os 51,43%.

    A taxa de abstenção nas eleições legislativas de 2024 situou-se nos 40,16%, a mais baixa desde 2005, quando ficou nos 35,74% e José Sócrates alcançou a primeira maioria absoluta do PS.

    Nas legislativas de 30 de janeiro de 2022, quando António Costa foi reeleito com maioria absoluta, a taxa de abstenção situou-se nos 48,54%, verificando-se já uma participação eleitoral superior à registada nas eleições de 2019, ano em que a abstenção atingiu o recorde de 51,43% e em que foram mais os não votantes do que os votantes.

    Desde as legislativas de 1995, em que ficou nos 33,70%, que a abstenção não registava um valor tão baixo como o sufrágio deste domingo.

  • Luís Montenegro responde agora ao último grupo de questões. “O povo português deu um voto de confiança ao Governo, ao primeiro-ministro e ao programa que a AD apresentou a sufrágio. Se há alguém que não concluiu isto, então tem de apresentar as conclusões alternativas.”

    A seguir, Montenegro desafia todos os que contestam a vitória da AD a explicarem o que disse, afinal, o povo. “Disse que as oposições se devem juntar e boicotar? Que devem apresentar um programa de Governo? Então, que apresentem uma alternativa. Se não formos capazes, todos, de perceber isto, não nos mostramos capazes de perceber a raiz da pronuncia do povo”.

    “Não vou adiantar nem a composição do Governo, nem antecipar conversas com outros partidos, muito menos antecipar futuras revisões constitucionais. E quanto a escolher futuros líderes de outros partidos, era o que faltava”, despede-se Montenegro.

  • "Queremos que nos deixem trabalhar"

    “[Este resultad0] é o reforço de confiança dos portugueses numa linha de governo, no primeiro-ministro e das forças políticas que integram o Governo”, continua Montenegro.

    Sobre a nova dinâmica parlamentar, o primeiro-ministro e líder social-democrata diz que as outras lideranças, nomeadamente o PS, “devem tirar as ilações dos resultados que tiveram”.

    Montenegro fala agora sobre o risco de haver uma comissão parlamentar de inquérito à Spinumviva mesmo depois destas eleições.

    “É suficiente para que todos assumam as respetivas responsabilidades e mostrem verdadeiro respeito pela vontade dos portugueses e maturidade política. Ninguém compreenderá se os políticos não souberem respeitar a vontade do povo. O povo português não quer outro governo, nem querem outro primeiro-ministro.”

    “Queremos que nos deixem governar e trabalhar”, atira Montenegro. “Se o fizerem, ninguém fica mal. Demonstram por essa via, espírito de missão.”

  • Montenegro confrontado com "não é não" ao Chega diz que vai manter "compromissos" assumidos em nome da AD

    Luís Montenegro responde agora às perguntas dos jornalistas. A primeira questão é sobre se mantém o “não é não” ao Chega e se confia numa nova disponibilidade do PS.

    “Esta foi uma grande vitória. Temos hoje mais votos, mais mandatos e multiplicámos por dez a diferença entre o primeiro classificado e o segundo classificado nestas eleições.”

    “Esta maioria é uma maioria maior do que aquela que tínhamos há um ano. Cabe a todos aqueles que hoje que receberam um mandato garantir que há estabilidade política”, diz Montenegro.

    “Tudo faremos para assegurar essa estabilidade. Não me parece que haja outra solução de governo do que aquela que emane da vontade popular. A todos competirá dar sequência àquela que foi a expressão livre e inequívoca.”

    “Já mostrámos que temos palavras e que cumprimos a nossa palavra. Não vou contribuir para teorizar. Dentro do cumprimento dos compromissos que assumi em nome da AD, tenho a certeza que vai acabar por imperar o sentido de responsabilidade.”

  • "Vamos ser o Governo para todos, todos, todos"

    “Vamos ser, como sempre fomos, o Governo para todos, todos, todos”, nota ainda Montenegro, antes de agradecer a todos os que o ajudaram nesta campanha eleitoral.

    “Tal como fizemos nesta campanha, daqui em diante deixaremos todo o nosso esforço até à nossa última gota.”

  • Montenegro exige "sentido de Estado" às oposições

    “Os portugueses não querem eleições antecipadas. Os portugueses querem uma legislatura de quatro anos e exigem a todos que percebam e respeitem a sua palavra livre e democrática”, continua Luís Montenegro.

    “As oposições devem respeitar a vontade popular, honrando os seus compromissos, mas adequando-os às circunstâncias nacionais e coletivas. Espera-se sentido de Estado, responsabilidade, respeito pelas pessoas e espírito de convivência na diversidade.” Mais um recado de Montenegro para os partidos que perderam estas eleições.

    “O povo quer este Governo e não quer outro. O povo quer este primeiro-ministro e não quer outro. O povo quer que este Governo e primeiro-ministro dialoguem com as oposições; mas o povo também quer que as oposições dialoguem com este Governo e com este primeiro-ministro.”

    “Vamos continuar a valorizar o trabalho e os rendimentos dos portugueses. A estimular o investimento. E, com isso, vamos criar mais riqueza para assim combater a pobreza e garantir prosperidade e justiça social.”

    A seguir, Montenegro deixa o guião sobre o que fará no próximo ciclo de poder: “Vamos continuar a investir na juventude. Vamos continuar a valorizar os trabalhadores da Administração Pública. Vamos continuar a salvar o Estado Social. Vamos continuar a levar a cabo mais regulação da imigração. Mais reforço da segurança. Vamos continuar a estimular a produtividade e a cultura de mérito. Não falharemos, como não falhamos, aos nossos reformados e pensionistas”.

  • Montenegro: "Todos devem ser capazes de dialogar"

    Já discursa Luís Montenegro. “Quero cumprimentar o povo português. A sua liberdade, bravura e inteligência. Quero cumprimentar também todos os democratas que se colocaram à disposição de todos para tratar da causa pública”, começa por dizer.

    “Quero saudar, hoje mais do que nunca, a minha família”, sublinha Luís Montenegro. Tenho ao lado a mãe, a mulher e os filhos. “A minha família de sangue e a minha família política pelo apoio e solidariedade.”

    “O povo falou e exerceu o seu poder soberano. No recato da sua liberdade, aprovou um voto de confiança inequívoco no Governo, na AD e no primeiro-ministro. Todos devem ser capazes de dialogar e colocar o interesse nacional acima de qualquer outro interesse.”

    João Porfírio

  • Ventura: "Governo de Portugal depende do Chega e só do Chega"

    André Ventura diz que já ligou a Luís Montenegro e que, antes, tinha garantido ao Presidente da República que falariam no dia seguinte às eleições, mas atira esse tema para mais tarde.

    Perante as perguntas sobre o tema, há apupos da plateia. “Ouvi o PS dizer que não sustentará este Governo, há uma coisa clara: Governo de Portugal depende do Chega e só do Chega.”

    “Temos tempo de falar sobre o Governo e sobre esse cenário, o único cenário que era admissível era a demissão dos líderes da esquerda.”

  • CDU. Paulo Raimundo insiste: "resultado é de resistência"

    Apesar de a CDU perder um deputado, Paulo Raimundo, fala num resultado de “resistência, num quadro particularmente exigente”. Pede ainda “muita coragem” para enfrentar a direita.

    Ouça aqui na íntegra o discurso do secretário-geral do PCP.

    CDU. Paulo Raimundo insiste: “resultado é de resistência”

  • Partido a partido, os nomes de todos os deputados eleitos para a Assembleia da República

    Conheça os deputados eleitos: 89 pela AD; 58 pelo PS e pelo Chega; nove pela IL; seis pelo Livre; três pela CDU. O BE passa a ter uma deputada única, o PAN mantém-se e o JPP estreia-se.

    Partido a partido, os nomes de todos os deputados eleitos para a Assembleia da República

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